sexta-feira, 15 de novembro de 2013

[Crítica] Surface - 1ª Temporada


Status: Cancelada
Duração: 45 minutos
Nº de episódios: 15 episódios
Exibição: 2006
Emissora: NBC 

Água. O lugar perfeito para se esconder.

Crítica:
(Contém spoilers!)

Conheci essa série por causa da Leighton Meester em 2009. Quando comecei a acompanhar Gossip Girl, fui atrás de tudo que os seis principais haviam feito e me deparei com Surface. Por gostar de histórias com monstros marítimos e ver que a personagem de Leighton era uma das protagonistas, logo fui baixar a série.

A história acompanha Laura Daugherty, uma oceanógrafa que descobre uma criatura marítima nas profundezas do oceano, que emite uma forte luz azulada. O governo sabe da criatura, mas a mantém em segredo da população e não vai medir esforços para manter Laura longe do monstro. Para desvendar esse mistério, ela conta com a ajuda de Rich, que perdeu seu irmão graças a uma dessas criaturas. O que é engraçado é que a série não desenvolve o romance entre os dois. Muito pelo contrário: Rich é casado, mas distante da família - um dos plots explorados pela série -; enquanto Laura é apaixonada por um milionário.

(Prazer, sou o Nimrod)

Enquanto isso, acompanhamos também Miles, o filho mais novo da família Barnett. Em um passeio com o melhor amigo, Miles encontra um ovo e sem saber do que se trata, o leva para casa. Quando o ovo quebra, rende um pequeno monstro dócil, mas faminto, nomeado Nimrod. Outro ponto engraçado da série é esse: criar dois núcleos com os monstros, um composto por agilidade (Laura e Rich), enquanto outro é focado no sentimento criado entre Miles e Nimrod. Com o tempo, mais difícil fica de escondê-lo e para isso, Miles conta com a ajuda - mesmo que forçada - de sua irmã, Savannah (Leigh).

Mas o problema maior está por vir: as criaturas crescem em quantidade extraordinária e a população acaba descobrindo sua existência. Miles, claro, não quer que seu amigo vire um experimento ou morra, então decide levá-lo de volta ao mar. Porém, Nim criou um laço muito forte com o dono e volta, rendendo momentos emocionantes com o garoto. Os fãs de ficção científica vão adorar, mas tem um grande problema nas profundezas de Surface: o cancelamento.

Isso é um fator forte para não vermos uma série. Eu já assisti Surface sabendo disso, mas como eu disse, vi pela Leighton, então não tinha do que reclamar no fim. Mas foi isso que eu fiz, pois o cliffhanger deixado pelos roteiristas foi muito legal, onde uma tsunami chega e destrói a cidade. Além disso, é somente no Series Finale que os três protagonistas (Laura, Rich e Miles) se encontram, quando fogem juntos para a Igreja. A última cena foca na cidade totalmente acabada e cheia de água. Laura então diz: ''It is a new world''.

Como a Leighton acabou sendo escolhida para Gossip Girl nos últimos episódios de Surface, ela não voltaria na 2ª temporada, mas mesmo assim, eu continuaria acompanhando a série caso ela tivesse sido renovada, afinal o cliffhanger foi bem bolado. E isso é o que mais chateia, estava na cara que os roteiristas tinham um roteiro bem armado para mais um ano. Custava renovar a série para, pelo menos, uma temporada final, NBC?

A pesar de uma curta duração, recomendo que vocês vejam Surface, pois a série se manteve fiel ao tema proposto, além de inovar, afinal existe outra com monstros marinhos do tamanho de prédios com 30 andares? HAHA, vejam Surface. Vocês vão ficar meio desapontados com o fim, por falta de continuidade, mas vale a pena. Destaco também os ataques. São poucos, mas eu gostei de todas as cenas. Em um específico, a câmera não corta, nos dando tempo para analisar os resultados do ataque.

PS: Um fato no mínimo curioso (pra não dizer propaganda enganosa), foi que a Universal lançou a série no Brasil em um BOX com 4 DVDs, tratando Surface como uma mini-série. Aham, senta lá!
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