quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

[Crítica] 666 Park Avenue - 1x11: Sins of the Fathers


Amor de pai é para sempre.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Queridos leitores condenados, estamos aqui mais uma vez para criticar essa série linda e esperando o nosso tão aguardado final feliz. Bem, isso não está garantido, mas não é como se essa série fosse um American Horror Story da vida. Ainda espero que a Jane termine bem depois de tudo isso. E, já pensando em final, como vocês imaginam o desfecho? Entendam, eu estou do lado do bem, mas acho que não gostaria de ver o Gavin se dar mal. Não tinha refletido sobre isso até este episódio, onde ele realmente correu algum risco. Vocês estavam torcendo pela sua morte?

Uma das minhas perguntas da crítica anterior foi brevemente respondida logo no começo desse episódio. Sasha não voltou para brincar de casinha com sua mãe e muito menos para assumir os negócios do seu pai. Ela demorou esse tempo inteiro pesquisando uma forma de acabar com sua vida para sempre. Descobrimos, assim, que o Gavin realmente é um imortal e, para encontrar o seu fim definitivo, é necessário muitos processos. E a maioria deles envolve coisas sagradas, como arma, local e mãos.

Eu gostei dos momentos tocantes. Gavin confessou que a amava, para sempre. E tudo aconteceu no cemitério. Senti que ela deu uma balançada, pensei até que pudesse voltar atrás, mas a Sasha é bem teimosa. Também considerei que tudo não passasse de uma reviravolta para colocar o padre em algum tipo de cilada que o Gavin precisasse para tomar a sua alma. Infelizmente tudo caminhou para o lado mais óbvio. Não foi ruim, apenas deixou de ter impacto. E o que a Sasha iria fazer? Matar a própria mãe? E depois ainda fica chorando e implorando para não descer as misteriosas escadarias do Drake. Tem sorte de não ter morrido. Enfim, esperava mais.

Já em outro núcleo, a Alexis voltou a fazer a maldita com todas as suas forças, entrando em modo bitch vingativa. Não é para menos! Ela ficou aleijada por causa da Louise, então nada mais justo do que a Alexis tirar sua sanidade e o seu marido. Nem quando foi massacrada pelo elevador a Louise foi tão judiada. Além de ter sido atormentada satanicamente no banheiro, com as pílulas em que é viciada, ela levou um choque de realidade da Alexis e ainda a viu beijando o seu marido. O problema aqui é que a Louise não é nem um pouco carismática, então é difícil torcer para ela. Estou pendendo mais para o lado da Alexis mesmo. Espero que ela consiga destruir a outra.

A estrela da série, com a ajuda a Nona (que não dava as caras diversos episódios atrás), ficou procurando alguma informação para matar o mistério do Drake. Elas citaram o Cooper rapidamente, mas ele não apareceu. Uma pena, gostaria de ver mais conflitos entre os dois, principalmente por causa do último encontro tenso entre eles. Não demorou muito para a Jane descobrir que o novo morador do Drake é o cara que quis sacrificar sua avó no passado. Eles tiveram algumas cenas muito interessantes e parece que ele voltou mesmo para reverter o mal que criou. Será?

Uma coisa é certa: Ele está tirando todo o atraso que passou deitado impotente na cama. Primeiro ele canta a Louise e depois é pego com uma prostituta. É claro que nem tudo é sexo e ele precisava matar a prostituta para poder fazer um mosaico (igual o do porão), com a massa misturada com sangue. Achei bem bizarro e bem feito. Assim como as assombrações do padre. Ele estava vendo demônios na cara das pessoas. Os efeitos poderiam ser melhores, ficou parecendo uma aparição de um episódio de Grimm. Também senti falta da água tremendo com a presença do diabo. Enfim, só restam dois episódios. Vamos que vamos.
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