domingo, 17 de março de 2013

[Crítica] The Following - 1x08: Welcome Home


Não é o momento certo para receber ordens.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Já estamos no oitavo episódio desta primeira temporada, a situação está eletrizante e o segundo ano já está garantido. A audiência está estável, o que é muito merecido, considerando que essa é uma das melhores estreias desde período. Não tenho muito que dizer na introdução porque até agora a série vem apresentando uma ótima qualidade, com uma audiência inquestionável. Então, não resta muito para eu poder desenvolver nesta abertura, a não ser dizer que foi surpreendido e que eu adorei, semana após semana. Não me assinem por isso. Eu tenho seguidores.

Nas últimas semanas acompanhamos a caçada do Ryan - que mantém o mistério do motivo pelo qual ele ainda não morreu do coração, se levarmos em conta as circunstâncias. Porém, ele pouco fez além de dançar conforme o ritmo do Joe. É estranho pensar que o assassino poderia ter pensado em tudo e todo mundo começa a apontar dedos quando a trama nos surpreende. Porém, dá até para acreditar no Joe quando ele diz que planejou tudo muito calculadamente na prisão, durante nove longos anos. Depois de todo esse tempo, acredito que o cara tenha tantos planos paralelos em seu cérebro, que seja impossível até mesmo entender todos.


Nem tudo está conforme os planos, isso é verdade. Joe planejava já estar ao lado de sua esposa a essa altura da história, mas terá que esperar um pouco mais. Eu penso que o vilão tem um plano original, uma espécie de estrutura, da qual se podem desdobrar diversas situações, mas que nunca fogem totalmente da estrutura básica do seu plano. Até porque, temos que considerar que ele está indo absolutamente bem. Tem uma verdadeira mansão e dezenas de seguidores que morreriam por ele. De fato, ele tem dezenas de seguidores que estão dispostos a morrer pelas suas mãos. Achei esse detalhe aterrador.

Pela primeira vez tivemos a oportunidade de acompanhar os seguidores de perto. Não estou falando deles separados - como acompanhamos Emma, Jacob e Paul. Estou falando deles juntos com o seu mestre. Sem esconder seus desejos bizarros na frente de olhos inocentes. Se alguém ainda desconfiava, acabou recebendo a confirmação: Emma é a maior vadia da série. Como se não bastasse estar envolvida em um triângulo amoroso com o Paul e o Jacob, agora ela partiu em busca de objetivos maiores. E tem como alcançar algo maior do que o seu próprio mestre?


Joe resistiu no começo. Estranhamente, ele realmente ama a sua esposa e não quer traí-la. Também acredito que ele não quer que ela morra, como ele mesmo já disse anteriormente. Porém, ele não estava preparado para as investidas severas da Emma e acabou se entregando enquanto ainda estava sujo de sangue. E eles não foram os únicos que se deram bem neste episódio. Roderick, que se revelou um policial, mostrou que gosta de um relacionamento selvagem. Também descobrimos que ele matou algumas das meninas que Joe foi acusado de matar.

Fiquei chocado com a morte do Charlie. Queria que ele continuasse na série e esperava bem mais dos seus sentimentos pela Claire. Obviamente, também fiquei com pena do Mike. Ele foi capturado e torturado. Foi interessante o jeito que eles usaram para puni-lo. O método foi quase... justo. Enfim, o importante é que o Ryan chegou bem a tempo - ou um pouco atrasado (depende do ponto de vista). Foi bem tocante a cena entre eles dois e acredito que ninguém mais suspeite que o Mike é um dos seguidores ocultos do Joe. Ainda bem, porque eu gosto dele. Enfim, parece que a pergunta chave do próximo episódio é: Onde está Claire?

PS. Há um novo chefe na área. Irritante, sim ou claro?
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