segunda-feira, 16 de setembro de 2013

[Crítica] Dexter - 8x10: Goodbye Miami


Quando a morte insiste em te seguir.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Essa crítica é muito especial para mim, porque ela será a minha última. João finalmente está voltará a assumir, então é hora de eu arrumar minhas malas e partir para Argentina. Vocês não esperavam que eu morresse ou fosse preso, certo? Está na hora de um pouco de final feliz... Algo que possivelmente não ocorrerá na série. Fala sério, né! Seria muito emocionante ver o Dexter fugindo com a Hannah e o Harrison depois de ter matado o filho da Vogel, porém, temos que ser realistas. É muito difícil disso realmente acontecer. E os acontecimentos bombásticos desse episódio só confirmam isso.

Eu estou demorando bastante para assistir aos episódios dessa temporada. Acho que é por causa dessa sensação de "final". Não quero ficar sem o Dexter e, depois de já ter lido todos os livros, não sei como farei sem o meu serial killer favorito (Hannibal não curtiu isso). Eu já fiz um balanço sobre a série antes, mas, como essa é a minha despedida, sou obrigado moralmente a voltar a falar disso. A temporada em geral não está ruim, mas certamente não é uma chuva de sangue em um céu negro como o material de divulgação mostrava. Dexter está desesperadamente tentando montar uma família, mas sempre que ele está perto, tudo desmorona sob os seus pés. Os corpos não param de cair e, provavelmente, uma hora chegará o da Hannah.

A reviravolta sobre a identidade do Neurocirurgião foi inesperada, mas não o seu retorno. Gostei de todo essa interação entre a Evelyn e o seu filho. Pela primeira vez, ela se sentiu impotente. Alguns episódios atrás ela mostrou tamanho talento em dominar a mente de assassinos em série, mas seus talentos se tornaram impotentes perante seu filho. Pensei que ela se manteria ao lado dele, mas o fato dela ter tentado fazer o bem até o último momento certamente doeu mais em sua morte. A cena final pareceu extremamente familiar e me remeteu ao Casamento Vermelho de Game of Thrones. Obviamente sem o mesmo poder. Eu realmente fiquei sentido pela morte da Evelyn. Era uma das melhores personagens que já foram introduzidas nos últimos anos.

Hannah teve ótimos momentos essa semana. Além de ser aceita pela Deb, ela também teve a oportunidade que realmente está querendo formar uma família, mesmo que corra perigo. Em uma das cenas mais cretinas da série, Harrison consegue se machucar em uma esteira. Hannah, que está na corda bamba, teve que ir até um pronto socorro para darem pontos no queixo do garoto. Ela arriscou ser reconhecido para dar atendimento ao moleque. Eu entendo porque as pessoas não gostam da personagem, mas não a culpo pela queda da qualidade da série. Assim como todos os personagens que morreram injustamente, eu também ficarei muito chateado se ela acabar se tornando mais uma vítima.

Aliás, algo inédito aconteceu nesse episódio. Quinn, de fato, foi RELEVANTE. Vocês acreditam nisso? Deb estava bolada com a situação do irmão e ele realmente deu um conselho inteligente e a fez observar as escolhas do irmão de forma positiva. É para glorificar de pé! E, para sambar na nossa cora, o personagem ainda terminou o seu namoro sem graça com a Jaime e já deu uns pegas na Debra. É impressionante! Por mais que eu não queira Deb com ele, reconheço que faz sentido eles terminarem juntos. Mas ainda torço que ele caia sem cérebro até o Series Finale. Enfim, gente, foi ótimo entrar na mente dos assassinos com vocês, mas agora a Argentina me espera. Serei vizinho do Dexter... Se ele conseguir chegar até lá.
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