sábado, 9 de fevereiro de 2013

[Crítica] Emily Owens, M.D. - 1x13: Emily and... The Leap (Series Finale)


Um dos adeuses mais difíceis que já tive de dar.

Review:
(Spoilers Abaixo)

É difícil dar adeus a uma série que você tanto gosta. Desde o início você se apega a todos os personagens. Seja para amá-los ou odiá-los, e não foi diferente com Emily Owens. A diferença é que aqui eu não odiei ninguém, mesmo desgostando de alguns, lê-se Will, no fundo eu sempre gostei de todos. Foi depois de muita protelação que eu finalmente assisti ao episódio de despedida dessa série que eu aprendi a amar. Tristeza não resume as minhas emoções, principalmente depois dos comentários de alguns amigos que também a acompanham.

Com o final do episódio anterior achei que as coisas finalmente seguiriam o rumo que eu, e 99% dos fãs, imaginamos desde o início. E realmente seguiu. Por trinta minutos, até as coisas começarem a desandar. As coisas estavam indo bem quando Emily treinou com a Tyra como se desculpar pelo “obrigada” que ela disse quando o Micah a beijou. Pô Emily, como que a criatura mais perfeita da série te beija e tu pensas em obrigado? Bitch please, eu diria “quero mais”.

E que explosão de fofura foram todos os momentos que o Micah entrou em cena! Primeiro para aliviar o c* doce dela e marcar um não-encontro para o almoço. A ajeitada no cabelo, a voz sussurrante, o sorriso colgate ofuscante, tudo isso me teria feito entregar nos braços dele na mesma hora. Mas não, Emily não queria namorar o chefe dela e resolveu embromar.


Enquanto isso, Cassandra dava o fim definitivo à história dela com o Will. Apesar de parecer que ela não estava abalada com o término, um caso de um casal de lésbicas nos mostrou que ela estava péssima, só era orgulhosa demais para admitir. Aliás, que fofo essas duas, já senhoras, de família feita e totalmente apaixonadas. Uma pena que o Will acabou matando uma delas acidentalmente. Essa deve ser a primeira vez que eu me compadeço do personagem, e eu tive de dar o braço a torcer. O cara é lindo, e vê-lo se desculpar com a viúva chorando foi tocante. Principalmente por ele ter sido homem e admitido o erro.

Também teve a irmã problemática e fodástica do Micah Mouse dando o ar da graça. Não sei vocês, mas eu adorei essa menina. Toda “who cares?” pro mundo e trabalhada na pabulagem para convencer a mãe a entrar num estudo do câncer. Foi fofinho sabe, e eu gostei dessa parte. Foi aí que os erros começaram a ocorrer um atrás do outro.


Depois do não-encontro entre a Emily e o Micah ficou determinado que eles sairiam para se encontrar; que não ligariam para o que as pessoas diriam sobre o relacionamento dos dois; que as coisas ficariam românticas; que passariam de só conversa para conversa, beijos e ficção; que ela gosta dele, que ele gosta dela, enfim, estava perfeito para a série terminar assim, mesmo que eu quisesse mais. Mas, como a própria Emily avisou no início do episódio ela comete muitos erros.

Ela até se segurou por um momento quando o Will, depois de treze episódios, um fora nela e uma superação resolver perceber que não queria ela com outra pessoa e que ele é o homem que é por causa dela. Ok, senta lá. Emily se saiu bem em cair fora da situação e ir para casa. Mas foi só ele bater na porta dela que ela incorporou a pomba gira interior e mandou um dane-se para tudo que combinou com o Micah, caiu de olhos famintos no abdômen do Will e tiveram a noite de amor e sexo que era do Micah.

E assim terminou a série, mas não minha review.

Alguém me explica o que foi isso? Como que alguém que tecnicamente superou outra vai transar com esse alguém depois de já ter combinado ficar com outro? Emily, você me saiu uma verdadeira putinha. Odiei esse final, o episódio estava indo morno, mas bem, e de repente as coisas dão um giro de 360° e vão pro espaço.

A escritora veio se explicar no twitter, que a Emily precisava de uma única noite com o Will para superá-lo de vez e ficar livre pro Micah. A questão queridinha, é que você não tinha nem mais quarenta minutos, quanto mais uma noite! Deveria ter dado o final que os fãs tanto queriam para a série. Eu entendo que o roteiro da série foi escrito para 23 episódios. Mas já que o fim era iminente o que custava alterá-lo para dar um fim digno às coisas? E os outros personagens? Cadê a Bandari? Cadê o Aquino? Foi liberado como as coisas ocorreriam na série nos próximos episódios, e digo que seria PERFEITO. Principalmente ver o Micah tocando piano. Mas volto a bater na mesma tecla: nós não tínhamos mais dez episódios para ver tudo isso.

O resultado é que acabamos com a cara na poeira, super revoltados e xingando muito no twitter. Não, eu não tenho um twitter, mas se eu tivesse com certeza xingaria. O confortante é saber que o Micah não se machucou com essa decisão da Emily e prefiro imaginar um final alternativo para ela onde eu encosto minha cabeça no piano e vejo a criatura mais perfeita da terra tocar It’s All Coming Back To Me Now da Celine no piano para mim. Sim, para mim, por que a Emily não merece mais.

Agora sim a review chegou ao fim. Foi bom enquanto durou. Agradeço aos meus fieis leitores. Com toda a revolta à parte, Emily Owens me ajudou a fazer novos amigos que com certeza vou levar por bastante tempo, espero que para a eternidade. Para quem vai ficar com saudades dos personagens, deliciem-se com outros trabalhos deles. Eu estarei tendo mais doses semanais de Micah, dessa vez em Melrose Place. Fui. De Ferrari! Até a próxima.
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Comentários
1 Comentários

Comentário(s)

1 comentários:

  1. E aqui acaba a review mas não nossa amizade hein Luiz kkkkk ficou bem revoltz a review!! Pra variar adorei... A review pq o epi kkkkkk faço parte dos 99% de fãs decepcionados com a carne fraca da Emily!
    Faltou tanta coisa acontecer q só me reta lamentar e me apegar em outras séries leia -se homens lindos kkkk
    Bjs e nos vemos nas reviews de Greys

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