domingo, 24 de março de 2013

[EA] Eliminação #4

Todo Domingo é dia de que? Exatamente, dia de eliminação gostosinha no nosso concurso. Vocês já fizeram a parte de vocês votando nos seus preferidos, agora é a vez dos jurados decidirem. Quem fica? Quem sai? Façam sua macumba e boa sorte aos dois candidatos.

Não, não houve desistência nessa semana e espero que siga assim até o final da competição. Ufa né geit? Parecia até que tinham amaldiçoado nossa competição, HAHAHA! Mas enfim, Bora ler?


Participante:
Tema: Spin-Off de The Walking Dead

The Walking Dead

Era noite. Harry, James e Sarah estavam acampando tranquilamente em uma floresta isolada quando se assustaram com um barulho.

            -O que foi isso? - Perguntou James.

            -Não sei. – Sarah olhou floresta adentro e viu um homem cambaleando. – Rapazes, me ajudem aqui! – Ela correu para socorrer o estranho que havia caído no chão. – Ele está desmaiado – Disse.

            -Ei, senhor, pode me ouvir? – Perguntava Harry, desesperado. – Temos que levá-lo para um hospital. James, pegue chave do carro.

            Harry dirigia em alta velocidade para levar o estranho ao hospital. Ele tinha apenas dezoito anos acabara de se formar. Possuía olhos claros, cabelos curtos e escuros e era bem alto, diferente de Harry, que era baixo, loiro e tinha os olhos verdes. Sarah era morena. Tinha os cabelos longos e compridos e os olhos marrons. Ela segurava a mão do homem desmaiado no banco de trás.

            -Você vai ficar bem. – Falou. De repente, o estranho abriu seus olhos. Sarah se assustou e bateu a cabeça. Harry parou o carro imediatamente. Foi quando o homem saltou em seu pescoço, mordendo-o com tanta força, que rasgou sua garganta. Muito sangue espirrou na garota, que gritava tentando abrir a porta. Rapidamente, o homem pulou em cima dela, quebrando seu pescoço. James pulou pela janela do veículo enquanto o morto-vivo devorava sua amiga.

            Correndo desesperadamente e sem rumo, ele não percebeu que um caminhão vinha logo atrás. O motorista tentou frear, mas já não dava mais tempo. As rodas esmagaram a cabeça de James.

            -Meu Deus do céu! – Berrou o motorista descendo do caminhão. Assim que viu o garoto morto em baixo de seu veículo, pegou o telefone do bolso e ligou para o Xerife, que era um antigo conhecido. Ninguém atendeu. Foi quando lembrou que após ter levado um tiro, ele estava em coma no hospital da cidade. – O que eu vou fazer agora?

            O morto-vivo sentiu cheiro de sangue. Desceu do carro e, devagar, foi em direção ao corpo de James, que estava a poucos metros dali. O caminhoneiro, ainda desorientado, não percebeu que logo atrás dele havia um zumbi sedento por carne. Ele o mordeu no pescoço, derrubando-o. Já desacordado, o homem começou a ser devorado aos poucos pela criatura.

            -Josh, desliga essa merda de música! – Gritou Grace para o irmão mais novo.

            -Me deixa. - Respondeu ele. – Grace dirigia em direção à cidade de Atlanta, onde seus avós esperavam ela e seu irmão para passarem juntos o fim de semana. Ela era uma garota loira de olhos castanhos de vinte e poucos anos. Já seu irmão Josh, de dez anos, era ruivo e tinha os olhos castanho-claro. – O que é aquilo? – Perguntou ele a irmã, apontando o dedo para um carro parado no meio da estrada.

            -Espere aqui dentro, vou verificar. – Grace, quando foi checar se havia alguém dentro do veículo abandonado, percebeu que as janelas estavam repletas de sangue. Quando se aproximou mais um pouco, encontrou os corpos de Julie e John, ou pelo menos o que havia restado deles. Ela gritou e correu para seu carro.

            -O que aconteceu?! – Perguntou seu irmão assustado.

            -Feche os olhos quando passarmos por aquele carro, está bem? – Ela deu partida no veículo e pisou no acelerador com força. Estava tão assustada com o que viu que viu que não percebeu que havia um caminhão parado logo a sua frente

            -Cuidado! – Gritou o garoto do banco de trás. – Ela freiou rapidamente e o carro derrapou na pista, batendo em uma árvore.

            -Josh, você está bem? – Perguntou Grace.

            -Estou sim. – Os dois desceram do carro e encontraram sangue no chão, próximo a porta de motorista do caminhão. Mas o pior mesmo foi quando viram o corpo de James sem cabeça caído no asfalto. Josh se abaixou e vomitou enquanto Grace começou a chorar. Quando ele levantou o rosoto, deparou-se com o motorist, repleto de mordidas. Ele pegou o garoto pelo pescoço e o mordeu. Grace gritou e tentou atacá-lo, mas outro morto-vivo apareceu por trás dela, jogando-a no chão.

            -Josh! – Gritou ela, em prantos, vendo seu irmão mais novo sendo devorado. O morto-vivo  se aproximava dela lentamente. Ela levantou-se e correu para dentro do caminhão. A chave ainda estava na ignição. Ela pisou no acelerador e, passando por cima do cadáver de Harry, dirigiu para longe dali.

            Amanhecia e a jovem Grace chegava na cidade de Atlanta. Centenas de carros estavam parados pelas ruas desertas da grande metrópole. Ela ainda estava em choque pela morte de seu irmão e por tudo que havia visto. Era difícil de acreditar no que estava acontecendo.

            O combustível acabou e ela desceu do veículo. Começou a caminhar sem rumo. Nada mais fazia sentido em sua cabeça. Enormes tanques de guerra estavam na rua, parados. Corpos de soldados estavam por toda parte. Ela tinha a impressão de que, a qualquer momento, um deles poderia levantar-se e tentar matá-la.

            -O que está acontecendo aqui? – Perguntava.

            Um barulho foi ouvidode dentro de um restaurante. Assustada, Grace pegou uma barra de ferro , e entrou no lugar. Havia muitos corpos em cimas das mesas. A cozinheira estava deitada no chão com o rosto queimado. Ela andava devagar, quando escutou outro barulho.

            -Quem está aí? – Perguntou ela. Não houve nenhuma resposta. Continuou andando e foi para a cozinha. As paredes estavam cobertas de sangue, mas não havia nenhum corpo. Os barulhos vinham de trás de um fogão. Quando foi verificar, se deparou com algo assustador: um morto-vivo estava comendo os restos de um garçom. Seu intestino estava a mostra. Ela não se controlou e gritou. O morto-vivo se levantou e tentou agarrá-la, mas ela o acertou na cabeça com o barra de ferro.

            -Meu Deus... – Disse ela, suspirando. Quando se virou, vários zumbis estavam caminhando em sua direção. Ela correu para a porta dos fundos, mas estava trancada. Não havia mais saída. Desesperada, ela tentou acertar alguns deles com a barra de ferro, mas na primeira tentativa, deixou o objeto cair. Eles cercaram ela e um policial a mordeu no braço. Todos começaram a atacá-la e a arrancar partes de seu corpo. Ela gritou enquanto conseguiu, mas depois de alguns segundos tudo ficou silencioso novamamente.

FIM

Opiniões:
Nefferson: Os mentores dos candidatos que estiverem na Morte Súbita permanecerão com a opinião nula.

Ricardo: Não assisto The Walking Dead ainda, por isso não posso falar sobre a ambientalização que ele criou, por isso vou comentar apenas sobre o texto em si. Bom, esse texto foi um tanto quanto ruim, faltou tudo. Pra começar, até um abacaxi passa mais emoção. Os personagens foram rasos, como se o autor quisesse apenas criar um choque pela sua ousadia de matar todos eles. Lógico, que ele falha miseravelmente, porque já vimos isso em outros contos mais bem sucedidos. Isso sem falar na concordância duvidosa em alguns trechos do texto. Sendo completamente sincero, vai ser um prazer ver alguém que mereça, sair da competição.

Luiz: Gustavo, sua história estava boa. Bem escrita e com acontecimentos interessantes, entretanto você não explorou bem o que pedimos. A única menção ao grupo do Rick, ou melhor, a ele, foi uma ligação que tentaram fazer a ele. Quando sua personagem chegou em Atlanta esperei que ela involuntariamente se ligasse com a chegada do Rick à cidade ou ao grupo que já estava lá. Enfim, vamos aguardar para ver como seu adversário se saiu, no mais, parabéns.

João: Eu sinceramente não entendi. Não sabia se era uma história ou se você estava narrando pra mim o filme que assistiu ontem através de uma conversa informal... O que você acabou de escrever, Gustavo? Espero que alguém me responda. Faltou emoção, foco e paixão pelo que está fazendo. E isso realmente não pode faltar, não quando você está competindo com o candidato mais votado do concurso. Resumindo, foi cafona e eu odiei. Next...


Participante: Valdir Luciano
Tema: Spin-Off de The Walking Dead

It's Alive


Prólogo
                O silêncio absoluto incomodava os ouvidos da criança e o homem que permaneciam sentados à mesa, num ambiente frio e pacato. A cozinha era pequena, mas o som da fritura no fogão ecoava extensamente pela casa, pois não havia outro som que pudesse cobrir aquele.

                Jake, o menino de aproximadamente dez anos, encarava o prato vazio sobre a mesa com olhos inexpressivos, enquanto Carlos – seu pai – estava com os cotovelos sobre a mesa e mãos unidas sob o queixo. Os olhos fechados revelavam o sentimento de preocupação e impaciência. Seus pés rebatiam-se ao chão, demonstrando seu nervosismo.

                Por fim, o fogo se apagou e os ovos mexidos foram lentamente trazidos à mesa: Amanda os serviu de forma calada, fitando o vazio da mesa. Sua aparência cansada demonstrava as noites sem dormir por consequência de brigas com o marido, discussões no serviço, impaciência com o único filho e revolta com a vida que ela não desejou ter. E por mais que ela não desejasse expor à sua família os seus problemas, era praticamente impossível não perceber tamanho desgosto estampado em sua face.

                - Mãe – Jake disse, quebrando o silêncio da casa.

                A mulher sentou-se à mesa, ainda calada, não respondendo ao chamado do garoto.

                - Mãe... – novamente ele disse, agora num sussurro que mais parecia uma imploração pela atenção da mãe.

                Amanda, ignorante, cortou um pedaço de seu ovo mexido, juntou-o com o bacon frito envolta do prato e o elevou à boca, com olhos que continuavam a fitar a mesa. Mastigou, então, com rapidez.

                Logo, os talheres de Carlos foram jogados sobre o prato. O arfar de suas narinas revelou o fim da paciência com sua mulher.

                Ele a encarou e disse:

                - Não vai falar com o seu filho, Amanda?!

                Rapidamente, o garfo em uma das mãos de Amanda escorregou sobre a mesa, e ela respondeu com peso nas palavras:

                - Você falou com ele hoje, Carlos? Ou esteve muito ocupado falando com a SUA OUTRA FILHA NO TELEFONE HOJE DE MANHÃ? PELO JEITO, ELA É A SUA PREDILETA, NÃO? OU SERÁ QUE ERA MESMO A SUA FILHA? SERÁ QUE NÃO ERA A MÃE DELA? QUEM SABE?

                Jake fechou os olhos e baixou a cabeça. Ele sabia que uma nova discussão estava para acontecer naquele momento. O café da manhã já havia acabado antes mesmo de começar.

                - Você não tem o direito de falar assim da Minha filha! – exclamou Carlos, levantando-se bruscamente da cadeira e jogando as mãos com peso sobre a mesa – Eu a amo da mesma maneira que amo o Jake! Eu trato a Maria do mesmo jeito que trato ele! O que Jake realmente está sentindo falta é do amor e o carinho da mãe que, por sinal, ele não tem!

                - COMO OUSA? – A mulher também se levantou, derrubando o prato ao chão, ecoando um som quebradiço – COMO OUSA FALAR DE RESPONSABILIDADE ENTRE PAIS E FILHOS? VOCÊ NUNCA ESTEVE PRESENTE NA VIDA DO JAKE. NEM MESMO NA MINHA VIDA VOCÊ ESTEVE, E AGORA VEM ME DIZER QUE O AMA DA MESMA MANEIRA QUE AMA A SUA FILINHA? ESTA FAMÍLIA DESMOROU-SE A PARTIR DO MOMENTO EM QUE VOCÊ RESOLVEU ME TRAIR, SEU FILHO DA PUTA! A CULPA DISSO TUDO É SUA! JAKE NÃO ESTÁ FELIZ, EU NÃO ESTOU FELIZ! VOCÊ NOS ARRUINOU!

                O garotinho elevou suas mãos aos ouvidos, tampando-os para não ouvir aquela discussão. Seus olhos encheram-se de lágrimas e sua baixa e sussurrante voz apenas dizia em palavras repetidas:

                - Parem... Parem. Parem! Parem!!

                - NÃO ME CULPE POR VOCÊ NÃO ESTAR FELIZ COM O SEU EMPREGO, SUA CASA E SUA FAMÍLIA – gritou Carlos, apontando o dedo para Amanda – NÃO ME CULPE PELO ARREPENDIMENTO EM TER UM FILHO E ARCAR COM AS RESPONSABILIDADES DE UMA MÃE. PORQUE DESDE QUE ELE NASCEU VOCÊ NÃO SE PORTA COMO UMA... POR QUE NÃO DIZ LOGO A ELE QUE VOCÊ NÃO O AMA, AMANDA? DIGA LOGO QUE ELE FOI O DESGOSTO DA SUA VIDA?! E, POR FAVOR, ME PEÇA O DIVÓRCIO! PORQUE EU JÁ NÃO AGUENTO MAIS ESSA VIDA! NÃO AGUENTO MAIS!

                - EU TE ODEIO, SEU DESGRAÇADO! – Amanda gritou com todas as suas forças, partindo em direção ao homem com uma fúria incontrolável. Ele a conteve, segurando seus braços. Agora ela também chorava, enquanto Jake emitia os primeiros soluços de um sofrimento que parecia não ter fim.

                Rapidamente, o menino levantou-se da cadeira e começou a correr cozinha afora. Passou pela sala de estar, subindo as escadarias que o levaria para seu quarto. Enquanto Amanda ajoelhava-se fraca sobre o chão, ainda pronunciando palavras de ódio ao marido que tentava conter sua raiva.

                De repente, estranhos sons ecoaram do lado de fora da casa, vindo de todos os lados. Uma força descontrolada de um animal, algo, ou alguém, aparentava estar batendo às portas e janelas da residência, tentando invadi-la.

                Carlos e Amanda aquietaram-se, voltando seus sentidos para aquele estranho acontecimento. Gemidos podiam ser ouvidos, e em seguida arranhões.

                - O que é isso? – sussurrou Amanda, intrigada, com olhos atentos para a porta da cozinha. Logo, ela olhou para a porta que dava acesso ao lado de fora da casa e o medo começou a se manifestar – Estão tentando invadir a casa... Carlos?

                Naquele instante, a discussão já não era mais o foco do casal. A preocupação era saber o que estava acontecendo do lado de fora.

                - Fique aqui – disse Carlos, tentando acalmá-la – Eu vou ver o que está acontecendo pela janela da sala.

                Amanda assentiu ainda insegura, movendo-se para baixo da mesa. Os ruídos afora continuavam. O medo e ansiedade do que ou quem poderia ser a deixava totalmente em crise. Seu coração pulsava forte. Por mais que odiasse Carlos, era evidente a preocupação com o marido.

                De repente, um estrondo: Sons de cacos de vidro soaram da sala de estar. Ao mesmo tempo, gritos ensurdecedores e desesperados tomaram a casa:

                Era a voz de Carlos.

                Os olhos de Amanda cintilaram de pavor. A curiosidade em saber o que estava acontecendo à fez se levantar, prestes a correr para o local onde seu marido se encontrava.

                - CARLOS! – ela gritou, desesperada – CARLOS!!

                Em seguida, as mãos do homem surgiram rastejantes por trás da parede da cozinha, trêmulas e banhadas de sangue. Pouco a pouco, a face de Carlos surgia enquanto ele tentava se refugiar para a cozinha. Sua aparência suada era de pavor, medo e angustia. Seus dentes rangiam de dor. Ele agonizava.

                - Amanda... Fuja... Fuja! – ele disse, quase sem voz.

                A mulher tentou se aproximar do marido aparentemente ferido. Porém, fora surpreendida com o surgimento de outras mãos  - escuras, frias e apodrecidas – que cobriram a cabeça de Carlos, puxando-o para trás, fazendo-o sumir de vista.

                Amanda rapidamente, num ato de desespero, virou-se e correu em direção a porta da cozinha. Ao abri-la, deparou-se com  aquilo que um dia já fora considerado “humano”: Um corpo sem vestes ,de cor escura, aparentemente frias, com olhos inexpressivos e embranquecidos, dentição podre e boca salivante. Aparentemente, estava faminto... Faminto por carne...

                Carne humana.

                A mulher gritou e rapidamente fechou a porta. O monstro começou a rebater, tentando abri-la.

                - Deus – ela sussurrou, tentando entender o que realmente estava acontecendo. Quem eram aqueles seres, e o que eles queriam com sua família.

                Automaticamente, ao pensar em família, a imagem de Jake surgiu em sua mente.

                - JAKE! – Amanda gritou e olhou em direção as escadas que a levariam para o quarto de seu filho.

                Agora a situação estava completamente fora de controle. Incerta sobre Carlos estar vivo ou morto, ela se sentia sozinha e rodeada de seres ainda desconhecidos e sedentos de fome. Mas o amor por seu filho era maior. O amor que ela nunca demonstrou, que nunca expos agora era evidente.

                O amor de mãe.

                Num ato rápido, Amanda correu até uma de suas gavetas no armário e retirou uma faca de açougueiro. Segurando-a de forma firme, começou a caminhar lentamente em direção à sala de estar, apreensiva e com receio de encontrar algo, alguém indesejável...

                Ruídos ainda ecoavam pela casa. Era evidente que já haviam adentrado o lugar, mas a preocupação maior era a segurança de Jake.  A segurança de seu filho. Era triste saber que somente naquele momento ela percebera o quanto o amava.

                Um Caminho de sangue manchava o chão da sala. Começava do fim do local e percorria um trajeto até a parte de trás do sofá vermelho da casa.

                Carlos, pensou a mulher, apreensiva. Aquele sangue só podia ser dele. Em um instante, ela pensou em caminhar em direção ao estofado para ter certeza do que tinha ali atrás. Porém, o medo de encontrar algo indesejável e inusitado era maior: Ela permaneceu onde estava.

                De repente, um ser surgiu por trás do sofá, com pedaços de couro humano preso nos dentes. O sangue derramando da boca e o gemido de fome demonstrava que a criatura ainda não estava satisfeita com a última refeição.

                A boca de Amanda abriu-se numa expressão pasma. Ao mesmo tempo, outra criatura surgiu atrás do móvel, agora segurando uma cabeça, cujos olhos estavam abertos e cintilantes:

                Era a cabeça de Carlos.

                - NÃO! – Amanda berrou inconformada, dando passos para trás. As lágrimas desciam em profusão de seus olhos.

                Rapidamente, começou a correr em direção as escadarias, subindo-as desesperadamente, sem olhar para trás. Os seres caminhavam de forma lenta em sua direção.

                - JAKE! JAKE! – gritava a mulher, chegando ao corredor do segundo andar da casa. Deparou-se com a porta de Jake semiaberta. Então, ela rapidamente entrou – JAKE, MEU FILHO! JAKE! JAKE!!

                - Mãe? – a voz amedrontada sussurrou debaixo da cama. – Mãe?

                Ao enxergar a silhueta da criança embaixo daquele esconderijo, a emoção tocou o coração daquela mãe que, apesar de vivenciar a morte do marido, estava totalmente aliviada e agradecendo a Deus por encontrar seu filho bem. Obviamente, aquele não era o momento certo para contar sobre a morte do pai. A ideia fixa em sua mente era proteger o garoto e entender o que estava acontecendo naquele momento. O que significava aquela invasão, e quem eram aquelas criaturas em formas humanas...

                - Cadê o papai, mãe? – Jake perguntou inocentemente, ainda sem saber o que estava havendo fora de sua casa.

                - Ele está lá embaixo, meu filho – Amanda tentou dizer de forma calma, passando aquela falsa segurança ao garoto – Ele está lá embaixo.

                Ela fechou a porta, trancando-a para se proteger das criaturas que estavam subindo as escadas em sua direção. Correu em para a janela no intuito de observar o ambiente afora: Avistou o céu totalmente azulado e ensolarado. Porém, lá embaixo, a imagem do vazio, do silencioso... Carros estavam estacionados no meio da rua, com as portas abertas... Corpos estavam estendidos sobre o chão... Sons de gritos desesperados ecoavam pela vizinhança... E a silhueta de estranhos seres que cambaleavam em direção às casas ao redor...

 Logo, Amanda fechou a janela, abaixou-se e ficou embaixo da cama junto com Jake, à espreita das sombras que começaram a aparecer por trás da porta. O garoto não estava entendendo a situação, mas não se atrevia a perguntar sobre aquilo. O que realmente ainda pesava sobre sua mente era a questão materna:

- Mãe, é verdade que você me odeia? – ele perguntou com olhos brilhantes.

Amanda estava trêmula, fitando a porta do quarto. Seus dentes rangiam de medo, as lágrimas queriam escorrer dos olhos novamente. O medo do futuro era evidente. As crenças sobre o fim do mundo surgiam à sua mente... Porém, tudo aquilo fora quebrado com a pergunta de seu filho. Uma pergunta que tocou fortemente o seu coração...

De repente, a porta abriu-se com um forte impacto corporal: Várias criaturas adentraram e começaram a caminhar em direção a cama.

Ela girou sua cabeça, encarou Jake profundamente nos olhos e, mesmo não sabendo como seria o amanhã, respondeu em voz baixa:

-... Eu te amo, meu filho...

Uma lágrima escorreu lentamente de seu olho esquerdo... Ela fechou os olhos...



Amanda abriu os olhos sonolentos. Olhos tristes, que visaram lembranças passadas. Olhou à sua direita e avistou – através da vidraça - uma extensa floresta por onde passava. Olhou à sua frente e avistou o homem que dirigia aquela van. Ao lado dele, um jovem também observava a paisagem afora.

Rapidamente, deu-se conta de que havia sonhado... Relembrado momentos fortes daquele terrível pesadelo que vivenciou... E que ainda estava vivendo... E que viveria até Deus sabe quando... Porque o mundo ainda estava morto... Porque o apocalipse estava em transição... Porque os mortos haviam voltado à vida... E ela já não sentia mais vontade de viver...

Porém, Amanda ainda precisava viver... Ainda tinha um propósito na vida... Um motivo para continuar a respirar naquele mundo devastado. O motivo estava ao seu lado, dormindo inocentemente...

Eu te amo, meu filho..., ela pensou e continuou a observar a paisagem afora.

Capítulo 1:
                 Eu estou viva.

                Milagrosamente, ainda estou viva - mesmo que já não sinta toda essa vitalidade em mim.

                O mundo realmente acabou. O inferno desceu sobre a terra... E nós, seres humanos, corremos contra o tempo para sobreviver á esta infestação demoníaca...

                Como? Quando? Por que? Essas são questões que ainda pairam em nossas mentes... A única informação que temos é a que vivenciamos desde que isso tudo começou: Monstros, zumbis, criaturas, ou demônios... Aberrações que ainda não conseguimos identificar estão à solta, em busca de carne humana... E assim vivemos, correndo contra o tempo, fugindo para o horizonte em busca de abrigo e segurança... Em busca de sobreviventes... Em busca de sobrevivência...

                Será que vamos sobreviver?

                Somente Deus sabe.

                Será que Deus está conosco?

                Pelo menos, eu não sei... Porque a minha fé e esperança, sinceramente, já se esgotaram...

                Agora lutamos todos os dias por nossa sobrevivência... E todas as vezes que o sol nasce, apenas uma certeza fixa em nossas mentes:

                “Agora é matar, ou morrer...”.
 
                 Amanda Nicholls parou de escrever. Observou com a mente aberta tudo o que havia rabiscado. Então, fechou o velho caderno que chamava de ‘diário’. Começara a escrever dias depois de fugir de casa, no intuito de registrar cada dia de sofrimento que passara, e ainda passaria no futuro. Sabia, pelo menos, que se morresse alguém saberia um pouco de sua trajetória.

                A mulher ergueu sua cabeça e avistou à sua frente a enorme lousa verde daquela pacata sala de aula. As cadeiras a sua volta estavam completamente vazias. Era como se ela fosse a única aluna a frequentar aquele dia de aula... Mas a realidade era outra completamente diferente: O colégio abandonado agora era um refúgio para os desesperados pela sobrevivência. E lá estava Amanda, somando mais uma forasteira naquele grande e vazio lugar.

                Rapidamente, fechou os olhos e recordou a época em que estudava. A época da inocência, das descobertas, do aprendizado... A boa época. A melhor época: A época da infância. E então, ao abri-los novamente, percebeu que os bons tempos jamais voltariam... E talvez aquela situação só tendesse a piorar. E agora aquela escola não era nada além de um monte de tijolos e concreto rebocados e sem vida, repleta de histórias enterradas que jamais voltariam à superfície.

                Jamais.

                As lágrimas começaram a escorrer, mas logo foram enxugadas com a interrupção do homem que surgiu á frente da porta da sala.

                - Não tem mais ninguém aqui, além de nós – notificou o velho Jerry Brandon, um homem aparentemente maduro, de cabelos curtos e grisalhos, barba rasa e olhos verdes. Vestia um uniforme do exército que, por certo, serviu antes da atual infestação. Agora era apenas mais um ser humano lutando pela sobrevivência, assim como Amanda.

                - E o Jay? – questionou a mulher, preocupada com o filho que não estava com o homem – Onde o deixou?

                - Ele está na sala ao lado, observando os desenhos que as crianças deixaram nas paredes – Jerry disse, sorrindo, tentando imaginar o momento em que os pequeninos se divertiam ao rabiscar uma folha em branco, dando vida às inúmeras formas possíveis – Deixe-o lá um pouco. Ele precisa se distrair. Os dias não estão sendo divertidos para ele. Estar em uma escola deve ser o lugar mais seguro para o seu filho, Amanda.

                Ela sorriu, assentindo. Logo, o garotinho de dez anos surgiu por trás de Jerry, espreitando a mãe com olhos curiosos.

                - Tudo bem aí, mãe?- o menino perguntou com um tom entusiasmado. Era como se não a visse há muito tempo – Eu estava com saudades!

                - Agora melhorou com você aqui – Amanda respondeu com o mesmo tom de voz, tentando levantar o clima frio daquela sala – Está com fome? Quer comer algo?

                - Quero não, mamãe – disse ele, carismático. Então, Jerry e Amanda riram com a inocência do menino.

                De repente, ouviram-se passos rápidos que vinham em direção a sala de aula. Os risos cessaram. O silêncio pairou sobre o local. Todos ficaram apreensivos. Jerry colocou sua mão direita no bolso de sua calça, pronto para reagir a tiros qualquer movimento suspeito.

                - Gente! – disse a voz afora e, então, o ser apareceu. Logo, os suspiros de alivio podiam ser ouvidos no local. Não havia perigo. Era apenas Chad Murray, um jovem de dezessete anos que arfava de cansaço. Por certo, viera correndo para reportar algo muito importante.

                - O que foi houve, garoto? – perguntou Jerry, intrigado com a aparência assustada de Chad.

                - Precisamos sair daqui. Já não é mais seguro! – ele respondeu com olhos cintilantes, ainda respirando com dificuldade.

                Jake rapidamente olhou para a sua mãe, amedrontado. Correu em direção a ela e a abraçou fortemente. Amanda correspondeu, pondo seu queixo por cima da cabeça do menino, pensativa sobre o que estava acontecendo.

                Jerry franziu a testa, totalmente irritado e preocupado com aquela situação. Já imaginava o que Chad estava querendo insinuar e, para ter certeza, caminhou em direção  a uma das janelas da sala para verificar. Ao observar, engoliu em seco, dizendo:

                - Puta que pariu...

                Lá embaixo... Dezenas... Centenas... Talvez milhares de criaturas decompostas tentavam invadir a escola, pressionando seus corpos contra as grades do extenso portão que cada vez mais cambaleava rumo ao chão. Os gemidos de fome ecoavam pelas redondezas. O sol queimava forte. O calor era insuportável.

                O soldado se afastou da janela e os encarou, dizendo com firmeza:

                - Não vai demorar muito para que eles invadam essa escola! Precisamos dar o fora daqui o mais depressa possível.

                - Mas eles estão invadindo a entrada da escola – Amanda replicou com desespero nas palavras, apertando fortemente o corpo de seu filho – COMO VAMOS SAIR DAQUI?

                As palavras fugiram da boca de Jerry: Ele não sabia o que dizer.

                - Todas as escolas possuem duas saídas – comentou Chad – Existe a principal e a alternativa. Essa última sempre é construída pelos fundos do colégio. Se a encontrarmos, vamos sair do lado contrário deles... Vamos conseguir fugir!

                Jerry não enxergava outra alternativa a não ser acreditar em um jovem de dezessete anos. Por mais que seu orgulho de soldado o fizesse descrer daqueles conselhos, o instinto de sobrevivência falara mais alto.

                - Espero que você esteja certo – ele disse e, então, caminhou em direção a saída da sala – Vamos, Amanda, Jake, Chad... Vamos encontrar essa maldita saída... E sobreviver mais uma noite...

                E então, todos se levantaram e correram sala afora.

                O corredor era extenso. A única luminosidade do lugar era as restas de sol que penetravam as janelas das salas de aula. O ecoar dos gemidos demoníacos vagavam pelo local.

                - Vamos seguir em frente. Vamos descer as escadas no fim do corredor e tentar chegar no térreo – disse Chad, à frente deles – Lá embaixo encontraremos a saída alternativa. Só precisamos ir em direção contrária das criaturas.

                Os quatro começaram a caminhar em passos rápidos em direção ao fim do corredor, onde uma escadaria os aguardava. A cada sala de aula por onde passavam, o medo e anseio de serem surpreendidos por algo, alguém...

                - Mãe, segura na minha mão – Jake pediu, assustado.

                Amanda rapidamente correspondeu, agarrando a mão direita de seu filho, prendendo-a fortemente para que não se desprendesse.

                O corredor aparentava não ter fim. E cada vez mais o som de gritos e gemidos aumentava.

                Do lado de fora, a força dos milhares de corpos podres faziam as grades do portão balançar cada vez mais. O impacto era cada vez mais intenso. A proteção estava prestes a despencar...

                Por fim, os quatro chegaram ao topo da escadaria que dava acesso ao andar inferior. Porém, antes que descessem, um estrondo explodiu pelos arredores, ecoando pelo corredor do colégio.

                Um breve e repentino silêncio.

                Os corações começaram a bater forte, pulsando o sangue fervente do medo e anseio.

                O que estava acontecendo?

                Logo, os olhos de Jerry cintilaram e sua boca abriu lentamente numa expressão de medo:

                - Não pode ser... – ele sussurrou.

                Amanda, Jake e Chad fitaram o fundo daquele corredor... E então, avistaram a multidão de criaturas que surgiram repentinamente, rebatendo-se entre elas, famintas, sedentas, correndo aos cambaleios através de uma velocidade tremenda.

                O desespero os tomou.

                - VAMOS! CORRAM! – alertou Jerry, descendo as escadas, pulando o maior número de degraus possíveis. Amanda ergueu Jake no colo e, junto de Chad, começaram a descer em uma corrida contra o tempo.

                As aberrações estavam quase se aproximando do topo da escada. Porém, antes que se aproximassem, Jerry sacou a pequena arma do bolso direito, mirou para cima e começou a atirar, acertando vários deles. As balas atravessavam seus corpos, mas eles eram imparáveis, descontrolados, desumanos...

                Era impossível matar aquilo que já se encontrava morto.

                - DROGA! POR QUE VOCÊS NÃO VOLTAM LOGO PARA O INFERNO! – o soldado resmungou desesperadamente, dando passos para trás – AMANDA, JAKE, JERRY, PROCUREM LOGO ESSA MALDITA SAÍDA! EU VOU DAR COBERTURA! AGORA, VÃO!!

                Rapidamente, os três continuaram a correr às pressas em um novo corredor daquele colégio tomado por criaturas sobrenaturais. Enquanto Jerry continuava a atirar com suas intermináveis balas de chumbo, tentando ao menos diminuir a velocidade dos monstros. Cada vez mais, o soldado dava passos para trás, refugiando-se do perigo. Olhava várias vezes para trás, para ter certeza de que seus companheiros já estavam longe.

                - Eu não vou morrer nessa porra... – ele sussurrou e então olhou para a sua esquerda, avistando os vários bancos e mesas, e no final daquele lugar um pequeno local, aparentando ser um comércio...

                Era o refeitório.

                Sem pensar duas vezes, o homem começou a correr em direção ao local, mudando o percurso das criaturas para tentar salvar Amanda e os outros. Aquele era o seu extinto soldado: Ajudar e salvar as pessoas.

                Os monstros corriam em sua direção.

                O refeitório era espaçoso, grande, com inúmeros assentos. Porém, o verdadeiro intuito de Jerry era chegar à cozinha. Aproximando-se da porta que dava acesso à mesma, ele tocou a fechadura, puxando-a para ver se estava trancada:

                A porta se abriu.

                O homem entrou e a trancou por dentro, fazendo os seres famintos esbarrarem-na com força bruta, rebatendo-se para tentar arromba-la de qualquer maneira. Logo, as unhas que lhes restavam começaram a arranhar o alumínio da porta, emitindo um som cortante totalmente insuportável.

                Do lado de dentro, arfante, Jerry começou a arrastar mesas e cadeiras em direção à porta, formando a maior barreira possível para que eles não entrassem. O local estava totalmente sujo, vazio e com um cheiro forte de alimentos apodrecidos. O fogão estava intacto, junto com o botijão de gás.

                Ao observar todo aquele ambiente, além de ouvir as fortes batidas sobre a porta e percebendo que a qualquer momento eles poderiam invadir, Jerry se deu conta do que tinha que fazer. Refletiu que para salvar vidas, muita das vezes era preciso sacrificar a própria... Percebeu que esse era o seu papel e seu destino deste o início... Deu-se conta de que não fora um valoroso soldado do exército por nada. Que tudo se encaixava naquele momento. Não sabia se ia para o céu ou para o inferno depois de tudo aquilo... Mas sabia e tinha certeza... De que estava fazendo o que deveria fazer...

                Lentamente, com uma aparência sem expressões, ele caminhou em direção ao fogão. Em seguida, começou a girar as válvulas que emitiam o gás metano. E assim as deixou.

                Abaixou-se encostado no objeto e olhou para o teto branco. Depois fechou os olhos e começou a ter lembranças de sua pequena garotinha Meg, brincando com sua linda esposa Vivian nos gramados do Central Park... Momentos felizes e inesquecíveis que haviam se perdido no tempo... No tempo em que ele as perdera após a infestação apocalíptica.

                Jerry agora era um homem viúvo, sozinho, forasteiro no mundo. E seu único propósito de vida naquele momento era salvar as pessoas ao seu redor... Porque sabia que seu pai teria orgulho de seus atos... E achava que mais cedo ou mais tarde se encontraria com ele num lugar de paz e harmonia... E encontraria Meg e Vivian esperando-o de braços abertos... No céu.

                Lentamente, ainda de olhos fechados, cujas lágrimas desciam sobre o rosto suado, o homem retirou um isqueiro do bolso. Ao mesmo tempo, a porta da cozinha tombou chão abaixo, e as criaturas adentraram famintas em direção ao corajoso soldado que estava finalizando com honra e glória uma trajetória de vida, fazendo o que nascera para fazer:

                Salvar vidas.

                Não muito longe dali, Amanda, Jake e Chad procuravam a saída alternativa do colégio, buscando desesperados a porta que os levaria para o lado de fora. Jake cambaleava cansado, enquanto sua mãe o arrastava segurando fortemente sua mão. À frente deles, Chad observava da direita à esquerda a porta que dava acesso à rua. Porém, a escola era como um labirinto repleto de entradas e saídas idênticas, que davam no mesmo lugar.

                Por fim, uma luz no fim do túnel: À frente deles, uma porta com o nome estampado “Saída de Emergência”

[Continua]

PS:  Devido ao tamanho da história, decidimos encurtar o texto. Se qusier descobrir como termina, contatem o autor.

Opiniões:  
Nefferson: Já era de se esperar que o autor se saísse bem. Apesar de ter notados alguns erros e não haver ligação com a série, seria injusto dizer que não me satisfez. Parabéns Valdir.

Ricardo: Como não amar qualquer coisa escrita pelo Valdir? Só o Prológo já foi o suficiente pra me fazer entrar em êxtase. Não vou ficar enchendo de elogios, porque todo mundo leu a mesma coisa que eu. Sabe do que eu estou falando, uma das melhores narrações que eu já vi, o Valdir tem. Ao contrário do texto do Gustavo, o do Valdir emociona, nos deixa tenso...Nos deixa impressionado.

Luiz: Então Valdir, não me deixaram ler seu conto todo né, mas até onde eu li gostei muito. Foi um prólogo emocionante. Depois leio o resto e em off lhe digo o que achei, mas parabéns pelo conto, me deixou curioso!

João: Os mentores dos candidatos que estiverem na Morte Súbita permanecerão com a opinião nula.

Mateus: Agora o bicho pega! Vamos ver quem os jurados eliminam.

Ricardo: Eu elimino o Gustavo. Não só hoje, mas em todo o histórico da competição, o Valdir foi superior. É isso.

Luiz: Então né, quando vi o Valdir na MS já estava pensando em fazer compra de votos com os outros jurados e colocar ele pra fora por ser um candidato forte, mas, deixando meu recalque de lado, nessa semana ele se saiu melhor e vou eliminar o Gustavo.

Nefferson: Não posso negar que o Valdir se saiu muito melhor que meu candidato nesta tarefa. Até gostei do que ele nos apresentou, mas não foi o bastante pra superá-lo. Desculpa Gustavo, elimino você.

João: Não tenho muita coisa a dizer, porque não foi uma escolha difícil. Então, Gustavo, eu elimino você. Parabéns de qualquer jeito.

Mateus: Pois é, Guh! Não foi dessa vez. Use os comentários pra fazer suas considerações, fique a vontade, bebê!

E vocês, concordam com essa eliminação? Espero que sim, porque não tem volta, HAHAHA!

Uma ótima semana pra todos nós.

Bêj.

A cara que o Valdir fez
quando foi elogiado:
Ai, mentira.








           
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1 comentários:

  1. Os jurados ficam puxando o saco de Valdir sempre ! Se o conto do Gustavo fosse o do Valdir, aposto que ele iria dar sim !

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