segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

[Crítica] I Hate My Teenage Daughter - 1x10: Teenage Cheerleading


Não é tão ruim quanto parece.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Só restam mais três episódios para nos despedirmos de vez de I Hate My Teenage Daughter. É engraçado como minhas séries antigas estão voltando dos mortos. Primeiro foi esta, agora 666 Park Avenue também está dando o ar das graças ao ser exibido em outro país. E para ser fã tem que ter paciência. A série pode ter sido cancelada e até mesmo retirada da grade sem a exibição de todos os episódios, mas em algum momento, eles verão a luz do dia. E eu, é claro, estarei aqui para criticá-los, porque sou perfeccionista e detesto um trabalho pela metade.

O décimo episódio está marcado em alguns sites com o nome de Teenage Sixties, mas a nova emissora obviamente não exibiu na ordem certa, sendo que o décimo exibido acabou sendo o Teenage Cheerleading. Quem assistir ao episódio vai logo notar a diferença, já que o assunto deste episódio tem o seu foco justamente na vontade das garotas de se tornarem líderes de torcida, tornando inviável o nome do episódio como "Sixties". É um detalhe bobo que pode confundir algumas pessoas, então é melhor deixar tudo muito claro. Nos comentários e no meu e-mail andam me perguntando onde eu tenho visto esses episódios finais. Então se vocês não estiverem conseguindo achar, Cliquem AQUI.

Gostei do tema abordado neste episódio e já esperava por ele a um bom tempo. Acho que se tornar uma líder de torcida é um sonho comum entre a maioria das meninas, principalmente do perfil das adolescentes apresentadas nesta série. Então não é de se espantar que tenha aparecido. Aliás, é de se espantar que tenha demorado tanto para aparecer. MacKenzie e Sophie são jovens, bonitas e malvadas. Esse último é um forte requisito para alguém que quer se líder de torcida, ou seja, elas nasceram para isso. Mas não podemos esquecer que, por diversas vezes, algo que deveria ser focado nas filhas, se torna um assunto de comédia para as mães.

E esse episódio não foi nem um pouco diferente. Nikki, que sempre foi excluída quando estava na escola, se esforçou para que sua filha se tornasse uma líder de torcida, tendo inclusive tentado convencer a Annie, com todas as suas forças para que a Sophie também pudesse participar. Na verdade, Nikki só queria sair com as mães descoladas e se tornar, pela primeira vez, uma integrante do grupinho popular. Só que o seu sonho foi por água abaixo depois que MacKenzie não foi aceita como uma líder. Acredito que tudo tenha acontecido por causa de suas notas baixas.

Por sua vez, Annie conseguiu entrar para o seleto grupo e teve a chance de entrar em um mundo novo... Sem a Nikki. É claro que o recalque bate e derruba. Porém, Annie não demorou para perceber que estava se enfiando em um ninho de cobras. Eu só gostaria de saber mais sobre a Annie no colegial. Tudo bem que ela também era uma excluída, mas todos concordam que ela era bonita. Se bem que ela tem um histórico de caipira, tanto que foi salientado que os seus pais participam de um culto. Muito engraçado, por sinal, mas também serviu para entendermos melhor o motivo de jogarem cigarros em seu cabelo.

Sempre deixados por últimos - por serem os menos importantes -, temos o drama dos homens da série. Jack, como sempre é um zero à esquerda, estava afundando o time de basquete do seu irmão e o Gary. Eu pensei que tudo seguiria exatamente como os conflitos anteriores, com o Jack se dando mal de qualquer jeito. Porém, a reviravolta final foi muito divertida, com o Jack escalando diversos ex-presidiários. Acredito que ninguém esperava por essa, o que acabou fechando o episódio de uma forma engraçada e especial. Que venha o próximo episódio!
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