domingo, 13 de janeiro de 2013

[EA] Litoral dos Mortos (De Renan Pacheco)

Boa noite, leitores lindos do meu Brasil. Como foi o sabadão? Eu sei, também resolvi ficar em casa em nome da moral e dos bons costumes, HAHAHA! Mas hoje é um novo dia, e está na hora de trabalhar.

Essa noite o EA apresenta um concorrente que já passou por aqui e levou não, DUAS VEZES. Agora quem sabe ele leve um sim, afinal, estamos torcendo por isso não é? Não? Sim? Oi? Enfim, vamos visitar juntos o Litoral dos Mortos do nosso velho conhecido Renan Pacheco.


Prólogo
  Vamos pra um lugar um pouco mais deserto - disse o namorado.

- Porque você quer ir pra um lugar mais deserto? - Pergunto a linda moça com rosto de modelo e corpo tipicamente brasileiro, seus olhos verdes indicavam que já sabia a resposta pra sua pergunta, mas mesmo assim a fazia.

- Carol, você nunca quis "brincar" na areia? 

- Então você quer fazer castelinhos? Não teve infância é, até parece que seu pai não ti levava pra lugares mais lindos do que esse - E realmente o levava, afinal Alê vinha de família rica, seu pai era dono uma empresa biomédica e sua mãe tinha ações em varias empresas, por isso mesmo com seus 25 anos nunca havia trabalhado, os empregos que arrumara largava em questão de dias, seu pai não gostava nada daquilo, mas a mãe o apoiava. Ao contrario de Carol, que via a praia pela primeira vez, havia planejado tudo pra ver o litoral, até a data foi ela mesmo que escolheu.

- Você vai ou não? - insistiu, nem precisava, ela queria e ele sabia disso. Foram pra um canto da praia onde havia pedras. Depois dessas pedras tem uma pequena praia que ninguém chega, ele disse. 

 - Claro que ninguém chega, é perigoso, as pedras escorregam e as ondas chegam até aqui, não vou morrer só porque você é um pervertido - ela argumentava. Mas mesmo assim enfrentou e lá estavam num lugar que de tão pequeno nem poderia ser chamado de praia, entre o começo do mar e a enorme pedra onde a areia acabava tinha apenas 4 metros, não precisaria nem de um temporal pra agua levar eles dali. 

 Quando veio todo o tipo de palavrões a cabeça pra dizer a Alê viu que este já estava despido, não sabia se ria ou se batia nele. 

 - Mor, não vai acontecer nada, o máximo é agua bater em nossas bundas - disse enquanto estendia a toalha na areia. 

- É agua salgada idiota, eu não quero sal em minha bunda, muito menos... - Foi interrompida com um beijo caloroso, e viu que já tinha cedido, foi deitando na toalha enquanto Alê lhe tirava a parte de cima do biquíni, mas logo sentiu a gelada agua do mar em seus pés e um súbito medo tomou seus pensamentos. 

 A agua ia e vinha até a altura dos joelhos, até que levou uma pancada nos pés de uma coisa gelada, deu grito e saltou pra trás comprido com as mãos os seios nus. Era um corpo de um homem gordo, estava com a cara virada na areia. Alê cutucou com o pé com o intuito de a pessoa levantar, em seguida verificou o pulso e pôs a cabeça em su peito Nada, nem um batimento, tá morto.- Constatou.

 - Então para de botar a mão nisso - esbravejou Carol

 - Temos que chamar a policia, isso tá estranho, ele tá de terno, então não morreu afogado, que pessoa vai a agua de terno?

 - Sei lá Alê, caiu de algum barco... e o ferimento na perna, parece uma mordida, será que um tubarão o mordeu.

 - Não havia reparado nisso - Alê se agachou perto da perna e de repente o homem gordo se levantou, inclinou o corpo até a altura de sua cabeça e lhe arrancou a orelha com uma mordida - Filha da puta, esse gordo me mordeu! - gritou enquanto o sangue escorria por seu rosto.

 O Homem se pôs de pé e Alê lhe deu um chute lançando em direção ao mar, tentou se levantar novamente, mas as ondas lhe derrubaram, Carol estava chorando e olhou o machucado de seu namorado.

 - Ele arrancou sua orelha amor... - não conseguiu dizer mais nada, apenas soluçava, Alê estava estranho, olhando pra frente e imóvel - O que você tem?

 Ele virou a cabeça lentamente em sua direção e tentou lhe abocanhar  - O que é isso Alê, endoidou - continuava a vir em sua direção, Carol apenas correu em direção as pedras, sentiu as mãos dele em sua perna, deu um arranco pelas pedras escorregadias, queria logo chegar a praia, nem ligava que estava seminua. 

 Mas antes tivesse ficado ali, Ipanema que a poucos minutos estava lotada agora era apenas um monte de areia sem ninguém, havia guarda-sóis no chão, carrinhos de vendedores revirados, a agua bateu em seu pé, junto com mais alguma coisa, pulou, e viu que era uma mão. Virou-se em direção ao mar e este estava vermelho de sangue e se podia ver partes de corpos mutilados boiando na agua.

 Carol havia escolhido a data errada pra visitar o litoral.

Capitulo 1 - Bem vindo ao Rio, Bem vindo ao Inferno.
  Já era o horário pra entrar pra segunda aula do curso de Administração da UERJ, mas Ale ainda estava pra fora, sentando em uma banco, pensativo. Os seus longos cabelos loiros estavam soltos, e encobriam o rosto um pouco, agora eram mais curtos, mas antes chegara a bater na bunda, cuidava de sua cabeleira mas que qualquer mulher, graças a ela muitos nem sabia que se chamava Alexandre, apenas o conheciam como Cabelo.

- Cabelo, vai entrar ou ficar aqui? - perguntou Sara, uma loirinha linda, cobiçada por vários alunos da sala, mas que gostava de Ale. Mas ele já estava envolvido com Fernanda, que na verdade não gostava dele. A maior paixão de Fernanda era ela mesma, só namorava Ale por ser um dos melhores alunos da sala.

- Discuti com Fer, só quero ficar só.

- Novidade, Ale, você é aquela vaca só sabe brigar...

-Sara, olha como fala, ela minha namorada.

- Desculpe Ale, mas eu só falo a verdade, você sabe. - E era mesmo verdade, Fernanda passava por cima de quem fosse pra conseguir seus objetivos. Certa vez fora acusada de homicídio culposo pela morte de um professor, nunca foi provado seu envolvimento no caso do assassinato, mas era sabido seu envolvimento com o professor.

- Eu vou pra aula, faça o que quiser. - Disse Sara.

Ale passava vários minutos olhando pro nada, até que se assustou com o toque de seu celular. Viu que quem estava ligando era Fernanda, havia seu numero e uma foto dos dois juntos, o telefone ficou tocando por um tempo, ele observava a boca de Fernanda pela foto, era linda, era carnuda, era a parte preferida dele no corpo de Fer. Até que resolveu atender,

- Fala "mor", eu juro que to arrepe...

- Socorro, algo pegou meu pai....e comeu ele  - soluçava enquanto falava - Vem pra cá, correndo - o telefone chiou muito, não escutava o que falava - AHHHHH, que porra é essa, Ale, vem...Aleeeeeeeeeeee...

 - Vem pra cá aonde? Sua casa? - não adiantava mais perguntar, o celular apenas chiava, e ninguém respondia.

Levantou mais que depressa do banco e foi pegar seu carro no estacionamento. Quando entrou no estacionamento uma movimentação entre os carros, era o professor de contabilidade, uma japonês, lutando com alguém que parecia ser uma luno.

- Professor. - gritou Ale, quando o professor se  virou pra ver se onde se vinha a voz o aluno o arrancou dois dedos, foi coisa rapida, enquanto ele pois a outra mão nos tocos onde estava os dedos e agora escorria sangue gritando de dor o aluno o lhe derrubou de costas ao chão, mordeu-o no peito e comia-o como um cachorro, estava de quatro em cima do professor, com sua boca cada vez indo mais fundo no torax do homem, devorando carne, musculo, tudo. Os gritos do homem iam se abafando, mas quanto mais ficavam baixos mais perturbadores eram. Olhou a seu redor, encontrou uma barra de ferro no chão, com ela em punho foi em direção ao agressor do professor e disferiu vários golpes a cabeça, mas ele não parava de comer a carne do homem, deu mais golpes até a cabeça do aluno ficar esburacada. Não é possível, já era pra ele ter morrido, pensou Ale. O aluno se levantou, mesmo com um buraco na cabeça, da onde escorria sangue e um liquido amarelo, do queixo ao nariz havia sangue do professor. Veio em direção do Ale, e ele trespassou sua garganta com a barra de ferro, que entrou pela parte da frente do gogó e saiu pela nuca, esguichando sangue em Ale, e ainda sim continuara andando, como pode tar vivo, agora tem um pedaço de ferro no meio de seu pescoço, pegou o ferro com as duas mãos e puxou pro lado, rasgando o pescoço do rapaz e fazendo a cabeça ficam pendurada ao lado oposto do rasgo. O aluno caiu. Está morto? Perguntou pra si mesmo. Ficou ali parado, esperando, mas o rapaz não se levantava. Ale correu.

 Entrou na sala de aula desesperado, os alunos se calaram quando viu que Ale tinha sangue no rosto, no peito e nos braços. Tentava falar, mas só saia gaguejos.

 - Cabelo, o que... que foi? - Perguntou Sara assustada.

 - Alguém ma- matou o professor de com..., conta...Comeu ele.  - Fez uma longa pausa - E eu, eu matei a coisa. Não era humano, era um, um mor - morto-vivo, um zumbi.

 - Alexandre, me diga realmente o que aconteceu - Ordenou o professor que estava em sala.

Ale o ignorou: E têm mais coisas dessas por ai, eu sei, Fer me ligou.... Pegaram ela. - Falou baixo e começo a chorar em desespero.

 - É o fim do mundo! - Ale berrou. Mal sabia ele que aquilo era apenas o começo.

OBS: Não houve edição na postagem desse texto.


Nefferson: Não há muito que dizer aqui. Os mesmos erros cometidos nos textos anteriores voltam a aparecer, assim como a falta de revisão e narração pobre. Eu aconselho que você pegue a sua experiência e os nossos conselhos e escreva coisas novas, pois tentando com esses textos antigos, você continuará recebendo NÃO. Além disso, tente escrever um diálogo mais natural. Todas as falas soam artificiais demais, apesar disso trazer o tom trash da história - o que não é uma qualidade, diga-se de passagem.

Ricardo: Tinha tudo pra ser bom, mas simplesmente não é. Não sei se foi essa minha semana de férias, mas estou mais exigente. Ou talvez mais crítico, eu não sei. A narrativa é fraca, os diálogos foram superficiais, as cenas são mal elaboradas (tudo que me vinha a cabeça são imagens daqueles filmes com aqueles efeitos péssimos "de fundo verde"). Sem falar nos erros, será que o autor se deu o trabalho de revisar o texto? Eu acho que não. Isso sem dizer que passagens de tempo foram tão avulsas e sem nenhuma indicação que fiquei confuso com a ordem dos acontecimentos. Meu voto é NÃO.

Luiz: NÃO. Você continua cometendo os mesmos erros das outras histórias nessa. Parece que mais uma vez você não revisou seu texto, às vezes não consegui saber se o que eu estava lendo era narração ou fala de personagem e fica complicado você ficar relendo o texto para entender isso, fora os erros. Não sou nenhum professor de português, mas são erros óbvios. Então Renan, me desculpa, mas pela terceira vez é NÃO.

João: Eu simplesmente não entendo, sabe Renan? Você comenta no nosso Blog e nos prova que é uma das pessoas mais íntegras que podemos conhecer, mas escreve tão mal que me faz lamentar pelo apocalipse não ter acontecido em 2012. Tenho certeza que se aparecesse um zumbí sedento por cérebro, ele passaria direto por você. E eu não to falando isso pra você se sentir mal, mas cara, às vezes não basta ouvir um conselho bonzinho com palavrinhas bonitinhas, tem mesmo é que tomar um bom chá de simancol. Você precisa ler, interpretar, ser detalhista, largar essas gírias ridículas e deixar a escrita fluir. Seus livros não são um roteiro trash dos anos 80, e a qualidade deles vai depender apenas de você. Já pensou que demais seria você escrever um best seller enquanto todos aqueles que te criticaram continuam postando em Blogs? Então, pense nisso. Abra seu Word, se desligue do mundo e diga pra si mesmo "Lindley Bitch é o caralho, Paulo Coelho que me aguarde." Daí você vai ver do que eu to falando. Se você ainda tem alguma dúvida, meu voto é NÃO.

Mateus: É Renan, parece que você vai deixar essa competição com o record de rejeições. Ah, eu queria mesmo que você entrasse, mas fazer o que, você ainda não ta preparado.

Bem, e vocês aí, concordam? Nem precisam dizer, né? HAHAHA!

E só pra avisar, hoje não teremos EA em dobro, pois os emails resolveram trollar o próximo participante. Então, Elos de um Segredo fica só pra amanhã.

Tenham um ótimo domingão, bêj do Cee Lo Biba.

Apocalipseney Spears não curtiu o post:
Alguém salve meu cérebro!11









                 
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Comentários
3 Comentários

Comentário(s)

3 comentários:

  1. Poxa cara, gosto tanto dos seus textos "abrasileirados" , pena que peca no conteudo.

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  2. Nossa, eu ri muito com o João nessa... Renan com certeza já aprendeu a lição, acho que se ele pudesse concertar os textos enviados, estariam melhores.

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  3. É uma grande pena,mas parece que o Renan não está seguindo o meu conselho,gostei da crítica do João kkkk

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