sábado, 30 de abril de 2016

[Livro] The Double Me - 4x15: A Thief, a Whore and a Liar [+18]

CURTA A PÁGINA OFICIAL DO LIVRO CLICANDO AQUI

4x15:A Thief, a Whore and a Liar
“Três é demais”.
  
Ele dormiu por um dia inteiro. Sem pesadelos, sem medo, e sem Theon.
Na tarde seguinte, acordou com o falatório de quem quer que estivesse na sala de estar de Lydia. Sentou-se na cama, olhou no relógio na parede e esperou. Nenhum dos pensamentos ruins ordenava que voltasse a dormir, e fisicamente, pelo menos, parecia bastante disposto a voltar ao mundo real. Ou para o que restou dele.
Deixou o quarto de hóspedes dois minutos depois e seguiu em direção as vozes. Encontrou Lydia e Jensen sentados no sofá, rodeados de pães de queijo, chocolate quente e revistas de decoração. Nate estava incrédulo.
— Olhem para vocês dois, passando um tempo juntos — Sussurrou, um tanto acanhado.
— Querido — Lydia levantou depressa, induzindo Jensen a fazer o mesmo. — Não sabia que estava acordado. Se sente bem?
— Sim, só precisava de um pouco de sono.
— Quer alguma coisa? Deve estar faminto.
O olhar que Jensen esteava no rosto fez com que Nate esquecesse da reposta por um segundo.
— Claro — Assentiu então.
— Eu fiz lasanha de frango, sua favorita. Mia também trouxe algumas sobremesas, se quiser.
 — Tudo bem, só preciso de um minuto.
Lydia havia entendido muito bem o recado.
— Claro. Estarei na cozinha.
  Eles esperaram até que ela tivesse partido, mas nada fizeram. Satisfaziam-se apenas com o olhar, a proximidade, e tudo o que subtendia o que julgavam suas vontades. Três semanas haviam se passado desde a última vez; para os amantes, tempo demais.
— Você está bem? — Perguntou Jensen, quebrando o silêncio.
Nate deu a volta no sofá maior e acomodou-se entre as almofadas.
— Eu vou ficar. Acho que preciso agradece-lo... por salvar a minha vida... e tal.
— Qual das vezes?
— Todas elas — Nate tentou sorrir. — Mas a última é bem especial. Talvez demore para tirar o fedor de fumaça das suas roupas.
— Não tive escolha. Posso comprar roupas novas, mas só há um de você — Fez uma careta. — Bem, mais ou menos. Ou não.
Alex e Mia, Nate entendeu. Fazia tanto tempo...
— Como eles estão?
— Seus irmãos?
— Sim.
— Estavam aqui há uma hora, mas precisaram ir à corte resolver alguns problemas. Você sabe sobre o julgamento.
Era uma coisa que Nate não fazia questão de saber. Onde Alex estava com a cabeça? Perjúrio é algo que apenas o irmão de olhos vezes faria, num passado tão remoto que era quase como se não tivesse existido.
— Alex pode ser condenado?
— Eu não sei — Jensen lhe disse. — Estão pensando em fazer um acordo. Cameron está exigindo uma indenização.
— É claro que está.
Nada mais podia esperar de um membro da família Ridell. A boa notícia era que agora poderiam pagar, com o FBI esperando a recuperação de Simon para leva-lo a justiça. Finalmente ricos outra vez, e agora o primeiro desfalque. Isso o lembrava que precisava fazer uma visita ao hospital. Devia isso a Judit e Simon; na verdade, muito mais que isso.
A polícia o informou, após o interrogatório, onde foram mantidos nas últimas três semanas. Entre a propriedades de Theon havia uma casa no subúrbio de Nova York com um porão secreto feito especialmente para manter reféns. É claro, Judit precisou de assistência médica imediata, então tiveram sorte em encontra-la a tempo.  
— Trouxe isso para você — Do bolso traseiro, Jensen tirou uma revista em quadrinhos amassada em forma circular. Deu um passo à frente e entregou-a a Nate. — Na verdade, eu meio que roubei da loja de presentes do hospital.
— Uau, X-Men — Nate folheava. — E roubado. Você sabe exatamente o que um garoto quer.
— É a edição da fênix. Uma vez você disse que queria ler para que pudesse criar uma personagem do seu livro.
Agora estava lembrando. Era uma pena que tivesse desistido da escrita muito antes de começar.
— O livro meio que não deu certo. Mas obrigado, é um belo gesto.
Nate colocou uma mão na têmpora e fechou os olhos. Essa dor outra vez.
— Algo errado? — Jensen perguntou.
— Só estou preocupado, deve ser o estresse.
— Não acha melhor voltar para a cama?
— Não, estou bem. Na verdade, estou ótimo, se isso for possível.
— Quer que eu fique para fazer companhia? — Jensen sentou ao seu lado. — Talvez assistir um filme?
Nate suspirou. Era hora de terem aquela conversa.


— Eu quero muito que você fique, mas talvez seja por isso que você não deva.
— Eu não entendo — Jensen retrucou em voz baixa.
— Eu não tenho palavras para descrever o horror que passei dentro daquela mansão com Theon. Continuo dizendo a mim mesmo que ele é o responsável por tudo o que aconteceu, mas a verdade é que eu mesmo trouxe isso mim. Eu podia escolher o amor, a felicidade, mas escolhi a vingança, o ódio. Agora sou apenas uma sombra de quem eu era, e nunca me orgulhei tanto disso. Não quero mais ser quem eu achei que deveria par sobreviver. E isso... isso inclui não ter o namorado que eu sempre sonhei.
— Então você precisa de tempo para descobrir o que fazer. Eu entendo, posso esperar.
— Eu não quero que você espere — Nate tocou sua mão. — Você merece ter uma vida; dessa vez baseada em suas próprias escolhas, não em mim. Agora temos a chance de ser quem quisermos, recomeçar do zero.
Olhando-o nos olhos, Jensen estava certo de que não era o que ele queria. Tocou seu rosto com uma mão e olhou-o nos olhos.
— Então recomece comigo. Podemos passar por tudo isso juntos.
— Eu te amo, Jensen — Afastou a mão dele. — Daquela maneira insensata que me deixa doente quando você não está por perto. Mas nunca daria certo se o único motivo para estarmos juntos é nossa incapacidade de deixar pra lá. Eu preciso me sentir seguro outra vez, eu preciso saber que eu posso sobreviver comigo mesmo e estar lá por todos que me amam se você se for. Eu sei que você sente o mesmo, e peço perdão por duvidar disso. Mas não posso passar nem mais um dia dando todo meu amor a você e negando-o a mim mesmo.
Jensen assentiu de cabeça baixa, seguido de um longo suspiro.
— Não acredito que estou perdendo você.
— Com a gente nunca vai terminar de verdade. Só precisamos ser alguém antes de decidirmos nos entregar à outra pessoa.
— Okay — Jensen tentou recobrar a compostura. Parecia convencido; ou pelo menos, era o que queria fazê-lo acreditar. — O que fazemos agora?
— Agora vivemos. Vá para Dartmouth, conheça novos garotos, entre para alguma fraternidade. É a vida normal que você merece.
Estando tão próximo, Jensen foi incapaz de resistir a um último beijo. Então era realmente um adeus; e seu corpo inteiro parecia responder amargamente ao que estava prestes a enfrentar.
— Faça o que precisa fazer — Sussurrou. — Quando você estiver pronto, me terá outra vez.
— Eu te amo mais que qualquer outra coisa.
— É por isso que este não é o fim.


Mia e Alex não trocaram uma palavra durante todo o caminho até o hospital. Ela atendeu uma ligação do advogado e cuidou dos cabelos. Ele colocou os fones, ergueu o capuz e comeu salgadinhos no banco do passageiro. Desde que brigaram graças a lama nos sapatos que sujou o veículo — e assim descobriram que brigariam por qualquer coisa — era difícil se comunicar.  Você vai preso e eles vão comer seu rabo na cadeia, Mia havia gritado em um acesso de raiva. Se não soubesse que estava certa, Alex teria ao menos contra-atacado.
O caso era simples: Alex Strauss tentou incriminar Cameron Ridell por assassinato, e agora corre o risco de parar atrás das grades — além de indenizar o falsamente acusado. Isso quando os jornais decidiam fazer-lhe uma cortesia trocando “mentiroso”, “mimado“ e “filhinho de papai” por ser nome verdadeiro. É claro, não noticiavam os ataques criminosos dos The Judges ou dos baderneiros que pichavam a palavra “otário” em seu carro e passavam trotes para o apartamento de Thayer.
Sempre paciente, Alex decidiu aguentar o que viria sem pestanejar.
— Vou ver Thayer, depois a encontro no quarto de Judit — Foi a única coisa que disse a ela quando entraram pelas portas do Liberty County Hospital.
Então seguiu para a ala de quimioterapia enquanto a irmã visitava os pais no andar de cima. Thayer estava sentado na cama de seu quarto, de costas para a porta. Pelo pouco que podia ver de sua pele exposta através do macacão de hospital, as manchas haviam sumido consideravelmente.
— Hey — Cumprimentou. — Você acordou. Está tudo bem?
— Sim, eu acho.
— Desculpe por não ter vindo ontem... — Alex deixou a sacola de bolsas em cima da poltrona. De costas para ele, começou a remexer em busca do mini game. — Tive que ajudar Mia a resolver um problema; contaria se não fosse tão pessoal. Mas trouxe algumas coisas para você. E sua mãe ligou, ela quer saber se pode trazer sua tia-avó Dana com os gêmeos para visita-lo no final de semana. Eu contei a ela que você se sente desconfortável, mas prometi falar com você antes.
Thayer ficou de pé, ao lado da cama, e olhou diretamente para ele.
— Você tentou incriminar Cameron no tribunal?
Quando ouviu a pergunta, Alex esqueceu completamente o que estava fazendo. Deixou a sacola no lugar e virou para encara-lo. Seus olhos costumavam ser tão lindos... agora acusavam-no como se um criminoso lhe estivesse diante.
— Kerr contou a você?
— Ele nem precisava, está em todos os jornais.
— Olha, eu sei o que você está pensando... — Alex deu um passo à frente. — Mas você precisa me deixar explicar.
— E você acha que eu quero ouvir? Você planejou uma overdose para incriminar alguém. Quando o vi naquele estado, juro que me preocupei tanto com o que poderia acontecer a você que me esqueci de me preocupar comigo mesmo. Você segurou minha mão, olhou nos meus olhos e mentiu descaradamente. De novo, de novo e de novo.
Contra a parede, Alex só poderia arriscar em dizer a verdade.
— Você não entende, eu não queria que isso acontecesse.
— Eu estava prestes a dizer que você é uma cópia perfeita do seu irmão, mas agora sei que estava errado. Nate pelo menos não esconde a pessoa que ele é por trás de uma máscara de ingenuidade. Ele é verdadeiro, é honesto, e é muito mais do que podemos dizer de você agora.
Alex virou o olhar; não poderia mais encara-lo de frente. Se encarasse, só veria em seus olhos a ruína que suas mentiras causaram. Estava quebrado; e mais do que quebrado, agora também estava sozinho.
— Você não sabe porque eu fiz o que fiz, mas acho que não importa mais. Nada justificará tantas mentiras, e eu sei que não vamos sobreviver a isso. Eu só... eu só quero que você saiba que independente das minhas atitudes, eu te amo com tudo o que posso. Você é o amor da minha vida, Thayer, e sempre vai ser.
— Você também é o amor da minha vida. Mas agora que tenho uma vida, isso precisa mudar.
Alex suspirou, os olhos cheios de lágrimas.
— Acho melhor você ir embora — Thayer pediu.
— Vou vê-lo outra vez?
Thayer se manteve firme, mesmo prestes a quebrar.
— Eu não sei. Você é uma pessoa completamente diferente agora.
— Você está certo — Alex tentou recobrar a compostura. Visivelmente deprimido, optou por fingir que estava com pressa. — Eu... eu preciso ir, Mia está esperando. Estou feliz que esteja bem, espero que tudo dê certo.
Ele se foi logo então; do quarto, e da vida de Thayer. Agora não tinha mais para onde ir. Seria sempre assim no final do dia, não é? Muito de Alex e nenhum lugar para chamar de lar. Era melhor deixa-lo em paz, era melhor deixar todos em paz. Mia entenderia se não visitasse Judit e Simon. Eles queriam que fosse visita-los depois da vergonha que trouxe a família?
Alex suspirou fundo e foi embora. Para onde, já nem era tão importante.
Mia, no segundo andar, havia encontrado um sofá confortável para ler notícias em seu celular enquanto esperava Judit acordar. De acordo com a NBC de Nova York, a mansão Strauss fora completamente destruída devido a explosões de grande porte que ocorreram no momento em que o fogo, originado na sala de jantar, entrou em contato com gás de cozinha e outros materiais inflamáveis na garagem. A morte de Theon De Beaufort continuava um mistério; tudo o que a polícia sabia era que tinha sido assassinado em frente ao chafariz da propriedade com sete tiros no peito.
Quem faria isso? Ela indagou. Ou melhor, quem não faria? Ouvindo o depoimento de Nate, qualquer um poderia facilmente pensar em fazer justiça com as próprias mãos.
As primeiras fotos mostrando Judit e Simon fora do cativeiro lhe chamaram atenção no final da página. Simon caminhando ao lado de um paramédico, e Judit sendo escoltada até uma ambulância por dois policiais, com um enorme curativo no olho esquerdo. No hospital, a mãe precisou passar por uma cirurgia de emergência, e agora repousava em um apartamento do segundo andar. Como os paparazzi conseguiram cliques de dentro do quarto, enquanto ela dormia? Provavelmente subiram ao topo de um dos prédios vizinhos e usaram aparelhos que captassem imagens a longa distância.
A notícia seguinte relatava os detalhes sobrea prisão de Tara e os acontecimentos que sucederam ao surto de Alex no julgamento, provando assim sua falsa acusação. De alguma maneira, a mídia já tinha em seu poder as informações sobre o possível acordo com os Ridell e a indenização que Cameron exigia por danos morais. Se Alex se negasse a assinar, poderia passar de um a cinco anos na cadeia, e ainda pagar um alto valor em multa.
Somando tudo ao rendimento dos negócios — seja de sua boutique ou de parâmetros da Strauss International —, a família mais rica dos Hamptons estava prestes a perder seu título.
— Mia? — Ouviu a voz de Amber chamar.
A garota estava ao seu lado, de tiara vermelha, vestido de bolinhas brancas e salto altos. Se não fosse a aparência, talvez seus olhos tímidos ainda insinuassem a estranha inocência que ela tanto almejava esconder. Era uma bela surpresa, sabendo que havia cancelado o jantar de ontem para o qual fez questão de convidar a melhor amiga e o pai.
— Oi— Mia respondeu. — O que você está fazendo aqui?
— Eu liguei para Lydia, ela disse que você estaria aqui.
— Sim, eu... — Mia havia perdido o foco por um segundo. — Eu estou esperando Judit acordar.
— Pensei que já a chamasse de mãe.
— Sim... — Abaixou a cabeça, pensativa. — Já estava na hora disso não ser mais um problema.
— Posso sentar?
Mia fez que sim com a cabeça e abriu espaço no sofá. Tão perto quanto estavam, era como se tudo ao redor rescendesse ao perfume Chanel Nº 5 de Amber.
— Então, eu tenho um pai outra vez — Amber comentou. — Mas é difícil fazer com que ele e minha mãe saiam do quarto.
— Sinto muito?
— Não, é até legal. Não vejo minha mãe feliz desse jeito desde que herdou as joias da minha avó. Agora todo dia é como se fosse uma lua de mel em família. Posso perguntar como conseguiu convencê-lo a voltar?
— Não foi tão difícil. Quando eu disse que Nate não representava mais perigo, ele já estava falando sobre fazer as malas.
Amber sorriu. E pensar que houve uma época em que acreditava que era a culpada pelo abandono de seu pai...
— Obrigada por fazer isso, Mia, não só pelo meu pai. Ser sua amiga foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos anos. Na verdade, eu não sabia o que era ter uma amiga antes de você.
— Nem mesmo com Gwen?
— Não, especialmente com ela — Amber hesitou por um breve instante. As palavras estavam ali, prestes a ganhar vida. — Todos os erros que cometi na minha vida foram porque ela me convenceu de que não eram erros. É claro, a responsabilidade é minha, mas sob sua influência, acabei me tornando tudo o que eu mais detestava. Você foi a única pessoa com quem me senti à vontade para ser eu mesma, porque sabia que me aceitaria do jeito que eu sou.
— Isso quer dizer que você não vai ao enterro?
Era uma boa pergunta. Deveria consolar os familiares que foram pegos de surpresa por ter decidido tirar a própria vida ou esquecer que um dia haviam se conhecido, assim como tentava fazer com seu passado?
— Eu não sei— Foi a melhor resposta que encontrou. — Uma parte de mim ainda está tentando compreender que ela se foi. Não sei se estou abalada ou...
— Aliviada — Mia completou.
— Sim, aliviada. Acho que não sou só eu, então.
— Gwen fez mal a todos nós, Amber, mas espero que esteja em paz agora. É o que todos nós merecemos no final.
Amber concordou com a cabeça. Agora só restava a parte difícil para lidar.
— Preciso ir — Mia se antecipou. — Acho que tenho que procurar Alex, ele já deveria estar aqui.
— Tudo bem.
— Falo com você depois?
— É claro.
As duas levantaram juntas para um abraço amigável.
— Posso ligar depois? — Amber perguntou.
— É claro, estarei esperando.
Então Mia seguiu em direção ao elevador. Parada no mesmo lugar, Amber não teve escolha senão confessar-se enquanto podia.
— Mia, estou grávida — Discorreu de uma só vez.
Mia já não podia mais continuar; parou no meio do caminho, as pernas imóveis e o olhar perdido no nada. Demorou tanto tempo a virar, que quando o fez, Amber já tinha perdido as esperanças de que pudessem conversar. Então a viu partir apressada, enxugando suas lágrimas, os saltos ressoando uma canção de fuga. Era um adeus ou não? Com elas duas, nunca saberia dizer.
Queria correr até ela, como seu coração dizia. Queria ficar no mesmo lugar, como o corpo mandava. E queria fugir para o outro lado, como sua consciência começou a lhe dizer. Mas o conflito, atingindo-a em cheio, não permitiu que esboçasse qualquer reação. O tempo passou e ela continuou no mesmo lugar, com as mesmas dúvidas e os mesmo temores... até que o próximo milagre a abordasse como se caído dos céus.
— Mia! — Viola chamou.
Mia virou no mesmo instante. Pele escura, cabelos encaracolados, sobretudo e batom lilás. Era um anjo, soube no momento em que a viu.
— Viola. O que você está fazendo aqui?
— Acredito que temos um filho da puta para destruir — A jovem lhe disse, cheia de determinação. — So, are you my bitch or what?
Dizem que a vingança é uma vadia. Mas se não fosse, poderiam sempre contar com Michaela Strauss. 

Next...
4x16: Build God, Then We'll Talk (Season Finale) (07 de Maio)
Nem acredito que ta acabando. 15 semanas passaram voando e agora a gente vai ter que enfrentar o hiatus D=. Sobre a finale, bem, posso dizer que ela será focada no plot restante: The Judges. Também haverá alguns arcos pra deixa-los curiosos pra próxima e algumas resoluções. Saberemos com toda certeza se Thayer vai morrer de câncer, se Alex será preso e o que Mia fará agora que entre ela e Amber surgiu mais um empecilho. Espero que gostem <3
Compartilhe
  • Share to Facebook
  • Share to Twitter
  • Share to Google+
  • Share to Stumble Upon
  • Share to Evernote
  • Share to Blogger
  • Share to Email
  • Share to Yahoo Messenger
  • More...
Comentários
2 Comentários

Comentário(s)

2 comentários:

  1. Ok, eu demorei, mas finalmente estou aqui. O capítulo passado foi um dos melhores (se não o melhor) da série, mas infelizmente não tive a oportunidade de comentar.
    Esse capítulo, mesmo sem ação ou ritmo acelerado, foi intenso e triste, e foi, definitivamente, um capítulo que deu uma profundidade incrível aos personagens. Porque é isso que constrói uma boa história, no final de tudo, o fato de você se preocupar com os personagens, e acreditar neles, e isso acontece com The Double Me.
    Nate e Jensen não terminarem juntos foi uma surpresa. Uma surpresa triste, mas depois de um tempo percebi que era uma surpresa necessária, pelo menos por agora. Eu não sei se eles vão continuar separados, mas, no momento, eu acho que essa decisão do Nate foi espetacular. Ele evoluiu mesmo.
    Já Thayer e Alex se separarem, eu já imaginava. Pelas decisões do Alex era inevitável. Uma pena. Acho interessante isso porque, como eu disse anteriormente, enquanto o Nate evoluiu pra melhor, aconteceu o contrário com o Alex, e ambos tiveram motivos plausíveis pra essa evolução. O Alex agora está sendo julgado por todos, e não tem mais ninguém, ele chegou num ponto que eu realmente espero que tenha uma saída. O personagem me irritou com suas atitudes nessa temporada, mas não quero ver ele terminar dessa forma.
    Mia e Amber foi o que mais me deixou surpreso até agora. A cena inteira das duas foi perfeita. Estávamos naquele ambiente aparentemente agradável, mas você sentia que havia algo errado com a Amber, e quando ela soltou a bomba você finalmente pensa "agora tudo está explicado". e ao mesmo tempo tenta assimilar como aconteceu, por que aconteceu, e quando aconteceu. Enfim, é uma mistura de emoções, e eu adorei isso.
    Enfim, aguardando ansioso a season finale, tô morrendo de curiosidade. Até lá.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Missed You, Jairo <3
      É como eu disse pra uma leitora aqui no blog. Nate e Jensen nunca souberam ter uma relação normal. Tudo o que sabem fazer é depender um do outro e colocar o outro sempre na frente como se vida fosse apenas isso, eles dois. Com esse distanciamento, Nate pretende construir uma vida pra ele e espera que Jensen faça o mesmo. Assim, quando tiverem que ficar juntos, serão Nathaniel e Jensen, duas pessoas completas se transbordando, não duas pessoas incompletas tentando preencher seus vazios um com o outro.
      Bem, acho que o término do Alex com o Thayer foi muito justo. Foi Alex quem fez o Thayer enxergar que a vida não era apenas drogas, sabotagens e sexo casual. Mas Thayer não foi o suficiente pro Alex perceber tudo isso; tanto que ele se entregou a vida que o namorado antes levava e achava estar certo. Alex tem uma história muito importante pro livro 3 (que não está tão relacionada a Thayer ou a um garoto), então muita coisa pode acontecer antes de eu decidir como vai ser o seu final.
      Agora, sobre Mia e Amber, acho que foi o casal mais "afetado" nesse capítulo. Sinceramente, se eu fosse a Mia, eu partia pra outra. Gravidez é algo pra vida inteira se Amber quiser e eu não conseguiria criar um filho do Dhiego (ou simplesmente ignorar que é filho do Dhiego).
      Semana que vem o capítulo não vai focar em nada disso, vai ser só pra finalizar toda a história e mostrar alguns ganchos pra próxima. Até lá então xD

      Excluir