quarta-feira, 2 de julho de 2014

[Crítica] Salem - 1x10: The House Of Pain


Sou a criatura que você criou.

Review:
(Spoilers abaixo)

O que dizer desse episódio? Atmosférico até dizer chega. Banhado à loucura, sangue e tortura. E também com muito filler... Pois bem...

Tituba foi praticamente a protagonista do episódio. Não é segredo que eu não gosto muito da personagem, mas devo admitir que ela me conquistou nesses últimos momentos. Mas também... não tinha como gostar dela né? Vivia na sombra da Mary o tempo todo, sempre fazendo birra e demonstrando ciúme, uma verdadeira pedra no sapato. Mas agora não, neste episódio, ela conseguiu ofuscar Mary e chamar todo o brilho para si. E não é que funcionou? As cenas de tortura foram um show de atuação. Deu pra sentir na pele toda a aflição e dor da personagem. Um ponto super positivo para toda a série, que andava desperdiçando a história – real, diga-se de passagem – da escrava Tituba.

Pra vocês terem uma ideia, a personagem se saiu tão bem no episódio que até ganhará outro parágrafo na review. Pois então, depois de ser torturada com instrumentos absurdos, o que inclui um alargador de vagina (?), ela entregou uns nomes para o seu algoz, também conhecido como Increase Mather. Depois de um pequeno suspense, foi revelado que os nomes eram Mercy – obviamente, Tituba não deixaria barato, né? – e John Alden. Este último nome, como todos nós sabemos, só foi dado por recalque, já que como foi explanado neste episódio, Tituba é apaixonada por Mary e é louca para dar uns pegas nela.

E o Cotton? Gente, Seth Gabel vai decolar na carreira depois de papel. O cara manda muito bem! A atuação dele é brilhante e é muito bom vê-la sendo aproveitada em ótimas cenas. Não é de se admirar que o personagem tenha ficado louco. Com um pai daqueles, até eu ficaria.

Não aguento mais ver Increase mandando e desmandando em Salem. Já está passando da hora da Mary mostrar quem manda na porra toda. Pra bruxa que é, ela está muito quieta. Notaram que ela quase nem apareceu neste episódio?

O filler do episódio fica com a Anne, que era para ser uma personagem interessante, mas está quase sendo indicada para o prêmio de mais inútil e chata. Depois de colocar uma máscara que achou nas coisas de seu pai, a moça vai parar – misteriosamente – na floresta, como se fosse um portal. 50% do episódio foi dedicado a isso e, seriamente, isso foi muito chato. Não serviu de nada, a menina só se perdeu, encontrou com índios, se perdeu de novo, falou sozinha... até ser encontrada por seu pai e Alden, que foram em sua procura. Sinceramente...

Por hoje, ficamos por aqui. Vou correr para assistir o episódio dessa semana, que já saiu e eu, pra variar, estou atrasado. E depois ainda me perguntam porque não assisto mais séries... Simplesmente não dá! Mas eu adoro Salem e as outras que faço review neste blog. Já fazem parte da minha doce rotina.
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Comentários
1 Comentários

Comentário(s)

1 comentários:

  1. Leio manicômiosérie e aqui também. E diante da quantidade de texto que as review tem francamente eu acho que você copia a review deles de Salem. É igual.

    Ou você é a mesma pessoa?

    De qualquer forma... Leio.

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