terça-feira, 16 de julho de 2013

[Crítica] Continuum - 2ª Temporada (Primeira Parte)


Status: Indefinido
Episódios (Primeira Metade): 1-6
Emissora: Showcase

Meu nome é Kiera. Eu vim de 2077.

Crítica:
Spoilers Abaixo!


Alô, alô, aqui estou. Pensaram que eu ia abandonar a série? É, também pensei que ia. O tempo ganhou de mim, acabei acumulando muitos episódios da séries. Ficou uma loucura, era muito episódio pra ver e criticar de uma vez. Então, chefinho trouxe a solução, fazer duas críticas especiais com as duas partes da temporada. E Deus sabe que não estava preparado pra abandonar as aventuras de Kiera agora, ainda mais quando a série começou a emplacar de novo. 

A verdade, é que essa segunda temporada de Continuum está sendo um completo dejá-vu da primeira, os mesmos erros têm sido cometidos. A série é excelente, não enrola muito, mas o ritmo é muito "devagar quase parando". As coisas demoram tanto pra acontecer que a gente prevê o que vai acontecer por causa disso. As duas grandes reviravoltas da temporada até agora, estavam completamente óbvias. Betty, e a mina que o Alec estava pegando, ambas estão trabalhando para os supostos vilões. Gente, eu digo que a Betty é suspeita desde a primeira temporada, e essa garota ruiva que está pegando o Alec tinha "suspeita" escrita na cabeça, um cego veria de que lado ela está. Uma pena, porque realmente estava torcendo pros dois como casal. Alec é muito gatinho pra ficar forever alone

Uma surpresa que o roteiro me proporcionou foi Kiera contando a verdade pro Carlos tão cedo na temporada. Gosto da interação dos dois, mas sinceramente, não consigo vê-los como casal. Aliás, eu estava pensando que esse sexto episódio seria um completo filler e não traria muita coisa pra trama, mas estava enganado. Além de Kiera contar toda a verdade pra Carlos, finalmente conhecemos o Esher, que por enquanto, não mostrou a que veio. 

Outra coisa que me surpreendeu foi na revelação do pai do Alec, gostei muito desse plot twist, foi uma informação nova interessante. E já quero ver mais da interação entre os dois. Os dois trabalhando pra construir uma máquina do tempo vai ser muito interessante, principalmente se a máquina funcionar.

Agora, não gosto NADA do que Kellog está aprontando, está óbvio que ele quer controlar todas as novas descobertas e inovações afim de ser o todo poderoso do futuro. Enquanto Kiera fica ocupada com o Liber8, o verdadeiro vilão é ele. Ainda bem - ou não - que Esher atrapalhou um pouco dos planos dele.

Um ponto alto dessa temporada têm sido a divisão ideológica da Liber8, é legal ver os vilões brigando entre si. Porque sempre rende cenas de embate ótimos, é meio que cada um querendo ser mais inescrupuloso que o outro. Mas confesso que sem Kagame, eles estão bem perdidos. Afinal, qual o objetivo deles? Incentivar uma revolução?

Como eu disse nas poucas críticas individuais que fiz - que vou linkar no final dessa review - essa temporada tem focado muito em Kiera e na humanização da personagem. E tem dado certo, acompanhar um pouco mais do passado e da vida dela tem sido interessante. Muitos reclamavam que a personagem era muito robótica, não podem mais dizer isso, não é? Ela tem sim sentimentos, vimos isso diversas vezes nesses seis episódios.

Bom, mais uma vez peço desculpas por isso, e prometo que vou tentar dar um jeito no meu tempo pra evitar os atrasos. A questão é que assim como na série, eu lhes pergunto: Nós controlamos o tempo, ou o tempo nos controla?

Críticas Individuais:
2x01: Second Chances
2x02/03: Split Second/Second Thoughts
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