terça-feira, 23 de abril de 2013

[Crítica] Smash - 2x08/09: The Bells and Whistles / The Parents


Não podemos escolher nossos parentes.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Não é supresa para ninguém que Smash não voltará mais para uma temporada. Antes mesmo de ter sido transferida para os sábados, os números de audiência davam como certo o cancelamento. A troca de dia foi apenas o prego no caixão da série. Felizmente, a NBC prometeu que exibirá todos os episódios restantes e os produtores garantiram que a série terá um final amarrado, porque eles tiveram chance de alterar o roteiro e dar um final decente para a história e os seus personagens. Somente isso me fez continuar acompanhando Smash.

Não é segredo para ninguém que esta temporada não está me agradando. De fato, suas tramas são chatas e sem sentido. Os atores foram direcionados para situações estranhas, que os fizeram regredir ao invés de evoluir. De uma temporada para outra, eles tiveram alguns dos episódios irritantes, como Ellis, mas acabaram colocando outros ainda mais insuportáveis no lugar, como o Jimmy - que terá grande importância na história, para minha tristeza. Enfim, foi uma temporada de erros, o que ocasionou na falta de interesse do público. É claro que também estou considerando o fato da série não receber mais o seu lead-in do The Voice, que é arrebatador de salvador de audiência.

O oitavo episódio foi marcado com discussões. Derek e Jimmy bateram de frente e o apocalipse foi formado. Karen ficou no meio dos dois, tentando impedir que colocassem fogo um no outro com o poder do ódio em suas mentes. Dizem que a testosterona e o orgulho ferido podem ser mortais. Quem sabe muito bem disso é o Tom, que começou a perceber que a carreira de diretor exige os seus sacrifícios. Ele decepcionou o seu namorado, que foi desenterrado no inferno - aparentemente para função alguma além de um número qualquer -, e a sua amiga, Ivy.

E quem o Tom recorre para pedir conselhos de direção? Isso mesmo, para o nosso querido e amoroso Derek. E o que ele viu quando chegou ao local? O apocalipse, em sua forma mais irritante. Ficou claro então que a amizade e o trabalho não andam juntos. E se o Tom quisesse mesmo ter sucesso em seu novo cargo, teria que aprender a cortar os desejos das pessoas, mesmo que sejam seus amigos. Essa foi uma atitude mais do que certa, considerando que ele pensou que poderia ouvir os conselhos de todos. Ivy aprendeu que a mudança inesperada pode vir dos lugares mais sombrios.

Ela provavelmente foi a que mais sofreu, porque diferente dos outros atores, ela teve que encarar a pessoa de quem sempre fugiu: Sua mãe. A relação entre a Ivy e sua mãe sempre foi interessante para mim, então foi um dos pontos mais interessantes do nono episódio. No começo, elas repreenderam suas emoções, encenando brigas como conversas casuais. Porém, todos sabiam que não iria demorar muito para as duas explodirem uma com a outra. E não poderia ter sido uma cena mais tensa, onde uma falou verdades na cara das outras. E, como já era de se esperar, as verdades da Ivy foram muito mais duras, porque sua mãe quem errou com ela durante toda sua vida.

Agora, Ivy oficialmente não é mais amiga do Tom. E tratou de deixar isso bem claro. Por último, gostaria de falar sobre o novo plot inútil da Julia. Depois de um pseudo-romance com o dramaturgo (que acabou do nada !!), ela agora virou stalker de um amigo que tinha anos atrás. Acontece que ela ferrou com ele e agora quer o seu perdão. Como lidar com isso? Vamos ignorar, porque é ruim demais. Até a próxima.
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