quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

[Crítica] Emily Owens, M.D. - 1x07: Emily And… The Good And The Bad

Está na hora de apagar as velinhas.


Review:
(Spoilers Abaixo)

Ainda não acabou, tem mais review na maratona de Emily Owens e devo dizer que esse foi um dos meus preferidos. Minha cabeça fervilhou no último episódio com todos os rumos que a série poderia tomar, e devo dizer que me satisfez.

É semana de festa no hospital, ninguém mais, ninguém menos do que Emily está de idade nova. Mas não é só ela, por ironia do destino, Cassandra também faz aniversário no mesmo dia que ela. Sinceramente? Não poderia ser melhor. Tudo por que enquanto Emily detesta aniversários, Cassandra adora ser o centro das atenções. Bastou isso para que o Will anunciasse para quem quisesse ouvir que a festa seria na casa da Emily, deixando-a totalmente desconcertada, pois não bastasse lidar com isso, ela ainda teve de resolver outros problemas.

Primeiro, teve o Manuel, florista do hospital e imigrante ilegal que deu entrada no hospital em situação grave. Além do gesto lindo da Emily de só reportar a situação dele após a cirurgia, teve o gesto mais lindo ainda da Dr. Bandari de jogar os prontuários dele no lixo dando fim ao dilema da deportação. Adorei essa parte por que mostrou que por trás da médica durona, está uma pessoa com coração e que acima de tudo se importa com os pacientes, com isso, Bandari se torna cada vez mais uma das minhas personagens favoritas.


Dr. Bandari também ganhou pontos comigo no outro caso médico da semana. O de um prisioneiro que estuprou quatro mulheres e foi admitido no hospital para uma cirurgia. Will (como sempre ele) acabou ultrapassando os limites e quase comprometeu a objetividade da Dr. Bandari na cirurgia, sendo expulso de lá. Aliás, adorei a bronca que ela deu nele. Nada justifica os crimes do paciente, mas isso não é motivo para trata-lo como um porco por isso, afinal, o juramento dele foi salvar vidas sem ver a quem. Por que somos o mundo, glória a Deus e amém! #InesBrasil

Emily ainda serviu de intermediária na reconciliação de Tyra com o pai. Aliás, esse foi um dos momentos mais lindos da série, a conversa de pai e filha pós-revelações. Nada clichê, nada piegas, mas tudo realista e emocionante, como aconteceria na vida real. É a arte imitando a vida! E com isso, o drama da aceitação chega ao fim, com o pai apoiando cem por cento a Tyra, como deveria ser em todos os casos.

Mas o ponto central do episódio, ao menos pra mim, ficou por conta de Emily, Micah e a Kelly, namorada dele [?]. A mãe do Micah deu entrada no hospital para um tratamento com maconha medicinal, o que causou ciúmes na namoradinha. Não da mãe, mas da Emily, que estava super amiga dela e do Micah Mouse enquanto ela tinha de observar a cena de longe. Fiquei com dó dela, por que ela gosta do Micah e não é uma pessoa má. É notável a diferença de tratamento entre ela e Emily, o que a deixou incomodada. 

Resultado? Bem, o Micah foi pra tal festa de aniversário da Emily, mas saiu de lá às pressas depois de ver a maneira como o Will olhou pra ela. Como eu disse em outros reviews, não quero que se forme um triângulo amoroso entre eles. Não com o fim da série cada vez mais próximo. A série não tem tempo para explorar isso, e sim o casal Emicah. Deixa o Will na dele com a Cassandra e todos acabam felizes. Espero sinceramente que os roteiristas pensem assim e sigam o desejo da maioria dos fãs da série.
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