quinta-feira, 11 de abril de 2013

[Crítica] A Saga Molusco: Anoitecer


Direção: Craig Moss
Ano: 2011
País: EUA
Duração: 82 minutos
Título Original: Breaking Wind

Crítica:

Eles querem chupar mais do que o seu sangue.

Desde que Todo Mundo em Pânico caiu nas graças do público, sátiras de todos os tipos de filmes passaram a ser feitas as pressas, sem o menor tipo de cuidado com a produção. Chegou até um momento em que isso se tornou uma verdadeira febre, então as sátiras inundavam as estréias. Nem preciso dizer que, a cada filme, a qualidade caía ainda mais. Com o público percebendo isso, a bilheteria começou a cair, junto com as sátiras mal formadas. Hoje em dia, são poucas as sátiras que são feitas... Mas A Saga Molusco: Anoitecer está aqui para provar que elas ainda existem, e continuarão a te assombrar...

A história gira em torno de uma jovem, sexualmente frustrada, apaixonada por um vampiro. Seu amor é ameaçado quando Victoria passa a desenvolver um exército de vampiros, para acabar com a jovem Bela. Agora, Jacob e seu bando terão que se unir ao grupo de vampiros para lutar contra os Noobs e salvar a vida da humana. Enquanto isso, Bela terá que escolher entre o gelado Edward ou o volumoso Jacob. Que a saga continue!

Vocês perceberam que a história é completamente igual ao A Saga Crepúsculo: Eclipse? Foi tão idêntico, que eu fiquei até com vergonha alheia. Vale lembrar também que já existe outra sátira a franquia Crepúsculo, chamada Os Vampiros que se Mordam, focando em destruir e “reimaginar” os dois primeiros filmes da saga. O principal erro dessas duas sátiras, principalmente dessa, é seguir a risca a história do filme plagiado. Satirizar momentos icônicos de outros filmes é sempre bem-vindo, mas só há uma cena em que o roteiro realmente “improvisa”.

Estou falando do momento em que o chefe dos lobos conta a velha história de como uma moça salvou a sua tribo, décadas atrás. Eu pensei que até este momento seria copiado descaradamente, mas até que eu surpreendi. Em uma das cenas mais engraçadas do filme, temos diversos Jonnhy’s Depp, fantasiado com seus diversos personagens, correndo atrás do povo da tribo. Achei muito engraçado e até surpreendente, até porque, os movimentos estavam iguaiszinhos. Mas não esperem nada melhor do que isso, porque toda a originalidade acaba por aqui.

As outras piadas se limitam com temas sexuais e coisas nojentas. Quase todo mundo pega todo mundo e quase todos soltam gases, o que é nojento demais e não tem a menor graça. Sendo assim, as piadas com teor sexual é a única coisa que segura o roteiro. Temos ainda, algumas investidas, como os “pequenos Cullens”, que é totalmente desnecessário e sem a menor graça. No entanto, a Rosalie tentando matar a Bela rende algumas cenas engraçadas, porque a “vadia nunca morre”. Então achei que a Rosalie devia ter tentado mais durante todo o filme, porque foi uma das poucas coisas engraçadas.

Outro momento divertido, é quando o Jacob está precisando de ketchup para o seu sanduíche. Bem, eu não recomendo. Um filme tão estúpido que pode destruir neurônios. Mas, para aqueles que gostam de sátiras e não se importam com as centenas de piadas sem graça ou até mesmo gostam de toda esta bobeira, fiquem a vontade. Se vocês estão apenas procurando uma sátira sobre a franquia dos vampiros vegetarianos, veja Os Vampiros que se Mordam, que é melhor do que este. Mas, não se esqueçam, os dois SUCKS!



Trailer Legendado:

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