quarta-feira, 10 de maio de 2017

Crítica | The Originals - 4x06/07: Bag of Cobras / High Water and a Devil's Daughter




Guardem suas crianças, porque meu Hollow está solto!

Depois de vários episódios rodando e não saindo do lugar, The Originals enfim trouxe Hollow em forma física à New Orleans. Ironicamente (ou não), isso ocorreu no sétimo episódio, que marca a metade da quarta temporada, composta por treze. Por isso, a partir de agora, a série precisa nos compensar por todos os episódios mornos até aqui.

O sexto episódio, Bag of Cobras, não teve grandes acontecimentos, mas foi importante para a trama, do seu modo. Finalmente entendemos o porquê de Sofya querer tanto destruir Klaus: vingar-se por ele ter matado sua família e seu noivo, bem no dia de seu casamento, há 500 anos. Apesar de já termos visto outras trezentas pessoas querendo o mesmo, sempre cabe mais espaço para gente do passado dos Mikaelson, não é mesmo? E agora sabemos que ela não é somente uma bitch que trabalhava para o cara que morreu na Premiere e que eu não lembro o nome. Simplesmente adorei o momento que ela ameaça o Klaus e joga um "Planejo minha vingança há mais tempo do que conheço o Marcel", diante a ameaça do primeiro de livrar-se do segundo.

Hayley também teve seus problemas para se preocupar e a cada semana descobre mais sobre a morte dos pais. E foi atrás de respostas que ela acabou encontrando uma das quatro partes necessárias para trazer Hallow de volta - além, claro, do sacrifício de quatro crianças. Em High Water and a Devil's Daughter, descobrimos que os Lockwood detêm uma dessas partes, então talvez esse seja o crossover que resultará na participação de Alaric em The Originals, já que os Lockwood foram extintos.



Realmente todos os personagens foram aproveitados nesse episódio, até mesmo Josh, que essa semana esteve envolvido no plot principal, ao lado de Freya. Eles conseguiram enganar Dominic e este mostrou o quanto é azarado pois morreu em uma semana, voltou na seguinte, mas já partiu novamente. E dessa vez que seja de vez, não é mesmo? Porque não sou obrigado! E como depois da obrigação vem a diversão, Freya enfim se rendeu e assumiu seus sentimentos por Keelin, e até que estou gostando das duas, apesar de continuar desconfiado da loba. Vincent, por sua vez, foi pedir ajuda de Davina que continua presa no limbo das bruxas de New Orleans, mas com uma nova condição a seu favor: comandando o poder dos Ancestrais. Já pode voltar, rainha!

Hope foi outra que deu o ar da graça e mostrou grande força nesse episódio. Todas suas cenas foram incríveis, como sempre, principalmente a conversa com o irmãozinho Marcel. É interessante ver que a garotinha sabe exatamente que o personagem não é um vilão, mas também não é totalmente confiável. E ele assumindo que nunca mataria Klaus só confirma o que já sabíamos: tanto ele, quanto Klaus não têm coragem de tirar a vida um do outro, e todos os momentos que isso quase aconteceu foi no calor do momento. E por fim, vimos que Hope também possui a marca de nascença da família de Hayley, ou seja, ela é uma híbrida. Se ela já tem um poder imenso apenas como bruxa, imagina quando seu lado lobisomem vier à tona?

Mas a pergunta que não quer calar é: será que agora Hollow realmente mostrará do que é capaz, já que está dentro de Sofya? Essa cena foi muito bizarra, pois acredito que vocês também acharam que a voz daquele espírito era extremamente parecida com a da Davina, não é?! Porém, se for mesmo Hollow, que ele venha com tudo e mostre se é esse vilão que todos dizem temer. Restam seis episódios para o quarto ano se encerrar, então tempo ele tem de sobra!
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