segunda-feira, 7 de outubro de 2013

[Crítica] Once Upon A Time - 3x01/02: The Heart of the Truest Believer / Lost Girl (Season Premiere)


“Para de negar quem você é... Branca de Neve. Você pode ter sido uma princesa, mas você nunca será uma rainha.”

Review:
(Spoilers Abaixo)

“Infelizmente, é quase certo que eu não serei mais um habitante de Storybrooke na próxima Fall Season, então não retornarei para fazer as reviews da próxima temporada. Isso não quer dizer que eu abandonarei a série ou o blog ficará sem ela na grade. Outra pessoa assumirá meu lugar e eu continuarei assistindo, só não estarei mais a cargo das críticas. " Foram com essas palavras que Nefferson passou o pequeno feijão mágico para que eu pudesse ir até Storybrooke... Ou Neverland, tanto faz. Bom, se não perceberam, aqui não é o Nefferson, – o chefe está nas Ilhas Cayman, aproveitando os dias ensolarados e curtindo a vida intensamente, ao contrário dos nossos heróis, claro – aqui é Mateus Antony. Bom, dava para você ler lá embaixo né, mas não custa nada me apresentar. Irei resenhar o spin-off de OAUT também, caso não saibam; e claramente não sabem.

Juro que demorei algum tempo para pensar no que eu poderia escrever aqui. Demorou, mas eu tomei uma decisão. Primeiramente, quero pedir desculpas pela review dupla, mas em meio a tantas coisas para fazer acabei me esquecendo de OUAT, afinal, o pessoal do blog aqui também vive, né? E também há outro motivo: o primeiro episódio desta temporada não me empolgou, ao contrário do segundo, que foi surtante. Vamos esmiuçar tudo, já que os diabos estão nos detalhes.

No primeiro episódio, assistimos a uma das melhores cenas que esse seriado já nos proporcionou: o nascimento de Henry, no qual Jennifer Morrison mostrou o que é ser atriz. Gente, que cena é aquela? A profundidade no olhar dela. O medo, a aversão... O amor. Aí então, tivemos de assistir a cansativa jornada dos nossos heróis – e claro, nossos amados vilões, já que agora não há distinção, todos se uniram em prol do menino de ouro – para chegar até a ilha. Isso seria até interessante, mas para mim, eles não souberam aproveitar isto. Ok, houve sereias. Ok, houve uma tempestade que eu prefiro não comentar... Mas irei, claro. Mas, sabe aquela sensação de que faltou algo? Pois é. 


Sim, houve ação. Houve conflitos? Claro, só é reassistir aquela cena da tempestade. Já deu para perceber o quanto eu amei aquela cena né? ~le eu e meus friends, em um barco encantado, sendo pilotados por um pirata, no meio de uma tempestade (!!!)... O que a gente faz? Bora brigar, jogar a verdade na cara duzinimigo e pronto!~ Sim, só pondo nesses lençóis para você entender a ridicularidade da cena. O único sentimento plausível que me coube foi a vergonha alheia. Lá no barquinho, tínhamos uma salvadora, uma princesa/bandida, um príncipe/pastor, uma Rainha Má/heroína (sim, claro) e um pirata – já que logo no começo do episódio, Rumpels deu no pé. Em meio a tudo isso, sereias, socos, pontapés, tapas e uma tempestade ridícula (sintam o grau de ódio da minha pessoa por aquela cena). 

A previsão meteorológica é... Clima de Lost por todo lado.

Só nossa Salvadora mesmo para controlar a situação e conseguir unir todos, como se fossem todos amigos. Desculpem-me, mas nem o Salvador Master, Jesus, conseguiria isso... Conseguiria sim, mas esse não é o caso. Eu acho impossível que pessoas como Regina e Snow estejam em um mesmo local sem que haja pelo ou menos uma centelha de ódio no ar. Ok, pessoas como Hook e James até que é aceitável, já que eles não têm nenhum rancor no passado. Desculpem-me, eu sei que ambas estão unidas em busca de Henry, mas... Eu não conseguiria ficar ao lado da mulher que me deu uma maçã amaldiçoada. Muito menos de uma garota que destruiu minha vida.

E oncers, tive que reservar um parágrafo só para isso. Para as mulas que mais penaram na série inteira. Sim, Emma irritou com aquele papinho de “Isso não existe. Vocês são todos malucos!” na primeira temporada, mas essas benditas criaturas, pseudo-vilões, eram insuportáveis. Já sabem de que eu estou falando, né? Sim, Greg e Tamara. Vieram para nada, saíram para nada. Alguém sentiu falta deles? E ainda me pergunto como ela pode matar um homem feito de madeira com um choque, já que madeira não conduz eletricidade. Mas em uma terra onde corações brilham, há sentido para algo? O final deles foi digníssimo. Inclusive o de Tamara, que foi morta pela mão do Senhor das Trevas, do fodelão, Rumpelstiltskin. Eles deveriam tomar algumas aulinhas para aprenderem a ser verdadeiros vilões.

Já Neal, chegou a Floresta Encantada e foi salvo por Mulan, Aurora e Phillip. A única função dele até agora foi encher linguiça e ir até o castelo de seu pai, procurando por um artefato ou qualquer coisa que pudesse ajuda-lo a estabelecer uma conexão com Emma. Algo interessante irá rolar com Robin Hood ali. É paranoia minha ou eu vi algo ali entre Mulan e Nealfire? – sim, único jeito de encontrar um nome plausível para essa criatura de nomes infinitos. Já torço, já que Aurora e Philip formam um bom adereço. Sim, porque a única função dela é dormir e a dele é sensualizar com seu sotaque britânico.

E Henry, teve sua própria aventura, fugindo com um garoto que depois, ele descobriu ser o vilão de quem ele se escondia, Peter Pan. Afinal, aquilo era tudo um plano para provar que o garotinho tinha o mais altruístico coração de todos os reinos. Afinal, uma cria da Salvadora e do filho do Senhor das Trevas não pode ser um medíocre humano.


Já no segundo episódio, que se tornou um dos meus favoritos da série, vemos nossos heróis saindo de alto mar e se aventurando na ilha. Henry e Nealfire estiveram fora desse episódio, o que nos deu tempo de focar no que realmente importa: a busca pelo garoto.

Amei o clima nostálgico que houve nesse episódio. Eu estava determinado a reclamar e relembrar do antigo formato da série antes de ver o episódio. Amo que a série evolua, e quero que isso aconteça ainda mais. Porém, sinto saudades de quando os episódios eram intercalados com acontecimentos passados na Floresta Encantada. Que no final, se casavam perfeitamente. Fiquei boquiaberto quando vi minha Regina naquelas vestes promíscuas e voluptuosas que sentia tanta saudade. Simplesmente fantástico. Mesmo que o flashback dessa vez não tenha sido lá essas coisas, me deixou satisfeito. 


Toda essa história da Excalibur foi muito previsível. Qualquer oncer já sabia que James faria aquilo para dar confiança a Snow. Quando o espelho mágico mostrou a cena do despertar da Snow foi tão... Mágico? E A PRIMEIRA CENA DO PILOTO DA SÉRIE REPASSANDO? I kent, i kent. Gente, aquilo dali foi um choque. Confesso que reassisti o piloto depois disso. E quem resiste a boas piadas vindas de Regina e Rumpels? Quando nosso querido Senhor das Trevas esfrega na cara de Snow que a Excalibur era um truque, abri um sorriso sinceríssimo. E quando Regina e Snow se enfrentaram daquela maneira? Regina é... Tão Regina. Não há palavras para aquilo. Toda a história de Rumpels e Belle não me empolgou em meio aos flashbacks e a toda a adrenalina que estava movimentando nossos heróis.

Afinal, Peter entregou de bandeja para Emma um mapa. Que, curiosamente, estava em branco. O caminho até Henry só seria revelado se Emma aceitasse a si mesma. O que nos leva a primeira temporada e toda a insegurança de nossa heroína. Será que ela, uma simples e medíocre órfã, poderia ser fruto do amor verdadeiro? Destina a quebrar uma maldição milenar? Ai, como não amar isso? E aquela cena foi muito emocionante, Emma confessando para Snow que ainda sentia-se órfã... Doce ironia, aliás. Ela é tão solitária e desiludida quanto os garotos que a atacou... Tão solitária e desiludida quanto Henry. Peter deixou bem claro que Henry irá revidar, que Henry irá confrontar sua mãe. Ainda bem... Aquele vegetal precisa de mais ousadia, já que, na minha opinião, ele ficou a esmo na segunda temporada. Alguém aí tá preocupado se o James irá morrer? Ah, foi o que eu pensei. Pouca desgraça é besteira né? Porque esse povo sai de uma enrascada e entra em outra.

É isso, pessoal. Até o próximo episódio, que será comentado individualmente. Peço desculpas se não explanei tudo aquilo detalhadamente. Mas a crítica ficaria muito grande e cansativa... Mais ainda, né? Afinal, a jornada em busca do menino de ouro ainda não acabou. Ainda há muita coisa para acontecer.
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