terça-feira, 16 de abril de 2013

[Crítica] Suburgatory - 2x20: Go, Gamblers!

Ryan Shay! Ryan Shay! Mid-Florida Tech quer você... Pra caramba!

Review:
(Spoilers Abaixo) 

É, pessoal. Estamos a algumas semanas de dizer adeus aos moradores de Chatswin por mais um ano. Fui criticando e criticando, e só agora percebi que já estamos no episódio 20 da segunda temporada. Mas vocês sabem que eu acho hiatus necessário pra manter a qualidade de uma série, então não vale ficar deprimido. Até porque, tudo indica que teremos uma finale tão positiva quanto o resto da temporada que tivemos. A não ser que o universo esteja com raiva de nós por termos feito de Chatswin nossa cidade turística preferida.

Infelizmente nem todos foram feitos para o subúrbio. Não estou falando de Tessa ou George, eles já foram domesticados e estão muito bem desse jeito. Estou falando de Ryan “O Corpo” Shay, que precisou enfrentar o dilema sobre a escolha da faculdade agora que vai terminar seu ensino médio. Ele sempre quis ir para Mid-Florida Tech, mas não estava preparado pra abrir mão das coisas que tinha em Chatswin. Então pediu a namorada super intelectual que o ajudasse a decidir. Porque as líderes de torcida seminuas pagando pra ele ir pra Florida não significava nada, ta?

A princípio, Tessa tentou fazê-lo enxergar que devia ir pra onde seu coração mandava, mas psicologia regular não funciona com nenhum morador do subúrbio Nova Yorkino. E como trazer Carmen Electra só trouxe presentes caros à Lisa – e uma dancinha melhor que Harlem Shake, o jeito mais fácil de fazer Ryan decidir era trapaceando. Tessa disse que escreveria o nome de várias faculdades numa folha de papel, dobraria cada uma delas e só o que Ryan precisava fazer era sortear uma delas no boné pra tomar uma decisão. Mas na verdade ele escreveu o nome da Mid-Florida Tech em todas elas, pois achava que assim estaria ajudando o namorado a realizar seus sonhos. 

O plano tinha tudo pra dar certo no final, mas nossa Dalia Thorne, digo, Dalia Royce, estava toda montada na Emily Thorne pra se vingar de uma certa ruiva que semana passada arruinou seus planos de vingança contra a ex namorada (Gente?). Simplesmente odiei o término da Tessa e do Ryan, mas como não amar Dalia em todos os sentidos? Seja apática, boazinha, malvada, fã do Slipknot... Enfim, não tem como ficar com raiva por ela ter provocado o término. Na verdade, foi uma das melhores ideias que esses roteiristas tiveram, porque Tessa jurou vingança, e acho que nessas duas ultimas semanas esse subúrbio vai pegar fogo.
Do outro lado da trama estava George, o papai que estampou o mês de dezembro no calendário promíscuo da cidade. Depois de uma discussão sobre despesas e relacionamento, ele decidiu pedir a Dallas para que morassem juntos. Tipo, juntos mesmo, com as filhas em quartos lado a lado e TV a cabo em HD. Porque é um absurdo ir na casa da namorada ver um filminho e perceber que não está com qualidade Blu-ray, do mesmo jeito que é inaceitável ter duas contas no NetFlix quando poderiam ter uma pros dois em HD (!). Estão percebendo a profundidade do drama? Pois é, nem eu.

O que salvou o plot de ser chatinho foi a Sheila se metendo na vida do casal. Sério, pessoal, essa mulher é incrível. Não me importo que seja um tipo bizarro de semi-antagonista, quando ela se mete em alguma coisa sempre vale a pena. Essa semana ela fez questão de encontrar uma compradora pra casa do George antes mesmo de ir à venda. Tudo só pra que ela tenha uma vizinha nos padrões de Chatswin que não se incomoda em ter alguém intrometido na sua vida. Ryan está indo embora, Lisa é um alienígena e Fred é a mulher da relação, então Sheila realmente precisa de uma ocupação.

Fiquei feliz por George e Dallas estarem dando um passo adiante na relação, mas o que vai ser da gente depois daquela cena dramática entre o Ryan e a Tessa. Acho que foi a primeira vez que eu me emocionei de verdade vendo a série. Principalmente por causa da Jane Levy, que um dia, escrevam o que eu estou dizendo, vai ser merecedora de um Oscar. Só espero que quando isso acontecer ela não caia igual a Jennifer Lawrence. Mas se cair, espero que esteja usando um Dior.

PS: Que sexo bizarro foi quele que a Carmen narrou? Será mesmo que o corpo dela é Wonderland? Hahaha!
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Comentários
1 Comentários

Comentário(s)

1 comentários:

  1. Vocês poderiam fazer uma critica do filme "RAÇA SELVAGEM 2008/2009, É MUITO BOM, PENSA NO FILME DE TERROR COM UM FINAL URPREENDENTE!!!

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