sexta-feira, 28 de abril de 2017

Crítica | Pretty Little Liars - 7x12: These Boots Were Made for Stalking

"Tão vendo, meninas? Aqui é a Marlene escondida com a vergonha de não dar plots dignos pros últimos episódios."

E lá se vem o tombo de nós, meros mortais, que achávamos que pelo menos agora, Pretty Little Liars deixaria a enrolação de lado e entraria no seu modo mais dark, já que são os dez últimos episódios e vale tudo. Mas o que vemos recebendo é o mesmo que já vimos em várias temporadas passadas: enrolação e perguntas que serão ou não mal respondidas futuramente.

Já se passaram dois episódios e basicamente nada aconteceu. A única coisa boa é que These Boots Were Made for Stalking nos mostrou como está funcionando essa cópia de Jumanji de -A.D, além de jogar com cada Liar separadamente. Particularmente, gosto quando as meninas são atacadas individualmente pois fica algo mais "forte", já que as outras "não estão" ali para apoiar umas às outras. Essa semana vimos que são necessárias dez peças para desvendar o último quebra-cabeça do jogo, o que deixa óbvio que será uma peça por episódio - ou seja, cada uma das cinco deve passar por uma prova duas vezes. E a da vez foi Emily, que começou a sofrer bullying por Addison, uma espécie de mini Ali, após chamar a atenção dela para as faltas na natação.

Apesar de não ter o mesma carisma de Alison, a menina realmente consegue passar o mesmo olhar que a loira tinha quando era uma bitch. Paige também me surpreendeu essa semana pois achei que ela surtaria com aquelas fotos que Addison tirou, mas ao invés disso ela apoiou Emilly e tentou ajudá-la - mesmo que tenha dado uma surtadinha depois. Mas o momento "entrou no meu caminho, eu derrubo" de Addison foi destruído mesmo por -A.D., afinal as Liars são bonecas dele e como toda garotinha mimada, ninguém toca em seus brinquedos. Mas só não faço ideia de que lado negro ele quer que Emily libere, pois se ela tivesse já tinha soltado-o sobre Alison desde a temporada passada, porque só Jesus pra aguentar o mimimi dela, mas enfim.

Mas como nem só de personagens novos se vive a série, tivemos mais um dos quinhetos retornos de Jenna à Rosewood para destruir as meninas. Spencer foi muito coerente em classificá-la como psicopata, porque é isso que ela é; sua sede de vingança por ter perdido a visão já nem tem mais sentido, nem o fingimento de sofrida dela mais convence pois nem chorar ela consegue, não é a toa que o detetive não acreditou em sua história de que foi obrigada por Noel. E depois de ver que Spencer tinha problemas maiores, ela foi se meter com Hanna, usando um modelo copiado do que esta havia feito para a cliente amiga de Mona. E apesar de até termos um momento legal, com Hanna presa naquele espaço e lembrando do que sofreu quando foi sequestrada por -A.D., a participação de Jenna não serviu para nada.

A mais longe de toda a ação principal foi mesmo Aria, que dessa vez descobriu que Ezra pode estar no maior love com Nicole, já que vem fazendo o papel de namorado que reencontrou a mozão que ele pensou ter morrido. Isso não chega a ser novidade, só aumenta o meu nojo pelo personagem crescer mais e mais, porque ele teve a pachorra de deixar claro para a Aria que o noivado ainda estava de pé e depois fazer isso. Com isso, Aria contou com o apoio de Holder, que é o único a saber da sua real situação com Ezra. Toda essa situação vem gritando que os dois podem se envolver, mas eu imploro, Marlene, para de passar vergonha! Foi tão bom o desenvolvimento dos dois como amigos que fingiram se envolver para poderem fazer suas coisas escondidas da família (ela, ficar com Ezra; ele, lutar), não precisamos forçar essa junção romântica cinco anos depois!

E Spencer, depois de ter todo o foco semana passada para si, não teve tanto nesse episódio, apenas seu draminha de "sou adotada e você não é minha mãe com a Veronica". Sim, sabemos que o relacionamento das duas nunca foi lá as mil maravilhas, mas só Veronica contando toda a traição do Peter deixou claro o quanto ela ama Spencer, apesar de tudo. E isso já bastaria ao menos para ela não usar esse clichê com a mulher. Mas é aquele ditado né... Ah, e os Hastings decidiram vender a casa e sair de Rosewood, mas já sabem, né? Essa casa é mais demoníaca do que Amityville, então não comprem!
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