domingo, 4 de maio de 2014

[Crítica] Reign - 1x19: Toy Soldiers


“We are rulers, not schoolchildren.”

Review:
(Spoilers Abaixo)

Olá pessoas! Antes de começar este post, deixe-me avisar que, a partir de agora, eu irei assumir as críticas da série. Quem sou eu? Bem, me chamo Diego, tenho 24 anos, adoro séries, em especial as da CW, e na abstinência da minha tão adorada e finalizada Nikita, vi Reign chegar de fininho e entrar para o hall das minhas favoritas. Já vou deixar claro que sou team #Mash e não tenho simpatia pelo Francis, então, sorry team #Frary.

Mas enfim, chega de lenga-lenga e vamos ao que interessa.

A primeira temporada de Reign está em sua reta final e está pegando fogo! Diferente da grande maioria das séries da CW que costumam focar em triângulos amorosos, ou roteiros que se limitam a quem vai ficar com quem, Reign está focando nos conflitos políticos, mistérios, manipulação e ação. E outras coisas digamos, sobrenaturais (embora os pagãos e seus rituais estejam meio esquecidos, e Nostradamus tenha parado de mostrar suas visões - neste episódio ele sequer apareceu).

E para provar que esta é de fato uma série diferenciada do (antigo?) padrão da emissora, logo na primeira cena do episódio temos o tio de Mary, o Duque de Guise, comprando alistando o filho mais novo de uma mulher para seu exército após a mesma perder o seu mais velho para o combate. Uma cena um tanto forte e que me fez pensar, que se fosse um tanto mais sombria em sua iluminação e nos trajes dos personagens, poderia quase ser confundida com uma passagem de Game of Thrones.

Após esta cena, dá-se sequência ao roteiro, e se passou cerca de um mês desde o episódio anterior que terminou mostrando Francis trancando Mary na torre. Eu sinceramente fiquei decepcionado por a Mary simplesmente ter superado tudo isso tão rápido, e minha vontade era que ela se tornasse um pouco amarga ou ao menos passasse a se entregar menos em seu casamento, tomando atitudes mais firmes com Francis. Ao invés disso, o máximo que ela faz é jogar algumas indiretas e diretas quanto às atitudes de seu marido mas nada além disso.

Ainda discutindo o perigo que a Escócia está correndo, Mary precisa enviar um exército para ajudá-los, porém é necessário que esse exército seja pago, e qual a solução sugerida por Francis? Pedir dinheiro aos seus pais, claro. Chegando aos aposentos da rainha, o que Mary consegue é ser humilhada por Henry, possesso por que na Inglaterra Elizabeth foi coroada e não Mary, cujas esperanças do rei da França estavam voltadas, e assim, ele perdeu sua oportunidade de dominar Inglaterra. Nesse momento, defendendo sua esposa, Francis lembra que ela é uma rainha. Acho engraçado pois parece que ele só lembra disso quando é conveniente.

Sem sucesso com o rei e rainha da França, e também sem apoio dos nobres, Mary vê como única alternativa pedir apoio de seu tio Duque de Guise, mesmo indo contra a vontade de Francis que a alerta sobre seu tio não ter lá boa fama. O duque aceita servir aos propósitos de Mary, com a condição de se tornar magistrado quando Francis tomar posse do reino, passando assim a “trabalhar” para Francis. Só que ao final do episódio ele manda o exército para outra batalha em para ajudar Henry que em sua loucura iniciou uma guerra no qual estaria fadado a perder, mostrando assim que para ele a França sempre vem em primeiro lugar, passando por cima de suas promessas à Mary. E esta comenta com suas damas que agora irá fazer o que for preciso para ajudar seu país, o que me deixou novamente animado. Espero ainda ver Mary manipulando e jogando no mesmo nível da corte. Será que é pedir muito?

Falando dos outros núcleos, tivemos foco em Greer, que conseguiu fisgar um partidão que deixou sua família rica, além de lhe conceder poder para mandar no casamento das irmãs e impedir que estas se casem com qualquer um a mando de seu pai. Menina sortuda, mesmo depois de ter um lance com o servente, conseguiu sair por cima.

Já Penelope, a “rainha do feijão” ressurgiu das trevas da cozinha e tentou dar o golpe da barriga no rei, dando rapidinhas na dispensa para tentar engravidar, mas a rainha, esperta como sempre sacou tudo e logo tratou de jogar a golpista na torre, mas para surpresa geral, logo em seguida vimos Catherine dando uma “segunda chance” para a menina, provendo cultura e uma boa vida, desde que esta se comprometa em ser parte de um dos seus planos de fuga, caso algo de errado na corte. Acho que não veremos mais a menina na série, e fiquei até surpreso por ela ter voltado, em primeiro lugar, pois achei que seu plot já estava encerrado. Penelope foi outra que se deu bem. hahaha

Por fim, guardei um parágrafo só para o Bash. Amo o personagem, foi um dos motivos de eu ter prosseguido com a série após o piloto quase musical irritante (sorte que prossegui, pois do episódio 2 para frente a série é ótima!). Mas neste episódio ele só teve uma função: transar! Gente, sério, ele ficou “descobrindo” seu casamento com a Kenna. Tipo, “já que estamos casados, vamos aproveitar”. E foi isso. De início, ele veio com um papo de que queria ir com calma, e queria fazer com que a Kenna esquecesse todos os homens com quem ela já esteve, mas depois de ver Mary e Francis (argh, não gosto desse personagem) juntos, ele voltou todo fogoso e partiu para a ação. E foi isso.

Falando da audiência, ela reagiu um pouco e subiu para 0.5, o que não é incrível para uma série em sua primeira temporada, mas certamente é melhor que o 0.4 que estava tirando, ainda mais por se tratar de uma série pós-TVD. Se Reign já não estivesse renovada, eu iria temer pelo futuro da série. Só espero que na segunda temporada ela reaja e a audiência melhore. Mas por enquanto, vamos curtir o final de temporada, que está prometendo!

Até a próxima!
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