domingo, 28 de julho de 2013

[Crítica] Saving Hope - 2x03: Why Waste Time


So he’s my number, so call me maybe.

Review:
(Spoilers Abaixo) 

Que episódio delícia! É incrível como Saving Hope consegue me deixar bobo toda vez que o episódio acaba. A história se renova, eu me emociono, eu rio e fico com gosto de quero mais. Já são três episódios que eu me atrasei, foram semanas mais corridas do que eu esperava, mas finalmente chegar o fim de semana e me deliciar com a série não tem preço.

Mais uma vez nossos médicos ficaram divididos entre casos médicos e desenvolveram histórias distintas. Para começar essa review escolhi o do casal que mais me arranca suspiros e sorrisos bobos, Gavin e Maggie. Nessa semana o casal de namorados cuidou de um casal de adolescentes em quimioterapia que passou por uma crise com rompimento. Gente, como não amar o Gavin e a Maggie organizando jantar no pátio do hospital com direito a orquestra tocando Call Me Maybe? Foi lindo, foi leve e todo mundo saiu feliz com direito a esse sorriso lindo no final de tudo...

Coisa mais linda e fofa do mundo ♥

Por outro lado Alex tentava achar seu nicho e ser notada. Para ajuda-la nesse processo um médico sírio e sua esposa em estado gravíssimo chegaram ao hospital. Que história perfeita e que dupla que a Alex formou com o médico. Perto dele ela finalmente conseguiu encontrar inspiração e descobrir que o nicho dela é no trauma. Mesmo em meio aos problemas Alex conseguiu se impor, e foi ótimo vê-la mostrando autoridade em meio ao caos que permeou esse caso. Aproveitando esse parágrafo dedicado a ela quero expressar meu asco pelo Raycraft, ô cara chato e sem utilidade, por mim poderia pastar junto com a Dawn que não faria falta. Aliás, por falar na Belzebu, ela resolveu desaparecer no episódio e por uma review não tenho o que comentar dela. Todos vibram!

Outro caso lindo de se ver foi o do Joel, que tratou de uma atleta com problemas no joelho e um pai autoritário ao lado. Uma história já vista em outras séries, mas que ganhou uma nova perspectiva em Saving Hope. Joel precisou de um toque do Charlie para de fato convencer à atleta do que era melhor pra ela e passar por cima do bigdaddy. Em relação ao Joel só tenho elogios a tecer, o personagem vem evoluindo muito e segurando as rédeas da chefia do hospital, além de se mostrar um médico que corre atrás do que é melhor pro paciente.


Por fim e mais importante tivemos o lindo, maravilhoso e perfeito do Charlie sendo brilhante ao tratar de um espírito bígamo. Não bastasse o homem ter fraturado o quadril, quebrado uma perna e descoberto que tem leucemia, Charlie descobriu, enquanto o paciente estava em coma – ou quase isso –, que ele tinha duas vidas. Uma com uma esposa e doze cachorros e outra com uma esposa e duas filhas. Até agora me pergunto como ele conseguiu esconder isso das duas por tanto tempo, só sendo muito safado e malandro mesmo, já que eu nem consigo organizar minha vida de menino comportado e safado sem me complicar. O que eu gostei também foi do fato do paciente não lembrar nada do que falou pro Charlie no estado de coma e ele sair como o leitor de mentes e escavador de segredos, podendo usar tudo isso para persuadir o paciente. Enfim, o fato é que a máscara caiu. Aprendam a lição meus amados leitores: bigamia é crime, a menos que você seja um ninja level extreme.

Parece que os produtores da série escutaram minhas preces e resolveram apimentar as cenas entre o Charlie e a Alex, estreando a cama e colchão novos com grande estilo e novos movimentos. Me chamem na próxima, podemos fazer voyeurismo e a Alex pode ser a que observa. Brincadeiras à parte, logo tem a review do terceiro episódio, até lá!
Compartilhe
  • Share to Facebook
  • Share to Twitter
  • Share to Google+
  • Share to Stumble Upon
  • Share to Evernote
  • Share to Blogger
  • Share to Email
  • Share to Yahoo Messenger
  • More...
Comentários
0 Comentários

0 comentários:

Postar um comentário