terça-feira, 14 de maio de 2013

[Crítica] Supernatural - 8x22: Clip Show

Novinha em folha... Ou quase isso.

Review:
(Spoilers Abaixo) 

Não estamos em Mystic Falls, mas quem disse que não podemos ir atrás da cura? Não para o vampirismo, já que isso não é mais um tabu desde a sexta temporada. Mas sim pras almas corrompidas no inferno que se transformaram em demônios. Esse é o terceiro teste que Sam precisa realizar para que os portões do inferno sejam fechados terminantemente sem que o rei do inferno possa mover uma palha. E essa é a grande proposta pra nossa tão aguardada Season Finale. Expectativas a parte, vamos ao penúltimo episódio ver como ficou a loucura toda.

Não sei vocês, mas ao terminar de assistir Clip Show, tive a impressão que o episódio acabou na metade. Foram quarenta minutos de Crowley homicida, mortes injustas, Abaddon costurada e anjos caídos desobedientes pra terminar tudo como se tivessem dando um simples comercial. Então, ao que tudo indica, a Season Finale já começou nesse episódio e terá sua parte dois exibida quarta feira. Meu palpite é que será a melhor Season Finale das ultimas temporadas, e agora vamos saber por quê.

Depois de desvendar qual era o terceiro teste, Sam e Dean começaram a procurar respostas na papelada que os homens das letras deixaram. Além de um calabouço cheio de correntes, eles descobriram que houve um exorcismo incomum há alguns anos filmado pela garota que Abaddon possuiu. O video lhes levou até um dos padres – ainda vivo – que presenciou o exorcismo, e por ele chegaram até o material do padre superior, que acreditava ser possível curar demônios com a ajuda de um procedimento e de um ritual incomum de exorcismo. Porque, no final, todos eles tiveram uma vida humana, até mesmo os sangues puros.

E quem foi escolhido pra ser a cobaia do experimento? Exatamente, Abaddon. Não a versão Unrated, mas uma Limited Edition que surtiria o mesmo efeito. Sam e Dean pegaram os restos da moça e costuraram como Tiffany fez no seu amado Chucky. A única diferença é que, de tão espertos, os Winchesters decidiram não costurar suas mãos. Simples, prático e inteligente, só que ao contrário. Porque mesmo com a bala enfeitiçada no crânio – graças ao pai do John há alguns episódios – ela conseguiu tirar a mão da caixa sozinha pra ajuda-la a escapar. O que obviamente não iria acontecer se os Winchesters não tivessem costurado também suas PERNAS, mesmo que contasse com a ajuda de duzentas mãos demoníacas.
Já que não podiam fazer nada a respeito da fuga da demônia, Sam e Dean resolveram comprar as ameaças de Crowley e ir exatamente ao lugar onde ele mandou. Lá eles recebem um telefonema demoníaco – sim, o 666 apareceu na tela – dizendo que enquanto não parassem de tentar curar um demônio ele iria matar todas aquelas pessoas que salvaram desde o começo da sua jornada. Isso explica porque um dos coadjuvantes mais who’s da série inteira voltou - quase oito anos depois de sua pequena participação - apenas pra morrer novamente. Lembram do garoto que um Wendigo capturou no segundo episódio da primeira temporada? Pois é, meus pêsames.

Mas o verdadeiro foco ficou sobre Sarah, outra coadjuvante da primeira temporada. Não lembro de cabeça o enredo que ela participou, só lembro que foi uma das poucas garotas com quem o Sam ficou após a missão, já que todas caiam na lábia do Dean. Só com isso já dava pra ter uma ideia do quanto aquilo afetaria os irmãos, mas eu não esperava que ela fosse morrer de verdade. Achei que seria mais um salvamento clichê como os que estamos acostumados, mas não foi. Sam e Dean reviraram o quarto inteiro procurando o saquinho de feitiço que asfixiava a garota pra no final descobrirem que ele estava dentro do celular. Enquanto isso, Crowley dialogava majestosamente sobre o quanto a morte das pessoas que salvaram iria deixa-los sem chão. Foi uma cena extraordinária, tanto pela parte dos atores quanto pela direção. Então sou moralmente obrigado a dar os parabéns pra série.

Quantos aos anjos, bem, eles continuam brincando de matar no playground celestial. Só que agora surgiu uma esperança pra impedir que seu desentendimento caia sobre os humanos. Metatron sugeriu a Cas que começasse a realizar os testes da Tábua dos anjos pra fechar as portas do paraíso até que os irmãos se entendam. O primeiro era matar um Nefilim, que já foi concluído com a ajuda – ou atrapalho – do Metatron. Agora sabe lá Deus qual vai ser o próximo e se vai dar tempo de fechar céu e inferno simultaneamente. Já pensaram no que o mundo pode se tornar se o céu for lacrado, mas o inferno continuar mandando seus convidados VIPs pra Terra? Nona temporada, não faça isso com a gente. Ou faça, porque se eu bem me lembro, você nos deve um apocalipse. 

Observações celestiais: 

- Será que Abaddon aprova o título de Rei do Inferno dado ao Crowley? Ela ficou meio revoltada quando soube que um vendedor era superior a ela. E sendo um demônio de sangue puro imortal, poderia muito bem ficar com o trono. Sou muito mais uma vilã poderosa a um vilão engraçado, me desculpem. Crowley foi o vilão por três temporadas, já está na hora de inovar.

- Que morte simplória essa da Sarah, hein? Esperava que seus olhos sangrassem ou vomitasse sangue, mas asfixia? Pra isso ninguém precisa de bruxaria, travesseiro de hospital é muito mais eficiente e dramático. Se liga, produção.

- Não é só você que sente falta do antigo corte de cabelo do Sam, Sarah. Até a décima temporada já vai dar pra fazer comercial da Garnier. Se liga, Padalecki.

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