domingo, 9 de março de 2014

[Crítica] Arrow - 2x11-15: Blind Spot / Tremors / Heir To The Demon / Time Of Death / The Promise


O mal nunca quebra suas promessas.

Review:
(Spoilers Abaixo)

I'M SHAKING, ROSANA! Como vocês devem ter percebido, Arrow está enfrentando um momento difícil no meu mundo. Atualmente não há ninguém para assumi-la, mas irei me aprofundar sobre isso no final da review. O importante é que eu não poderia retirá-la da grade do blog. Especialmente quando tantas pessoas me mandaram e-mail sobre o seu paradeiro. E não é para menos! Essa segunda temporada tem sido destruidora. Muito melhor que a primeira! E essa reta final promete ser ainda mais conturbada, já que o icônico Deathstroke se tornou ativo na trama. E muita coisa boa está vindo pela frente, principalmente para os fãs da HQ.

Vamos começar pelos pontos negativos primeiro? Que diabos os roteiristas estão fazendo com a Laurel? Se os espectadores já não iam muito com a cara da personagem na primeira temporada, atualmente eles têm todos os motivos para isso. A personagem passou de interesse romântico e potencial heroína para uma viciada e bêbada sem qualquer utilidade dentro da trama. Até mesmo sua investigação em torno do Governador Blood, que deveria ser o seu grande momento, foi por água abaixo. Laurel se resumiu a nada, e deve permanecer assim por muito tempo ainda. Apesar de ter feito as pazes com a sua irmã no último episódio, será muito difícil mudar a imagem dela daqui para frente. É uma pena, porque eu sou um grande fã da atriz Katie Cassidy, e nem isso salva de eu querer sua personagem fora da trama.

Roy sofreu uma grande mudança. Ele passou de mensageiro de rua para freelancer na empresa super-heróis. Nestes cinco episódios, a única coisa útil que o personagem fez foi passar seu punho por um container. É provável que ele tenha mais destaque daqui para frente, afinal de contas, Blood injetou a mirakuru nele, o que o torna um oponente ideal para o Deathstroke. Claro que seria apenas uma distração. O confronto final deve ser com o Arrow, porque eles têm uma grande história juntos, e qualquer coisa diferença em torno disse não seria épico. Por enquanto, nesse núcleo, só desejo que a Faith tenha mais destaque.

A personagem que certamente mais se beneficiou nessa leva de episódios foi a Sara, mais especificamente no décimo terceiro episódio, Heir to the Demon, onde vimos um pouco mais do passado da personagem e o enredo preencheu algumas lacunas sobre o tempo que ela esteve desaparecida. Destaque para os flashbacks, que deram um descanso da ilha, e mostraram um pouco sobre o cotidiano normal dos personagens antes do acidente de barco. Foi uma boa iniciativa, fugindo do lugar comum. E quem diria que a Sara também se interessava por mulheres? Gostaria muito que a outra caçadora retornasse em algum ponto, para explorar ainda mais essa interação entre as duas.

Tanto espaço para a loira caçadora acabou tirando o foco da nossa querida loira hacker. Felicity é de longe a personagem mais querida dos fãs da série. Não é para menos! Passou de uma mera coadjuvante - que mal aparecia no começo -, para um dos nomes mais importantes da história. Isso sem contar a relação muito bem construída com o Oliver. Olicity, como os fãs carinhosamente chamam, é o shippe mais esperado da série, e o roteiro continua brincando com esse desejo dos fãs, sempre dando momentos fofos e sinceros entre os dois personagens. Particularmente, mal espero para que esses dois fiquem juntos. Nessa leva de episódios, Felicity só se destacou em Time of Death, onde tentou provar que era necessária para a equipe.

Ironicamente, não consigo pensar em grandes momentos do nosso protagonista, Oliver Queen. Ele descobriu a verdade que o pai da Thea, o que é um grande avanço, mas a cena que mais ficou marcada foi o esporro necessário que ele deu na mimada Laurel. Como já disse, ela estava irritante e merecia cair na realidade. O grande momento do Oliver, acredito eu, ainda está por vir. Afinal, uma das grandes promessas do resto da temporada é o confronto direto do personagem com o seu ex-amigo, Slade. Apesar de eu quase sempre deixar de falar dos flashbacks, é impossível não falar sobre o que aconteceu no episódio The Promise. Depois de várias semanas enrolando com o trio de protagonistas zanzando pela ilha, eles finalmente tomaram o barco e causaram uma revolução. Muito fogo e tiro, assim como estávamos esperando. Mas, o mais importante, é que o Slade finalmente virou com o Ollie.

Agora só temos que esperar e assistir todo o mundo do nosso querido protagonista de capuz ser destruído. Esse último episódio serviu para causar a tensão desejada. Oliver recebeu claramente a ameaça, agora só resta esperar o Deathstroke espalhar o caos em torno de sua vida. E para comemorar esse ponto de tensão, a CW lançou um trailer de três minutos de duração, no melhor estilo cinematográfico, mostrando o que esperar dos próximos episódios. Temos muitos retornos e surpresas para os fãs da HQ, como o Esquadrão Suicida.

Mas antes de terminar a review, tenho que deixar aquele aviso esperto que eu prometi. Já adiantei que a série está abandonada, então cabe a você resgatá-la da ilha. Caso haja interesse de assumir as reviews semanais da série, basta mandar um email (nefferson_2@hotmail.com) com uma crítica de Arrow, de preferência um episódio recente. Só gostaria de alertar que buscamos textos de caráter crítico. Boa sorte a todos! Agora abaixo o trailer legendado do que veremos nas próximas semanas:

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