domingo, 10 de março de 2013

[Crítica] Switched at Birth - 2x08: Tight Rope Walker


O direito de sermos ouvidos. É por isso que lutamos!

Review:
(Spoilers Abaixo)
Que episódio lindo e emocionante. Desde que a série começou, não sei se me identifiquei e emocionei tanto com um episódio como esse. Da Carlton à casa dos Kannish, todos souberam mexer com minhas emoções, relembrando mais uma vez por que gosto tanto da série.

As relações tanto amorosas como familiares foram mais uma vez exploradas, começando pelo Toby e John. Depois de descobrir que o filho tinha ficado com a filha da adversária ele teve uma conversa séria com o filho acabou ajudando-o a não cometer uma grande burrada. Na última review eu tinha comentado que achei a garota legal, mas, retiro tudo. Ela não passa de uma rebelde sem causa e ladra, iria acabar arrastando o Toby pro mesmo caminho. Fiquei feliz dele acordar para isso logo e reataras coisas com a Nikki, provando que o fato de não acreditar em Deus não é empecilho pro namoro dos dois, eles só precisam ter fé um no outro.

Para Daphne e Kathryn, os desafios envolveram questões bem sensíveis, tratando da surdez. Com a Carlton querendo expandir cada vez mais o programa para ouvintes em detrimento dos surdos, Daphne se viu no meio do fogo cruzado ao escolher apoiar a mãe e a peça que estava fazendo, quer serviria para mostrar como os surdos e ouvintes se dão bem, ou ficar do lado dos surdos e não permitir que o seu lar fosse invadido por mais “estranhos”. Fiquei feliz de ela ter escolhido lutar do lado certo ao subir na tribuna e forçar que o Conselho a ouvisse.

Não tem justificativa, por mais que as coisas estejam difíceis, deles transformarem a escola para surdos numa escola para ouvintes, é acabar com a individualidade deles. Infelizmente, para o Conselho foi mais fácil fechar as portas da Carlton do que rever as prioridades e salvar a escola. Mas isso com certeza não é o fim, já vi que no próximo episódio eles irão lutar pela escola, mal posso esperar por isso.


Por fim, o maior drama foi protagonizado pela Bay e pela Regina. Como eu esperava, Bay percebeu que a mãe voltou a beber e fez de tudo para descobrir isso. Conversar com a Daphne não adiantou, que por sua vez jurou de pé junto que a mãe não estava bebendo. A saída foi tentar descobrir tudo num jantar entre ela, Daphne, Regina, Zane e Noah. Bem, não foi aí que ela descobriu tudo, mas o jantar serviu para mostrar que ela e Noah não estão tão ligados assim, do contrário de Daphne e Noah, que estão em total sintonia. Sinto que eles ainda ficarão juntos.

No momento de desespero, Bay resolveu contar tudo ao Zane que confirmou que Regina voltou a beber e meio que acabou com a relação entre os dois depois disso. Para quem esperava que Regina chegasse agradecendo a filha pela boa ação se enganou. Do contrário, ela chegou virada no samurai com olhos flamejantes quase esganando a filha. Mesmo depois de se desculpar com ela e jurar que ia pedir ajuda, ela não cumpriu a promessa e decidiu que vai continuar afogando as mágoas na bebida e sentindo aquela sensação boa de que nenhum problema existe por uns poucos segundos. Grande mancada, mas vamos dar um desconto pra ela. É muita coisa para ela processar.


Finalizando tudo, uma coisa que me deixou muito feliz e emocionado foi o Emmett sugerindo para a Melody que deveriam chamar o Travis para morar com eles. Eu bem previ que esses dois iriam se tornar grandes amigos, principalmente depois de toda a força e apoio que a Melody estava dando ao Travis. Mal posso esperar para ver como será a convivência desses três. Fortes emoções estão reservadas já que estamos a dois episódios da winter finale. Até o próximo episódio!
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