domingo, 6 de janeiro de 2013

[EA] Resident Evil: Contaminação (De Gustavo Aguiar)

Nosso nono dia de leituras está a todo vapor. E essa vez quem é o leitor que esta concorrendo a ser escritor oficial do blog é o Gustavo Aguiar.

João, faça as honras.

 Gustavo Aguiar, tem 13 anos e mora em Belo Horizonte/MG

João Lindley: Como surgiu seu interesse pela escrita?
- Desde mais novo, amo cinema! E vendo tantos filmes, milhares de idéias surgiam na minha cabeça, idéias que eu precisava colocar para fora de alguma maneira e a escrita me ajudou muito com isso. Ao longo do tempo, fui melhorando minhas histórias e hoje escrevo quase sempre!

João Lindley: Qual seu objetivo em participar do concurso?
- Ter a oportunidade de divulgar minhas histórias para mais pessoas, ainda mais num blog como o Meu Mundo Alternativo, que fala sobre várias coisas que eu gosto. Além disso, sempre tive vontade de fazer parte do blog e com esse concurso, vi uma oportunidade perfeita.

João Lindley: Nos fale um pouco sobre sua história, "Resident Evil: Contaminação".
- "Resident Evil: Contaminação" foi uma das primeiras histórias que eu escrevi (por isso, lenham com bons olhos, rsrsrs). Quis escrever porque sempre via muitas reclamações de fãs de Resident Evil em relação aos filmes, por não serem muito fiéis aos jogos. Como também sou um fã da franquia, quis escrever uma história baseada nos games (mais especificamente, em "Resident Evil 2") de uma maneira bem diferente, mas não deixando de ser fiel. Mudei vários elementos da história, como um dos vilões, o carrasco (Executioner ou Axe Man) substituindo o Nemesis, enfim. Ao decorrer da trama, há vários diálogos que fazem referência a diversos jogos da série. Espero que gostem =D

João Lindley: Ok Gustavo, é melhor não me desapontar, porque sou louco pela franquia Resident Evil. Boa sorte.
 Resident Evil: Contaminação
 

O silêncio que dominava na área de acampamento das Montanhas Arklay foi bruscamente interrompido por um forte estrondo. O barulho vinha do tiro disparado pela arma de Joshua, um estudante de 21 anos. Ele corria desesperadamente, fugindo das criaturas. Quando se deu conta estava na beira de um precipício. Não havia jeito de seguir em frente. Os tiros que ele disparava naquelas coisas eram inúteis. Não tinha opção, a não ser levar a arma até a cabeça. Joshua fechou os olhos e apertou o gatilho. O silêncio tomou conta das montanhas novamente.

Era noite. O novato na polícia de Raccoon City iria começar na manhã do dia seguinte, mas não estava tão animado como achava que estaria. Leon observava seu rosto pelo retrovisor. Seus cabelos lisos e loiros estavam sobre seu rosto, cobrindo parte de um de seus olhos azuis. Parou o carro no primeiro motel que encontrara na estrada e gastou tudo que tinha no bolso com bebidas. Queria esquecer a dor causada pelo fim de seu relacionamento com Alice, sua namorada, que não aceitou que ele se ingressasse na carreira policial. Quando se deu conta, já passava das quatro da manhã. Seu trabalho começaria as sete, e não haveria tolerância para atrasos. Leon pensou em sair do motel imediatamente, mas não tinha condições de dirigir, afinal, mal conseguia ficar de pé. Pensou que era melhor descansar por uma hora e então partir.

Leon corria desesperado atrás de um homem com a arma em mãos. Chovia muito e as ruas estavam escuras. O ladrão atirou em direção a ele que, por reflexo, se jogou para baixo o para esquivar-se da bala. Antes que pudesse alcançar o chão efetuou dois disparos que atingiram o homem no ombro e no peito. Leon levantou-se e foi em sua direção. Quando chegou lá, checou o pulso do ladrão e percebeu que estava morto. Uma sensação de desespero tomou conta do jovem policial que se ajoelhou ao lado do corpo. Olhou para suas mãos e percebeu que estavam ensanguentadas. Tentou lavá-las com as águas da chuva, mas por alguma razão, o sangue não saía. Levantou-se e fechou os olhos. Quando os abriu novamente se sobressaltou quando o sujeito morto em sua frente levantou-se. Mas estava diferente. Seus olhos estavam consideravelmente mais claros. Aproximou-se de Leon que sacou a arma e ordenou que parasse, mas ao invés disso ele só se aproximava do garoto, que se afastava devagar. Em uma fração de segundos, o homem, estranhamente, pulou para cima de Leon e o derrubou. O jovem tentava pegar a arma que havia derrubado, mas antes que conseguisse, sentiu os dentes do ladrão fincando em seu pescoço, como se ele estivesse extremamente faminto de sua carne. Ele caiu no chão e seus olhos fecharam-se.

Leon abriu os olhos, assustado. Estava apenas sonhando. Com certeza, com o filme que assistia antes de dormir, onde um grupo de mortos vivos invadia uma pacata cidade em busca da filha do governador. Ainda deitado na cama, pensou um pouco sobre a estranheza daquele filme, mas lembrou-se de seu compromisso em chegar cedo à delegacia de policia. Viu o que pensou ser o sol nascendo na janela e ficou com esperanças de chegar a Raccoon City em tempo, mas quando olhou seu relógio de pulso percebeu que o que viu não era o nascer, e sim o pôr do sol.

Eram seis horas da tarde. Leon já estava se considerava demitido. Vestiu-se rapidamente, carregou sua arma e a encaixou em seu cinto. Desceu as escadas, pagou a diária e partiu.

Passava das oito da noite. O céu estava muito escuro quando Leon chegou à cidade. Não havia nenhum carro ao seu redor. Ainda seguindo para a delegacia, o jovem policial se perdeu em seus próprios pensamentos sobre o que podia ter levado a grande metrópole a ficar de ruas vazias, no entanto, sobressaltou-se quando percebeu que havia um homem atravessando lentamente a rua. Tentou frear, mas o tempo não foi suficiente. O pedestre caiu no capô do veículo. Leon desceu assustado, para tentar dar alguma assistência ao ferido.

Os pés do garoto tremiam ao se aproximar do sujeito pálido, caído em seu carro. Antes que Leon pudesse efetuar qualquer ação, o homem se mexeu bruscamente e caiu no asfalto. Começou a rastejar até os pés do policial como se quisesse atacá-lo. Tirando a arma da cintura, o rapaz afastava-se devagar até que sentiu uma forte mordida em seu pescoço. Acreditando ser algum animal, atirou. Quando se deu contra, percebeu que era um homem. Ou pelo menos, parecia um. Mas seus olhos eram mais claros e a pele mais pálida, como o ladrão de seu sonho. Quando olhou ao seu redor percebeu que dezenas de pessoas caminhavam lentamente em sua direção. A maioria delas apresentava mordidas humanas.

Abrindo a porta do carro, Leon atirou naqueles que se aproximavam, na tentativa de imobiliza-los, mas eles não aparentavam não sentir dor. Frustrado, fechou as janelas e ligou a ignição, mas o veículo não pegou. As pessoas se aproximavam e o garoto tentava desesperado ligar o carro. Por fim, deu certo, e ele arrancou o mais rápido que pode.

Tiros fizeram com que ele freasse o carro. Sacou sua arma, recarregou-a e abriu a porta. Uma garota corria pelas ruas, fugindo de uma dezena de pessoas. O policial mirou e descarregou sua arma neles, sem errar nenhum dos tiros.

-Obrigada. – Disse a garota, ainda assustada. Leon aproximou-se dela.

-Disponha. Quem é você? – Perguntou ele, enquanto a levava para o carro.

-Claire... Redfield. E você? – Disse ela.

-Leon S. Kennedy. – Leon abriu a porta do carro e a colocou no banco de trás deitada, mas antes que ele fechasse a porta, Claire o interrompeu.

-Espere, Leon. Acho que pode estar precisando disso. - Claire abriu o fecho da jaqueta que cobria sua blusa rosa claro e, de dentro de um dos bolsos, tirou uma munição de revólver. – Já vi que está sem balas. E vamos precisar de muitas para sair daqui. – Sem delongas, Leon recebeu as balas em silêncio e entrou no carro depressa.

-Obrigado. –Disse Leon, olhando a moça no banco de trás pelo retrovisor. – Então, agora que estamos mais calmos, que tal me contar como veio parar aqui? – Perguntou ele.

-Vim pelo meu irmão, Chris. Ele sumiu há algumas semanas. Cheguei aqui hoje pela manhã e... Cuidado, Leon! – Gritou Claire. Quando o jovem olhou para frente, percebeu que um amontoado daqueles mortos-vivos fechava a rua.

-Segure-se! – Disse ele, acelerando o carro o máximo que pôde. Conseguiu passar por cima da maioria deles. O vidro da frente estava manchado de sangue, dificultando a visão. Quando percebeu que estava em uma rua sem saída, tentou frear, mas o carro não parava. Desesperado, ele chamou Claire para o banco da frente. Abraçando-a, abriu a porta do carro e se jogou no asfalto. Ambos desmaiaram enquanto o carro chocava-se com um muro.

Abrindo os olhos, ainda tonto, o jovem policial observava o seu carro em chamas. Levantou-se e olhou em volta. Não a viu Claire em lugar nenhum. Pensou em gritar seu nome, mas poderia chamar a atenção dos mortos vivos. Dirigiu a mão ao seu cinto para pegar a arma, mas ela também havia sumido. Sem muitas opções, começou a caminhar pela cidade na esperança de encontrar a garota.

Passaram-se alguns minutos desde que Leon começara sua caminhada. Em seu percurso, não encontrou ninguém vivo. Nem mesmo um morto vivo. Quando olhou para chão involuntariamente, viu um frasco de injeção. Aproximou-se e o recolheu. Havia um símbolo no frasco. Um símbolo em forma de um guarda-chuva vermelho e branco. “Umbrella Corporation” era o que estava escrito. Leon lembrou-se de alguns comerciais que havia visto da corporação. Comerciais que ofereciam produtos diversos. Mas havia boatos que sua maior fonte de lucros era através da venda de armas virais. Começou a pensar que a Umbrella poderia ter alguma coisa a ver com o que acontecera na cidade.

-Leon! Corra! – A voz de Claire fez com que Leon deixasse o frasco cair no chão. Virou-se e viu uma cena assustadora: Uma criatura enorme, com um pano sujo cobrindo seu rosto, corria atrás de Claire arrastando um enorme machado. Suas vestes semelhantes a um avental estavam cobertas de sangue. Assustado, segurou a mãe de Claire e os dois correram o mais rápido que puderam.

-Entre ali! Rápido... – Disse Leon apontado para uma loja de armas que estava com a porta escancarada. Os dois entraram e, usando uma barra de ferro, selaram a porta. Suspirando, ambos sentaram no chão esperaram a criatura ir embora.

-Você está bem? – Perguntou Leon.

-Estou, obrigada. – Respondeu Claire, ainda assustada.

-Aonde você se meteu? Fiquei achando que estivesse morta. – Disse Leon. Claire respirou fundo e respondeu:

-Você não queria acordar e eu não consegui leva-lo comigo. O local parecia seguro, então eu saí para procurar ajuda e quando voltei, você não estava mais lá. Foi quando aquela criatura apareceu.

-Tudo bem. – Respondeu Leon.

-Nunca sairemos daqui. – Disse ela.

-Não vamos. Vamos sair. Vem, me dê a mão. – O jovem a levantou e começou e vasculhar a loja. Pegou uma pistola 9mm e a recarregou. Entregou a Claire.

-Sabe usar, não sabe? – Claire acenou positivamente. Pegou alguns cartuchos de munição e guardou no bolso de sua blusa. Leon pegou uma jaqueta marrom de couro e guardou algumas munições em seus bolsos. Equipou-se com uma Desert Eagle e, junto de Claire, saiu da loja.

Andavam devagar, sempre à espreita, mas não se depararam com nenhuma criatura. Enquanto caminhavam sem rumo, Leon fez um sinal para Claire para que ela parasse.

-Olha aquilo, Claire. – Ele apontou para um grande edifício – Lá é a cede da Umbrella em Raccoon City.

-E o que temos a ver com isso? – Perguntou ela.

-Minha mordida... – Leon passou a mão no ombro ferido. – Dói cada vez mais. E aquelas coisas... Todos tinham mordidas. – Claire entendeu o que ele queria dizer.

-E isso quer dizer que...

-Que eu vou virar um deles! – Exclamou ele. – Eu vi um frasco vazio no chão com o símbolo da Umbrella. Estou mais que convencido de que eles estão por trás disso. Esse frasco parecia carregar algum tipo de vírus.

-Então está insinuando que isso é uma contaminação? Por um vírus? – Perguntou ela.

-Sim, estou. E vai se espalhar. Claire, eu preciso do antivírus. Senão, não conseguirmos sair daqui.

- Meu irmão... – Disse ela pensativa - Estava investigando a Umbrella quando desapareceu. E se eles o pegaram... Vamos até lá! – Leon acenou positivamente. Os dois seguiram em direção ao prédio.

Lá estava ela. A mulher de vestido vermelho seus cabelos pretos e curtos balançavam ao vento. Ela observava Leon e Claire de longe. Pegou seu celular e digitou um número.

-Estou perto do prédio da corporação. Em breve estarei com o parasita. – Disse ela.

-Ótimo. E se lembre, srta. Wong, de que meu precioso carrasco está vagando pela cidade. Ele tem ordens de matar qualquer humano não infectado que encontrar. – Falou o misterioso homem que havia a contratado.

-Muito bom. Tomara que ele cuide dos dois que estão entrando no seu prédio agora. – Disse ela, com sua voz cínica de costume.

-Como é? – Disse ele, irritado.

-Exatamente. Uma garota ruiva e, pelo que parece, um jovem policial. Ele até que é bem atraente. – Falou ela, mirando seu binóculo no rosto de Leon.

-Não me interessa. Se o carrasco não os matar você os mata. – Ada desligou o celular e seguiu em direção ao prédio, segurando uma arma.

Leon e Claire já estavam no saguão. Os corredores estavam cheios de corpos e as paredes sujas de sangue. “Devem ter sido vítimas dos mortos-vivos”, pensou Leon. Ambos estavam alertas. Checaram um dos mapas e subiram de elevador até o andar considerado “restrito”.

A porta se abriu. Leon e Claire foram logo surpreendidos por um morto-vivo. Leon não pensou duas vezes e atirou na cabeça do infectado que vestia um jaleco branco. Em seu pescoço, estava um cartão.

-Provavelmente precisaremos disso para entrar lá. – Disse Leon apanhando o cartão do pescoço do homem morto. Seguiram o corredor, ainda alertas.

Ada havia chegado ao prédio, mas não subiu no elevador. Entrou no primeiro corredor à esquerda e chegou a uma porta branca. Retirou do bolso um cartão e passou no local indicado por uma seta verde. A porta se abriu.

-Seja bem-vindo, Albert Wesker. A análise do parasita nomeado de Las Plagas que fora requisitado foi completada. Hospedeiro disponível na câmara de segurança B, no vigésimo primeiro andar. Retire ao lado a chave que será pedida para sua remoção. – Disse o computador, através do alto-falante. Imagens de miscroscópio do parasita Las Plagas eram mostradas pelo computador. Ada retirou o cartão-chave da máquina e dirigiu-se o vigésimo segundo andar.

-Vigésimo segundo andar. – Disse Claire – Tem certeza que é aqui?

-Tenho sim. Estava no mapa como “área restrita”. - Leon passou o cartão no local indicado, e uma grande porta de vídeo se abriu. Os dois vestiram trajes de proteção se encontravam na entrada do local.

-Já entrei na droga do seu prédio. – Falou Ada ao telefone.

-Já recuperou o parasita? – Perguntou Wesker irritado.

-“Las Plagas”? Ainda não. Estou chegando na câmara. – Ela desligou o telefone, olhando para o corpo do morto-vivo assassinado por Leon. A espiã percebeu que o cartão magnético havia sido removido.

Leon e Claire entraram na sala. As luzes brancas que iluminavam o local os fazia sentir em outro lugar.

-Olha, deve ser aquilo o antivírus. – Disse Claire apontando para um frasco de injeção com um líquido verde. O jovem policial pegou o frasco e, junto de Claire, saiu da sala. Tiraram as roupas que vestiram ao entrar lá e Leon perguntou:

-Como sabe que isso é o antivírus?

-“Azul para o vírus, verde para o antivírus”. Foi a última coisa que Chris me disse pelo telefone. Depois disso que eu vim procurá-lo. Mas ele já deve estar morto... ou então, infectado. – Os olhos da garota lacrimejaram e Leon a abraçou.

-Não diga isso. Vamos encontrá-lo, eu prometo.

-Que comovente! – Disse uma voz feminina. – Leon e Claire se afastaram e apontaram as armas para a Ada.

-Largue a arma. Agora! – Gritou Leon, mas a espiã nem se moveu.

-Larguem vocês as suas. – Disse ela, calma como sempre.

-Está em desvantagem aqui! – Disse Claire.

-Estou? Porque eu tenho um meio de sair daqui e vocês não. Agora sumam da minha frente!

-É claro. Nos dê um motivo para fazer isso? – Disse Leon.

-Tudo bem, então. – Ada abaixou a arma. – Podemos sair juntos daqui. Vou precisar de ajuda para chegar ao aeroporto mesmo. – Leon e Claire também abaixaram suas armas. A bela espiã se aproximou deles e se apresentou.

-Carla. Chamo-me Carla. –Mentiu ela. – E vocês são?

-Não importa. O que veio fazer aqui? – Perguntou Claire.

-Eu tenho um empregador. E ele precisa que eu pegue algo naquela sala. – Ada apontou para o quarto vermelho.

-Isso eu não vou deixar. – Leon disse, voltando a apontar a arma para a espiã.

-Bem... Ele vai me pagar uma maravilhosa quantia. Eu posso dividir com vocês dois se me ajudarem a sair. – Ada tentava negociar com ambos, afinal, sabia que estava em desvantagem. Antes que qualquer um pudesse abrir a boca, um forte estrondo de vidros se quebrando ecoou. Bombas de gás foram lançadas através das janelas. Os dois pularam no chão, menos Ada que saiu correndo pelos corredores, enquanto Claire e Leon ficavam inconscientes. Ele viu um helicóptero voando à altura da janela e soldados da Umbrella invadindo o prédio. Depois disso, tudo escureceu.

-Seu desgraçado! Você ficou louco? Aqueles seus soldados quase me mataram, Wesker! – Gritou Ada pelo celular, já do lado de fora.

-Ora, você estava negociando com eles. – Disse ele.

-Mas você é um filho da mãe. Essa celular tem escuta, não é?

-Que garota esperta. Agora, srta. Wong, minha equipe recuperou os parasitas e os jovens... – Ada o interrompeu.

-O que fez com eles? – Perguntou ela.

-A questão não é o que eu fiz, mas o que eu vou fazer. – Disse Wesker, desligando o celular.

Leon abriu os olhos. Estava algemado junto de Claire a um poste de luz. Tudo estava embaçado, mas Leon conseguia enxergar os soldados da Umbrella em volta deles.

OBS: Não houve edição na postagem desse texto.

Nefferson: Sou um pouco suspeito para julgar aqui. Adoro Resident Evil, além de ter visto todos os filmes, sei parcialmente a história geral dos jogos. Suspeito eu digo, porque posso ter entendido a história com facilidade por causa do meu conhecimento prévio sobre a franquia. Tentei observar a falta de detalhes óbvios, como a descrição de personagens. Leon é narrado apenas como um jovem policial. Eu tenho uma imagem clara dele na minha cabeça, mas os outros leitores terão? Enfim, achei que você lidou bem a história, mas fico em dúvidas se você teria tanto domínio em um conto original. Eu vou pagar para ver, então é SIM.

Luiz: Olha, eu adoro Resident Evil e você escreve bem. Mas infelizmente hoje é NÃO . Sabe quando você não consegue se situar na história? Então, o que eu percebi foi que você pegou elementos de todos os filmes e dos jogos e recontou à sua maneira, sem nada novo. Você poderia ter criado o seu universo de Resident Evil. Mas parabéns pela escrita, foi um texto bem conduzido, apesar de eu me perder algumas vezes por estar em uma cena e ser levado a outra. A narrativa também estava ótima.

PS: Ricardo está viajando com papai e mamãe e por isso não poderá votar. Mas Cee Lo Biba está aqui para substituí-lo, de novo.

Mateus: Bem, no meu ponto de vista a escrita em si é boa. Parágrafos, espaços e aquele tom bem loucura urbana tem. Mas menino, você acabou com a história da metade pro final num grau que cheguei a ficar triste se Milla Jovovich chegasse a ter acesso a um roteiro desse. Como autor amor, você precisa criar mais. Mas criar de um jeito seu, criar uma identidade pros seus textos. Hoje é NÃO. A história em si não me cativou!

João: Luiz e Mateus, concordo com vocês, mas não posso me dar ao luzo de dizer não. Apesar do texto estar repleto de erros, percebi que o autor tem potencial, só precisa escolher o tema certo e as ideias certas pra fazer um bom trabalho. Até consigo vê-lo na próxima fase fazendo um texto criado por um de nós, porque ele sabe conduzir muito bem a narrativa. Então, meu voto é SIM.

Mateus: Ui! Acabamos de ter nosso primeiro empate técnico. Então quem vai decidir se o Guh passa pra próxima fase é você, leitor. Pode usar os comentários pra dar seu voto, mas sóa té semana que vem, dia 09/01, quando encerramos a votação.

Então, até depois, e que comecem a votar.

Salienteney Spears também quer comentar:
Ué, cadê o barraco? Sdds











                 
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Comentários
6 Comentários

Comentário(s)

6 comentários:

  1. No meu texto também teve empate e não tava escrito aquilo no final ><

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  2. Pois é Douglas. Não houve empate no seu texto porque os autores que acompanham a série te deram voto negativo, então o voto se tornou "absoluto".
    Nesse caso,os Não's se basearam no gosto pessoal dos autores. A história do Gustavo foi baseada nos jogos Resident Evil, e nem o Mateus e nem o Luiz conhecem essa história, mas todos os jurados concordaram que ele escreve bem. O que não foi o seu caso. Por isso houve empate, e agora cabe ao público decidir se ele continua na competição.
    Espero ter ajudado ^^

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