sábado, 17 de maio de 2014

[Crítica] The Originals - 1x19-21: An Unblinking Death / A Closer Walk With Thee / The Battle Of New Orleans


"Para renascer, precisamos sacrificar".

Review:
(Spoilers Abaixo)

Como diria uma das grandes pensadoras contemporâneas: EU TO TREMENDO, ROSANA! Antes de seguir com minha avaliação sobre essa sequência sensacional de episódios, peço desculpas a todos pela demora para postar as reviews. Este começo de ano tem sido muito conturbado e eu ainda estou tentando me adaptar, da melhor forma possível, a minha nova realidade. Iria lançar a crítica dos quatro episódios finais juntos, mas decidi deixar a Season Finale isolada. E eu vim fazer essa review antes mesmo de assistir ao último episódio da temporada, para não deixar ser influenciado pelos seus acontecimentos, e, consequentemente, revelar sem querer algum spoiler para as pessoas que ainda não assistiram.

Começando, como de costume, pela ordem certa, An Unblinking Death certamente marcou a despedida do padre Kieran. O que eu mais gosto nessa história - e nos bons tempos de The Vampire Diaries - é que o enredo deixa claro que nem todos podem ser salvos. Os roteiros dão o maior foco para uma trama, dão uma esperança de que algo possa dar certo, mas no final, não tem com impedir a morte. Algo muito semelhante aconteceu na Season Finale da segunda temporada da série-mãe, quando a Jenna se despediu de vez da trama. É claro que o padre Kieran não tem o mesmo apelo carismático que a tia da Jenna, mas seu destino final não deixou de ser cruel.

Além disso, não sofremos pelo personagem em si. De fato, o que causou comoção foi a sua sobrinha, Cami, que segurou toda a carga dramática da situação, e conseguiu passar para nós, espectadores, todo o sofrimento que estava sentindo. A atriz fez um excelente trabalho, temos que reconhecer. Não só a sua despedida durante todo o episódio, mas seu momento final com o seu entre querido - que não estava mais em controle do próprio corpo. Digamos que foi uma violência física e mental, e como o próprio Klaus disse, "não é uma história que termina com um final feliz". Excelente episódio, que desenvolveu bem a sua proposta, e deu um ponto final digno para um dos seus personagens fixo.

Gostei muito da interação entre o Klaus e a Cami durante esse episódio. Todas as cenas entre eles dois foram fortes e profundas. Continuo detestando a aproximação da personagem com o Marcel, mas tiro o chapéu pelo ato nobre do Klaus de abrir mão da garota e levantar a bandeira branca para que ela pudesse ser confortada da melhor maneira possível. É inegável que o personagem já cresceu muito desde o começo da temporada, principalmente no inesquecível episódio em que se despede da sua irmã. Certamente essa temporada teve episódios marcantes demais, não tem como escolher um favorito.

Isso tudo nos leva à A Closer Walk With Thee, que liga de uma forma inteligente os acontecimentos de The Vampire Diaries com esse spin-off. Para quem não assiste a série-mãe, saiba que o "limbo das criaturas sobrenaturais" está em colapso, o que liberou uma brecha para o poderoso Mikael retornar para perturbar os vivos. Não estou dizendo que não há furos, até porque, com os mortos podendo tocar as coisas, Mikael poderia ter pego a estaca do carvalho branco e cravado no peito do Klaus enquanto ele estivesse dormindo. Mas, hey, qual seria a graça nisso? Enfim, o importante é que os roteiristas não esqueceram que as duas séries estão conectadas e, eventos tão gigantes causaram consequências no spin-off.

Poderia falar um pouco mais sobre esses dois episódios, mas eu prefiro começar a comentar logo The Battle Of New Orleans, que certamente fez jus ao nome. A pré-Season Finale trouxe caos ao Quarter. Traições aconteceram, assim como revelações surpreendentes. E, claro, muito sangue jorrou. A cena do massacre entre o Elijah e... bem, todo o resto, poderia ter sido mais extensa. Adorei ver aqueles vampiros figurantes morrerem. O único defeito da série é continuar dando foco no Marcel, quando esse personagem já deveria ter morrido há muito tempo. Desde que se revoltou, Marcel só causa vergonha alheia. E sua tentativa de distrair o Klaus foi tão óbvia que até fiquei com raiva do híbrido por ele ter caído nela com facilmente.

E a Genevieve estava completamente certa, tentando recuperar tudo, o Klaus acabou ficando com nada. Desde que as garotas retornaram a vida, as bruxas deixaram de ser uma das maiores forças da cidade. O sacrifício do bebê da Hayley definitivamente é uma tentativa desesperada de recuperar poder. Obviamente não conseguirão, mas a questão é se a mamãe viverá para ver sua cria (é óbvio também que ela vai). Apesar de todos esses acontecimentos, ainda odeio mais o Marcel do que a própria Genevieve. Vimos claramente que ela não queria tomar parte disso, mas foi obrigada pelos seus ancestrais. Acredito que ela não terminará o próximo episódio respirando, o que é um grande desperdício. Genevieve é muito mais tridimensional do que todas as outras bruxas juntas.

Enfim, correndo para ver logo esse episódio final para saber o que acontece. Uma coisa é certa: Vamos todos torcer por uma morte dolorosa para a puta da Monique. Odeio essa garota desde a sua primeira aparição desde o retorno. Se ela respirar por mais um ano, eu mesmo sairei do "other side" para derrubá-la.
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