quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

[Crítica] Suburgatory - 2x08: Black Thai

É hora do desafio!

Review:
(Spoilers Abaixo) 

É impressão minha, ou esse ano os moradores de Chatswin parecem estar bem mais inspirados? 2013 mal começou e já tivemos que presenciar uma das maiores loucuras cometidas em toda a história do subúrbio, que deixaria qualquer esquizofrênico de queixo caído. Mas para nós, velhos residentes de Suburgatory, toda loucura ainda é pouco. Então, quem quer fazer mais um tour pela cidade mais divertida da TV? Só peço que tomem cuidado, pois de boas intenções, Chatswin está cheia.

O primeiro episódio de 2013 narrou os acontecimentos após a prova de vestibular que Tessa e Dalia fizeram, e no desentendimento entre as duas por causa da conduta de seus pais. Enquanto Dalia ganhava um carro novo e um rádio super potente mesmo tirando notas baixas, Tessa, que ficou entre os melhores alunos, ganhava um sorvete e um cartão. Por causa de seus comentários irônicos a respeito da premiação da pior aluna de Chatswin, ambas foram levadas até uma competição de hip hop para que suas “tretas” fossem todas resolvidas na pista de dança, e assim, pudessem viver em paz novamente. Isso, é claro, de acordo com a mente suburbana de Dalia.

Elas só não contavam que sua disputa acabaria levando George e Dallas a um desentendimento maior, transformando-os em dois adolescentes competitivos e altamente dispostos a provar seu ponto de vista dançando como chimpanzés na frente de todo mundo. Ou seja, foi dia de homenagear Modern Family e pagar aquele mico coletivo com a família. Mas por mim, o plot poderia resumir-se apenas em Dalia e Tessa que já estava de bom tamanho. George e Dallas nada conseguiram acrescentar se não uma lição de moral piegas que todos já esperavam. Sou muito mais a Dalia dançando como Hip-Hop-ney Spears sem expressão e a Tessa naquela roupa bonitinha, que me desculpem, mas ela usará na nossa lua de mel, hahaha!
E o enquanto o Bitch Fight e tava rolando solto no núcleo principal, a família Shay estava tomando medidas desesperadas para ter seu precioso filhinho de volta. Eles sequestraram Malik – numa das cenas mais engraçadas do episódio – e depois decidiram fazer uma troca com seus pais, onde poderiam aceitar Ryan em qualquer condição, seja esfolado, quebrado ou com o cérebro lavado. No entanto, o sequestro terminou num jantar elegante com todos os membros das duas famílias, onde felizmente não era servido carne de veado como prato principal.

Eu sinceramente não achei que esse plot iria render, mas parece que os roteiristas estão mesmo pensando em dar mais destaque pra família Shay, já que na primeira temporada eles foram excluídos de vários episódios. E eu com certeza aprovo essa ideia. Já nem consigo mais imaginar Suburgatory sem as tramas paralelas narrando o dia-a-dia bizarro desses suburbanos. Só esperava que o desfecho não fosse tão previsível, e que essa história da adoção ainda pudesse render. Mas agora Ryan já está em casa, não quer mais ser chamado de Eugene e certamente nunca mais vai largar seu precioso pudim de pele. Ou seja, romance entre ele e a Tessa, até agora nem tchun.

Quanto a história do Noah e os testes de inteligência do seu bebê, só tenho uma coisa a dizer: Perda de tempo. Poderíamos muito bem ter ficado sem esse plot que não faria falta alguma no episódio. Aliás, já está mesmo na hora do Noah sair do banco de reserva e fazer algo produtivo. Ele é o único personagem que não consegue me conquistar e o grande protagonista das cenas mais chatas do seriado. Se continuar desse jeito, pode até ser expulso de Suburgatory. Mas quem sabe lá por New Girl ele possa encontrar a sua turma, hahaha! Quem não adora uma indireta que atire o primeiro rolinho primavera.
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