sábado, 16 de fevereiro de 2013

[Crítica] I Hate My Teenage Daughter - 1x11: Teenage Party


Fazendo uma entrada épica em uma festa sem convite.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Estamos em contagem regressiva para o final definitivo de I Hate My Teenage Daughter. Como vocês se sentem? Querem chorar? Estão agradecidos por poderem acompanhar a série - e as minhas críticas - até o pós-cancelamento? Enfim, eu sei que fortes emoções estão sendo formadas. Por enquanto eu apenas estou de feliz por ter tempo de continuar escrevendo para vocês. E, sendo esse o décimo primeiro episódio, só restam mais dois para que esta série volte para o limbo. Então, aproveitando essas emoções e nostalgia, vamos nos jogar na crítica do episódio, porque vai ser a maior festa.

Estou até agora esperando um episódio onde as adolescentes possam fazer coisas engraçadas ou, até mesmo, tenham algum destaque. Tudo gira em torno deles, mas elas quase não aparecem. Não estou pedindo o contrário, já que as rainhas da besteira e comédia são a Nikki e a Annie, mas as meninas poderiam ir no ritmo. Nem que seja desprezando os outros ao seu redor. Infelizmente, elas são muito moscas mortas e, agora que sabemos que elas são boas moças, perdemos o elenco maldade que acontecia no começo da série. As adolescentes sendo mesquinhas era um dos seus pontos mais altos.

Infelizmente, OU NÃO, isso teve que ser preenchido por doses cavalares de mães doidas e psicóticas. E, tendo em consideração que os pais da Annie eram fanáticos religiosos de zona rural, tudo é possível. Sempre mantendo piadas com seu passado sofrido, acabamos descobrindo uma nova situação. A mãe da Annie enterrava tudo o que ela achava que era do diabo, como revistas, maquiagens e, talvez, tudo que seja vermelho. O importante é que aprendemos uma importante lição: Não se joga o mal fora, temos que enterrá-lo. Todos aprenderam? É muito importante.

Nesta semana, a Annie fanática religiosa não deixou a sua filha a ir para uma festa. Mas tudo acabou mudando quando ela conheceu o anfitrião da festa, que é pai do amigo da Sophie. O cara é muito lindo e não gosta nem um pouco de pais supercontroladores. Então, o que a supercontroladora Annie faz? Finge não ser. Porém, sabemos que nada disso dará certo, uma vez que ela não consegue evitar. Eu gostaria de ver esse pai em outros episódios, porque está ficando cada vez mais claro que a Annie não nasceu para terminar com o Jack. Ele é simplesmente muito estranho. Tudo bem que ela não é um exemplo de normalidade, mas pelo menos é muito bonita.

Enfim, o importante é que as meninas conseguiram chegar na festa. Mas não contavam com as suas mães vigiando pela janela. O ponto alto da invasão foi a Nikki conseguir um rolo com um universitário. Foi realmente muito engraçado e inesperado quando ela invadiu a festa para colocar em destaque a sua torta de sete camadas. E mais engraçado ainda foi quando a Annie pediu para o Matt levantá-la na janela, o que acabou resultando na imagem da crítica. Todos olharam para ela e a sua filha descobriu que a sua mãe estava de olho em seus movimentos. E o pior foi a saia justa que ela passou ao descobrir que a sua filha estava na linha e ainda perdeu a chance com o papai gato.

No final, tudo terminou como começou. Sophie não é tão inocente quanto parece, uma vez que suspeita que o seu brinco (ou seria da sua mãe?) poderia estar na boca de um cara. E nem podemos falar nada da MacKenzie, que tomou todas na festa, fazendo a ingênua Nikki acreditar que ela estava doente. Essa é outra parte muito engraçado, que fechou o episódio de uma forma excelente. E como explicar a fixação do Gary por aeroportos? Vamos deixar quieto. Até a próxima? Fechou então.
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