sexta-feira, 15 de março de 2013

[Crítica] Oz: Mágico e Poderoso


Direção: Sam Raimi
Ano: 2013
País: EUA
Duração: 130 minutos
Título Original: Oz the Great and Powerful

Crítica:

O lugar você conhece. A história, não.

Depois de um breve aquecimento com Alice no País das Maravilhas, finalmente lhes apresento a crítica de Oz: Mágico e Poderoso. Geralmente, eu falo sobre essa questão na conclusão, mas tratarei disso logo nesta introdução. Este filme simplesmente arrasou na bilheteria e sequência já ganhou sinal verde. É surpreendente como essas adaptações dos clássicos estão conseguindo atrair o público. Não surpreende que mais e mais histórias têm ganhado novas versões. Bem, nem todas essas adaptações foram um sucesso. Jack - O Matador de Gigantes é a prova viva disso.

A história gira em torno de OZ, um aspirante a mágico que usa truques para enganar as pessoas. Muito sedutor e falso, ele acaba arrumando problemas e consegue escapar de ser linchado através de um balão. Infelizmente, ele é atraído para o centro de um tornado. Depois de rezar por uma oportunidade de ser uma pessoa melhor, ele acaba parando em OZ, um mundo completamente novo. Logo, ele conhece Theodora, uma bruxa boa e descobre que seu nome envolve uma profecia e que, para se tornar rei, ele deve matar a terrível bruxa má. Atraído pela promessa de fortuna, Oz topa participar dessa aventura, mas neste lugar, nem tudo é o que parece ser...

Não me canso de assistir os velhos clássicos sendo recriados de uma forma divertida. Nada de Dorothy e os seus sapatos de ruby neste filme. Assim como era esperado, muita história ainda devia ser contada. E, de acordo com as notícias sobre a sequência, é melhor não esperar a Dorothy tão cedo. Segundo o roteirista, a trama da segunda parte irá se passar vinte anos antes da menina colocar seus pés na estrada de tijolos amarelos. Agora, saindo deste momento "notícias", vamos continuar a crítica em si. Com o perdão do trocadilho, mas eu achei que este filme é, simplesmente, mágico e poderoso.

Sam Raimi é um dos meus diretores preferidos e ele fez um trabalho incrível com este filme. O primeiro detalhe que deve ser comentado é a diferença entre o mundo real e o mundo de OZ. O diretor acertou ao nos apresentar toda a sequência no mundo real em preto e branco e depois abrindo nossos olhos para um mundo de maravilhas e cores vivas. O momento em que o protagonista chega a Oz e tem a oportunidade de olhar a fauna e flora do lugar é incrível. É como uma versão de onde se passa Avatar, mais ou invés de neon misturado com tons escuros, aqui encontramos cores vibrantes em todas as partes.

Os personagens também estão ótimos, tanto os humanos quanto os feito em computação gráfica. Todos parecem perfeitos em seus papéis. James Franco foi a escolha certa para protagonista, até porque, ele é muito carismático. Rachel Weisz e Mila Kunis também estão inspiradas. Porém, os maiores destaques vão mesmo para o Macaco e a Boneca de Porcelana. Provavelmente, o macaco será o personagem que mais cairá nas graças do público. Ele é extremamente carismático e o mais engraçado.

Apesar do filme ter mais de duas horas, não dá para sentir o tempo passando. A história é ágil e não nos deixa pensar em quanto tempo passou. O terceiro ato pode decepcionar quem estiver esperando por uma grande batalha, mas eu adorei a reviravolta do roteiro. Foi muito interessante o conflito do protagonista e aprendendo a usar o que sabe fazer melhor. Enfim, é um excelente filme e merece ser assistido. PS. A música tema é simplesmente sensacional, na voz da diva Mariah Carey, Almost Home. Corre para o cinema, gente (e em 3D, porque vale a pena!).


Trailer Legendado:

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Comentários
2 Comentários

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2 comentários:

  1. sinceramente? Achei o filme uma bomba sem criatividade e sem emoção. Um filme infantil até para crianças. Ridículo, me arrependo muito de ter ido assistir no cinema

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  2. Honestamente, eu esperava mais. É o típico filme em que as pessoas prestam tanta atenção nos efeitos visuais (que estão ótimos por sinal) e acabam se esquecendo da história em si, que por falar nisso está muito fraca. Admito que teve algumas reviravoltas surpreendentes principalmente com o personagem da Mila Kunis. Mas foi só isso, o que é muito decepcionante porque foi um dos filmes que eu mais esperei pela estréia e que no final acabei me arrependendo de ter ido assistir.

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