quarta-feira, 15 de abril de 2015

[Crítica] The Originals - 2x18: Night Has A Thousand Eyes


Os inimigos dos meus inimigos são meus amigos até eu enfiar uma estaca no peito deles.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Depois de episódios e mais episódios esperando essa quenga, Dahlia enfim deu as caras e já chegou causando em New Orleans, possuindo Deus e o mundo no meio da rua. Sabíamos que a destruição que ela causaria seria grande, mas eu não imaginava que seria em tamanha proporção, nem que causaria todas as alianças que causou.

Quem diria que Klaus iria se unir ao Mikael? O ditado presente no começo da review é bem antigo, mas nunca pensei que ele seria usado tão literalmente, porque essa aliança era mais do que impossível de acontecer. Mas aconteceu, né? E foi uma das melhores coisas do episódio, pois além de trabalharem juntos para destruir a maldita da Dahlia, Klaus e Mikael continuaram naquele jogo de gato e rato, com provocações para dar e vender. E eu sei que vocês gostam disso.

E não satisfeitos, os roteiristas ainda nos jogam um momento épico onde, segundos antes de matar o pai, Klaus pergunta o porquê de tanto ódio dele e Mikael responde com um simples "eu não sei", enquanto vemos em seus olhos que ele, no fundo, sente amor pelo filho e se arrepende do que fez. Esse amor só foi corrompido com a ira pela traição que Esther fez com ele. E esse sentimento de amor só foi confirmado quando ele estende a mão para o filho depois de ter recebido o golpe.


Achei um erro dos roteiristas terem eliminado o personagem, mas pelo menos tivemos essa cena maravilhosa e foi uma morte "necessária", afinal Mikael era um viking, sendo assim um dos ingredientes do único feitiço capaz de matar Dahlia - os outros dois são o sangue de Freya, a única coisa que ela amou um dia; e Terra de sua cidade original. Coitada da Freyinha, nunca vai ter a chance de brigar com o pai por namoradinhos e todas essas coisas que meninos fazem. Mas espero que arrumem um jeito de trazer o Mikael de volta, já que o Kol vai ser o próximo a voltar, e essa família merece estampar o novo comercial da margarina Qualy (ironia mode on)

E já que falamos no Kol, como será que ele vai voltar? Será como o Daniel Sharman? Como o Nate Buzolic? Eu prefiro o Nate, vocês sabem disso, além do que ele não é mais um adolescente como o Kaleb (Kol do Daniel), então teremos o famoso caso de uma adolescente apaixonada por um adulto (Kol do Nate). Brincadeiras á parte, espero que dê tudo certo na volta dele, e que a Dahlia não resolva atrapalhar, pois tenho a sensação de que Davina também um alvo na lista negra dela, afinal a garota tem a magia de todas as meninas da Colheita. A Dahlia pode ser um bruxa fodona, mas quando poder melhor, não é?

Ah, ainda tivemos o Jackson querendo dar um de macho alfa e levar a Hayley e a Hope embora do Quarter. E o que a burra faz? Decide ir com ele. Ok, ela é mãe e só quem é sabe o que uma sente quando o filho está em perigo, mas se uma cidade cheia de vampiros e lobos não foi páreo para Dahlia, porque ela sozinha com aquele banana ia ser? Ainda bem que o Marcel chegou a tempo e o Aiden não foi burro de ajudar eles a fugirem. Já quero ver o barraco que vai ser quando Dahlia for na tal casa protegida contra magia. Será que isso vai mesmo segurar ela? Acho que não!

Por fim, enquanto escrevia essa review (e ter citado a relação de Freya com Mikael), me veio a cabeça: será que Dahlia é capaz de trazer de volta aquele namorado da sobrinha que ela matou? Sei lá, fazer uma ilusão ou algo do tipo. Seria um baita twist que os roteiristas jogariam na nossa cara e de The Originals, eu não me surpreendo com nada. E foi isso que rolou em Night Has A Thousand Eyes, pessoal. E o que vocês esperam para os próximos episódios? Digam aí e nos vemos na semana que vem.
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Comentários
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1 comentários:

  1. Achei Dahlia a personificação do vilão que The Originals merecia desde o começo. Estava faltando esse algo super power para aterrorizar os mocinhos.. No fim, Freya realmente é do lado do bem e maltratada pela madrasta má (o que me deixou aliviado, gosto da personagem e espero q ela não morra nunca!).. Assim como comentei na critica passada, achei um disperdicio tbm matarem o papai Original, tinha potencial assim como Esther para cargas dramáticas futuras, mas foi bom ver q ele amava Klaus como vc disse e só fez o que fez por causa da traição da esposa.. Foi legal ver o massacre feito pelos dois juntos apesar de tudo... E fiquei com mó pena da velhinha bruxa que não lembro o nome... Era uma ótima personagem. Curti muito o episódio e acho que Dahlia vai nos dar muito trabalho ainda.. temos que segurar para não infartar com o medo de nossos personagens queridos não morrer :D

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