domingo, 20 de janeiro de 2013

[Crítica] Switched at Birth - 2x01: The Door to Freedom (Season Premiere)

Uma nova temporada de dramas.


Review:
(Spoilers Abaixo)

E não para não! Mal acabou a primeira temporada de Switched at Birth e a segunda já estreou. Com o final da primeira e a maioria dos problemas resolvidos, fiquei me perguntando qual rumo a série seguiria, quão feliz fiquei ao ver que ele foi apresentado logo na season premiere me lembrando do por que de eu gostar tanto dessa série.

A nova temporada de Switched at Birth começa do exato ponto em que paramos, apresentando um rumo para cada personagem. A expectativa de todos os amantes da série assim como eu era saber quem era a mulher grávida que apareceu no fim da temporada passada procurando pelo Angelo. A resposta era meio óbvia, até por que ninguém pode ser feliz por muito tempo por aqui, e justo quando Angelo ficou rico e um futuro a dois para ele e Regina parecia estar se formando, esse problema surge.

O interessante dessa história é que a bomba não estourou de vez, antes disso Angelo chegou no melhor estilo Santa Claus e presenteou a todos os Kennishes e Vasquez (pfvr, estou indo ao cartório agora trocar meu sobrenome) deixando John mordido de ciúmes. Esse por sua vez, com a ajuda da Kathryn, poderá entrar na política. Todos prontos para levantar a bandeira dele? Sim? Não? Ainda estou no meio termo quanto a isso, política nunca foi meu tópico favorito, e se não tiver muito drama e coisas interessantes a serem abordadas, essa será uma história overrated pra mim.


Por outro lado, uma personagem que teve uma grande evolução e mudou totalmente meus conceitos foi a Bay. Não é segredo de ninguém minha antipatia pela personagem, mas parece que todo o drama da temporada passada a fez acordar finalmente, e logo de cara temos uma Bay mais madura e preocupada em ser uma boa filha. Foi um choque ver essa mudança nela, e não fui o único que se sentiu assim. Os professores dela também, tanto que a acusaram de colar no teste. O que eu não esperava era a reviravolta que essa história deu. Não deixando completamente a revolta com o sistema de lado, ela decidiu sair da Buckner e mudar para a Carlton. Isso mesmo, a Carlton, escola para surdos onde o ex-namorado e irmã dela estudam. Se eu gostei disso? Adorei! Mal posso esperar pra ver o que vai acontecer.

Já Daphne, minha personagem favorita, ainda está sofrendo pelo Jeff. Essa foi uma das poucas vezes em que eu quis dar um sacode-acorda-pra-vida-mulher-se-situe nela, coisa que a Melody fez com maestria. O Travis, lindo e fofo, fazendo de tudo pra chamar a atenção da Daphne e ela lá mandando sms às tortas e às direitas pro Jeff para depois receber um “não podemos nem ser amigos” dele. Foi necessário, só assim ela conseguiu finalmente se desligar dele e notar o Travis. Torço muito por esse casal desde a primeira vez que eles se falaram e quero muito Traphne (oi?) nessa temporada.

E é assim que começamos a segunda temporada. Angelo rico, com um possível filho a caminho e com Toby e Bay como únicos conhecedores da história, aliás, isso já gerou conflito entre pai e filha, imagina o estrago que vai fazer quando estourar para toda a família. Principalmente agora que Regina parece finalmente estar cedendo à ideia de uma vida a dois de novo. Bay completamente mudada e com destino à Carlton. Daphne com uma van restaurante e livre do Jeff. John e Kathryn se unindo rumo ao senado. E nós assistindo a tudo de camarote, afinal, quem não gosta de dar uma espiada na vida dessas famílias?
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1 comentários:

  1. Eu fiquei com pena da Bay por ela ser rejeitada na Carlton, mas acho que os seus colegas vão acabar aceitando ela.

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