segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

[Crítica] American Horror Story - Freak Show | 4x08: Blood Bath


Está na hora dessa loucura acabar.

Review:
(Spoilers abaixo)

Freak Show está tão ruim, mas tão ruim, que até Kathy Bates e Frances Conroy pediram pra sair. Sarah Paulson inventou alguma desculpa e tirou licença para não participar do episódio, poupando assim, o uso do efeito ridículo que utilizam para fazer as gêmeas siamesas. Ok, é mentira. Ou não.

Sério, não consigo imaginar o que se passa na cabeça dos produtores ao retirar essas grandes atrizes do elenco. Desperdiçou-se Kathy Bates, numa personagem morna, que nada acrescentou à trama. Desperdiçou-se Frances Conroy, numa personagem que sim, era interessante, tinha muita coisa para ser explorada, mas não souberam o que fazer. Desperdiça-se Sarah Paulson, num papel apagado, que era para ser um dos destaques. E não para por aí: ainda desperdiça-se Jessica Lange, Angela Bassett... lista longa.

Simplesmente não tem como salvar essa temporada. Quando tudo já está afundando no mar sem fim, ainda inventam de colocar personagens novos, como a moça gorda, que nada trará de importante. Ok, já que não temos uma história nessa temporada, vamos matar alguns personagens e colocar alguns novos, com vários plots, para suprir a ausência de história. Solução genial! Porque né... já pararam para pensar que estamos assistindo algo totalmente sem sentido? Simplesmente não existe enredo em Freak Show!

Uma série antológica deve ter um argumento bastante válido para que uma determinada história vire uma temporada. Seja ela sobre uma mansão assombrada, um hospício cheio de assassinos ou uma guerra de bruxas contra o seu próprio ego. Com Freak Show, isso não acontece. Não é possível definir a temporada em apenas uma linha. Podemos até tentar, mas iríamos de A à J sem perceber, viajando no que até mesmo os próprios produtores não conseguem definir. Nessa altura, no oitavo episódio, só temos um emaranhado de coisas sem sentido que não levam a lugar algum e vejam só: dá pra arrumar isso nos cinco episódios que ainda restam? Só com muita mágica.

Mas por incrível que pareça, o episódio em si nem foi tão ruim, acreditam? Teve até alguns momentos interessantes, como a dor que Elsa Mars sentiu ao saber da morte de Ma Petite e da possível gangue feminista que surgiu com o intuito de se vingar dos homens que fazem as mulheres passarem por maus bocados, como o pai da enfermeira, que a transformou em Mulher Lagarto. A vingança das mulheres quase foi consumada, mas acabou sendo interrompida pela melhor pior personagem da temporada, Maggie Esmeralda, que mudou da água gaseificada pro suco de uva em questão de um episódio e meio. A personagem da Emma Roberts parece realmente ter o dom da vidência, pois parece sempre estar nos lugares onde as coisas mais estranhas acontecem, como o acidente de carro forjado que resultou na morte de Ethel e o ataque das mulheres do circo ao pai da enfermeira.

Por fim, a única coisa que nós, fãs de American Horror Story – sim, me considero fã, por isso tamanha indignação –, temos a fazer, é assistir o restante da temporada e esperar outubro do ano que vem, para ver se aparecem com uma temporada realmente boa. E é só isso, sem esperar nada demais dessa tal de Freak Show aí.
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Comentários
5 Comentários

Comentário(s)

5 comentários:

  1. Ai pra mim tu só ta falando besteira viu pqp

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    Respostas
    1. Chama-se ponto de vista. Você deveria aprender a usar o seu ao invés de agredir ao dos outros.

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    2. Não agredi nada de ninguém, eu somente dei o meu ponto de vista. No meu ponto de vista essa review só fala besteira, ué.

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  2. Claro q tudo é ponto de vista, mas, eu estou achando a quarta temporada muito boa e não esse desastre q vc fala em suas resenhas.

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