sábado, 23 de novembro de 2013

[Crítica] Reign - 1x06: Chosen

Irmãos, irmãos, mulheres à parte.

Review:
(Spoiles abaixo)

Pode pagar as promessas. Pois Reign, se continuar no caminho, não tem a mínima chance de cancelamento. Depois de ter assegurado a temporada inteira na semana passada, o episódio de hoje arrebentou na audiência. Foi o mais visto da temporada apesar de ter vazado na internet antes de ir ao ar. Então, meus lordes, é menos uma aflição no coração de um seriador. No meu, ao menos. Resta torcer para que a série continue no ritmo e ganhando cada vez mais audiência. Enquanto isso, vamos à França.

No último episódio Bash interrompeu um sacrifício e como pagamento da ofensa deveria escolher qualquer pessoa para ser sacrificada. Como ele ainda não havia pago a dívida, os hereges decidiram atacar Mary, por esta ser alguém com quem ele se importa. Afinal, já sabemos o quanto ela é importante para ele. E até o Francis sabe. E por causa disso, o atrito entre os irmãos pegou fogo. Pois depois que um colar foi deixado na cama de Mary como aviso e a sua segurança colocada em risco, nem o sangue em comum que corre  nos dois foi capaz de manter a paz.

Mary e Bash tiveram que conversar sobre o beijo, já que de clima estranho basta a ameaça sobre ela feita por causa dele. Ela tentou o convencer e a si mesma que nada teve importância. Embora tenha ficado claro que por trás das desculpas e do arrependimento há sentimentos mais intensos. Quem não queria falar sobre o beijo foi o Francis, o intrometido que estava na hora errada e no lugar errado. Desde então, só ficou dando patada no irmão e na noiva. De certa forma, com razão. Mas não esqueçam que foi ele quem colocou a ex namorada no palácio de novo. Acho que falta umas verdades na cara dele.

O segundo ataque contra Mary, foi bem "sutil". Um veado sangrando em cima de sua cama. O aviso foi tão claro que até a rainha Catherine interviu. Não por afeição à nora, é óbvio. Mas sim por suas crenças religiosas. E finalmente essa rainha serviu pra ajudar. Ela ameaçou todo os criados sem piedade para descobrir o que eles sabiam, até chegar ao responsável. E pelo que vimos, essa ameaça está intricada no castelo. Ninguém está seguro, e todos podem ser inimigos. É com certeza, um plot que dá atalho à outras tramas além do triângulo amoroso protagonista.

Bash, já estava se sentindo culpado o bastante, e mesmo assim, Francis, praticamente, o obrigou a pagar a dívida. Sem nem se importar com a honra e a consciência do irmão. Sebastian, então, escolheu um preso qualquer como holocausto e o levou até a floresta para o matar. Não acreditei por um segundo que Bash mataria o preso, o que ele não fez de início, pois como qualquer corpo seria o suficiente para o pagamento ele atacou um herege e o entregou. Porém, ao ser identificado pelo preso como filho do rei e da amante ele não hesitou em matá-lo. Sebastian tem mais vínculo com o povo do floresta do que imaginava. Sua mãe já foi adepta do culto ao qual os hereges participam e por consequência ele também faz parte desse povo.

No fim, Francis é um indeciso. Forçou o irmão à cumprir a exigência interessado não apenas no bem estar de Mary, como também na hipótese de ele morrer no caminho. Ciúmes justificado? E depois que faz o estrago se arrepende e começa pesar a consciência por ter imposto ao Sebastian tal sacrifício. E ainda joga a culpa na Mary. O beijo, na visão dele, foi o responsável por todas as desgraças ocorridas. E foi além, depois de lavar a roupa suja sugeriu em plena Europa Medieval um relacionamento aberto. Sim, essa modernidade! Pois assim, até a realização do casamento, cada um faz o que quer, pega quem quer. Tudo bem pra ele que voltou com a outra. Mas Mary não pode ficar com Bash. Pode esse absurdo?! Não aceito. Nem Sebastian. Ficou claro que ele não vai dever obediência ao irmão. Acho digno ele correr atrás do que quer.

E quem corre atrás do que quer também é o rei. Ele retornou da frança com a amante, porém é provisório até que ela se estabeleça em outro lugar. Kenna contou para as amigas sobre sua nova posição, e indiretamente começou a perceber as coisas que havia abrido mão e das condições impostas. O coração do rei também parece ser algo maleável. Foi bonito a declaração para a Kenna e o seu consentimento em mudar tudo que lembrava a outra. Porém partiu meu coração quando ele mostrou que ninguém muda. Uma vez infiel, sempre infiel. Ele segue à risca. Pelo que prevejo, Kenna vai precisar de muito jogo de cintura para se manter na corte e para manter o homem.

Beijos, até a próxima. Deixo a promo do próximo episódio:



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