domingo, 6 de janeiro de 2013

[EA] Quer Teclar Comigo? (De Valdir Luciano)

Continuando nossa leitura, o louco da vez é o Valdir Luciano. Sim, aquele mesmo do disturbia da Rihanna. Entendeu? HAHAHA. Com mais um conto doido. Vamos ali teclar com ele.

E como vocês já o conhecem, vamos logo ao que interessa.



Prólogo 
Em uma banheira repleta de cubos de gelo acordou Marta, agonizando e tremendo de frio. Ela estava nua. Os cubos de gelo cobriam as enormes feridas em seu corpo. O local era sujo, com inúmeras carcaças humanas estendidas ao chão. Ela não podia gritar, pois ao final do corredor do banheiro havia um ser, trajado a uma capa escura, cortando pedaços de carne humana.

Marta não sabia por que estava naquele lugar. Sua única lembrança era de estar teclando em uma sala de bate papo na internet e, de repente, acordara ali. Ela queria fugir o mais depressa possível, pois estava apavorada. Porém, estava apreensiva, já que o estranho não estava muito longe e poderia pegá-la.

Lentamente, ela tentou se levantar e sair da banheira, mas, de imediato, sentiu uma terrível dor em suas costelas:
Uma enorme ferida aberta havia em seu corpo e sangrava sem parar. Ela começou a agonizar e, olhando para o estranho ser, percebeu que ele estava segurando um rim: Marta entrou em pânico.

O sujeito percebeu o seu choro, deixou o órgão em uma bacia e caminhou calmamente em direção ao banheiro com um machado nas mãos. Marta tentou correr á porta para fechá-la, mas acabou escorregando nos cubos de gelo que estavam espalhados sobre o chão.

Caída ao chão, ela ergueu a cabeça que, de repentino, foi dilacerada pelo estranho sujeito de capa preta que, segurando-a, voltou à cozinha, atirou a cabeça ao lixo, sentou-se diante de um computador, entrou em uma sala de bate papo e escreveu a todos os internautas:

―Quer teclar Comigo?

Capítulo 1 -

Thalita, 17 anos, cabelos longos e castanhos, pele clara, olhos escuros, magra. Estava assistindo ao Tele-Jornal onde se passava uma reportagem sobre uma mulher encontrada morta em uma floresta, próxima a cidade de São Paulo. O corpo já estava em estado de decomposição. Porém, o que mais chamou a atenção nos policiais foram os vários órgãos internos que estavam faltando naquele corpo.

Com nojo, ela desligou a televisão e ligou o seu computador. Acessando a Internet, ela entrara em uma sala de bate-papo que estava lotada de internautas com inúmeros apelidos. Um deles chamou sua atenção: The Bad Boy. A mente da garota era um tanto pervertida, então já imaginava o que o tal de Bad Boy poderia fazer. Não só o nome lhe chamou a atenção, mas também a foto que ele continha: Olhos azuis, cabelos longos e loiros, pele clara e sem imperfeições. Era um jovem perfeito em sua opinião. Thalita começou a se interessar por ele.

Para sua surpresa, ela acabou recebendo uma mensagem e, incrivelmente, do Bad Boy:

Bad Boy: Oi gata, gostaria de teclar comigo?

 Obviamente, ela nem pensou e respondeu:

Thalita: Claro que sim!

Bad Boy: Quantos anos você tem?

Thalita: Eu tenho 17 anos e você?

Bad Boy: Nossa, eu também. Que coincidência.

Thalita: Verdade. Sabia que eu te achei muito lindo? RS

Bad Boy: Obrigado, você também é muito bonita na foto. Será que é tão bonita assim pessoalmente? (6)

Thalita: rsrs... Posso te perguntar uma coisa?

Bad Boy: Claro.

Thalita: Por que você escolheu esse apelido de Bad Boy? Você por acaso é malvadinho? kk (6)

Bad Boy: kkk.. Quer mesmo saber? Sou um pouquinho mal, no bom sentido... Por que não me diz onde está e posso te mostrar como eu trato as garotas bonitas kkk...

Thalita: kkkk... Safadinho!

Bad Boy: E então, onde você está? Vamos nos encontrar, gata!

Thalita: É sério? Você quer um encontro comigo?

Bad Boy: Claro. Você é muito linda. A gente poderia se conhecer melhor. Poderíamos conversar, ou algo mais...

Thalita sorriu. Estava totalmente fascinada por aquele garoto. Ela não pensou duas vezes e, rapidamente, escreveu o seu endereço de casa para o garoto que, em sua suja e velha casa, anotava em seu caderno, segurando com seus dedos - melados a sangue - uma caneta preta.

Thalita: Você vai vir hoje?

Bad Boy: Acho que não vai dar. Hoje estou muito ocupado (Ocupado, prestes a tirar o fígado de uma vítima que estava presa e amarrada em cima de uma mesa).

Thalita: Então, você vem amanhã? Eu quero te ver.

Bad Boy: Claro, com certeza! Agora, vou sair. O trabalho me chama! Beijos e até amanhã...

Bad Boy saiu da sala eletrônica, enquanto Thalita demonstrava ansiedade. Mal ela sabia que ele também estava ansioso, mas não para ficar com ela e, sim, para fazer o mesmo que estava fazendo com a garota que estava presa em cima de sua mesa. Seu nome era Elaine, uma jovem de dezesseis anos.

 — Por favor, não faça isso! Por que eu? Me deixa ir embora - implorava ela, rebatendo-se para tentar fugir, mas estava fortemente amarrada.

O garoto pegou uma tesoura medicinal, olhou para ela e, com uma expressão feliz e diabólica, disse:

— Isso salvará uma vida que ainda nem começou a viver direito. Você... Acho que já viveu demais!

Ele procurou um objeto em sua caixa de ferramentas. Porém, não o encontrou.

— A anestesia acabou, Elaine. Vai ter que ser desse jeito mesmo.

Impiedosamente, ele iniciou uma série de cortes verticais sobre a barriga de Elaine, abrindo-a. A garota se rebatia, gritava e chorava, a ponto de vomitar. A agonia era insuportável. Ela desejava morrer rápido, mas o procedimento daquela cirurgia era lento.

Primeiro, ele retirou os rins. Depois o fígado e, por último, o coração. Elaine estava semelhante a uma boneca: Seus olhos estavam abertos e dilatados. Seu corpo estava imóvel. Já estava morta.

Após aqueles terríveis atos, o garoto sentou-se diante do computador e entrou em um site clandestino sobre venda de órgãos, publicando uma promoção:

―Rim, Fígado e Coração - R$ 1.000,00 "

Ele sorriu e continuou a navegar pela internet, deixando o corpo de Elaine estendido sobre a mesa, pingando o seu sangue ao chão. Não demorou muito para que os ratos surgissem e começassem a roer os seus ossos e comerem a sua carne.

OBS: Não houve edição na postagem desse texto.

Nefferson: Confesso que fiquei um pouco decepcionado com essa história. Apesar da narração não estar ruim, não chega aos pés do seu conto anterior, Distúrbio. O maior problema aqui é o enredo da trama. Tudo pareceu superficial demais. A menina conhece um garoto pelo bate-papo e resolve lhe dar o endereço de casa sem saber nada sobre ele? E o pior é que mortes bizarras estão acontecendo na cidade, tornando essa atitude ainda mais surreal. O ponto forte do texto fica por conta das passagens sangrentas, mas não há impacto quando não nos importamos com as vítimas em potencial. As meninas introduzidas na história não têm qualquer personalidade, resumindo-se em diálogos bobos. Hoje é NÃO, infelizmente.

Luiz: Sua história é bastante original, de verdade. Adorei ela, me imaginei diversas vezes na pele das vítimas. Entretanto, você ainda precisa melhorar em alguns pontos na escrita. Mas não desanima não, nem liga pro Teteu, ele é meio revoltado com as opiniões dele KKKK Hoje é NÃO, mas se serve de consolo, eu gostaria de ter ficado no meio termo. Mas não deixaram.

PS: Ricardo está viajando com papai e mamãe e por isso não poderá votar. Mas Cee Lo Biba está aqui para substituí-lo, de novo.

Mateus: Bem, primeiro esse tipo de "terror" não me excita. Os erros são exagerados. Cansei no final do primeiro capitulo. Não sei mas tenta ir pro romance, pra uma coisa mais brega. Esse seu "brega", porque texto assim pra mim é extremamente "chulo" e muitas vezes eu adoro textos assim, mas infelizmente o seu me deixou entediado. Precisava de mais acertos, inclusive os de português. Hoje é NÃO bebê, espero que encontre seu caminho na escrita e crie coisas descentes e não tão estranhas como essa. Hoje, não vamos teclar.

João: Primeiramente gostaria de explicar o motivo de postarmos os contos de pessoas que já passaram pra próxima fase. Não estamos procurando apenas um autor que escreva Web-Livros e faça Reviews de séries, estamos procurando contos de terror que se encaixem no perfil do nosso Blog e que, se forem bons, possam ser continuados depois que a competição acabar. Infelizmente não é o caso deste. Pensei que o autor poderia livrar-se do clichê e contar uma boa história, mas ele nos apresentou uma trama improvável e crua a respeito de um tema, que como Mateus disse, não me excita. Por sorte já temos Distúrbio e ele já passou pra próxima fase, então vamos seguir em frente. Parabéns Valdir, você é um ótimo escritor, mas hoje é NÃO.

Mateus: Val, você ganhou 4 Não's. Mas não liga não, você já passou pra próxima fase e é gatíssimo, deve ta bem de vida HAHAHAHA!

E aí, qual o aval de vocês? Sim? Não? Nem morto? Tecla comigo Valdir? HAHAHA! É só comentar aqui embaixo e ser feliz.

Uma ótima semana pra todos nós.

bêj.

Opinião da prima Demusca:
Paz e amor, irmão Meu voto é Não.
 










                 
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Comentários
3 Comentários

Comentário(s)

3 comentários:

  1. Alguém pode me explicar essa repescagem que terá???

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  2. Anônimo
    A repescagem vai começar assim que essa primeira fase terminar. Os leitores terão duas semanas para enviar seus textos e seus dados antes da próxima fase. Depois disso, ninguém mais poderá concorrer. =D

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  3. Concordo com todas as críticas,mas pelo menos vc já passou para próxima fase e estou louca para ler a continuação de Disturbia.

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