domingo, 30 de dezembro de 2012

[EA] Supermassive Black Hole (De Mateus Antony)

Sim, hoje temos Escritor Alternativo em dobro. Já esão preparados pra fazer seu julgamento? Bom, sei que nós estamos, e não vamos facilitar a vida de ninguém, Hahaha!

Primeiramente, gostaria de dizer que Mateus não pôde apresentar o EA de hoje porque vai passar o fim de semana curtindo pelos bares de Santa Catarina com seus bofes escandalosos, então coube a mim pegar o seu lugar. Mas é só por um dia, prometo que vocês não vão se livrar do Cee Lo Biba tão fácil.

Agora sim, vamos ao segundo autor da noite.

Mateus Antony Moreira da Silva Maciel, tem 14 anos e mora em Retirolândia/BA.

João Lindley: Então Mateus, como descobriu nosso blog?
- Na verdade, eu não me lembro muito bem como encontrei o blog. Acho que foi em uma das minhas procuras por críticas de The Vampire Diaries. Depois de algum tempo, se tornou algo diário. Logo, comecei a conhecer alguns dos críticos (oi Lindley ^^), e me apaixonei realmente pelo blog, quando descobri que também postava livros ou contos. Quando o João postou My Last Lie, eu me tornei um fã do trabalho do pessoal do blog.

João Lindley: O que fez você se inscrever para o concurso?
- Foi uma série de fatores importantes. Mas o que realmente me levou a se inscrever, foi a chance de aprimorar minhas obras por outros olhares. Sempre que mostro para meus amigos ou familiares, sinto que eles são bonzinhos demais. Por outro lado, se alguma pessoa que não me conhecesse analisasse essas obras, iria poder falar toda a verdade. Consequentemente, eu iria absorver as críticas e tentar aplicá-las. É meu sonho publicar um livro, talvez tão grandioso quanto Harry Potter ou Game of Thrones –n. Não quero riqueza, principalmente por que não quero viver de minhas obras. Nesse ponto acho que tenho uma visão bem semelhante de E. L. James. O que eu quero é ter um fã, conversar com ele sobre meu livro e saber que ele curtiu o que eu escrevi. Talvez essa seja a melhor sensação do mundo. Tenho uma amiga, Denise Flaibam que agora irá publicar uma saga chamada “A Profecia de Mítria” (sim, estou fazendo uma propaganda básica, me processem), e ela vêm alimentando esse sonho que está impulsionando cada célula do meu corpo a criar novas histórias. O gênero que eu mais gosto é aventura medieval e fantasia, gosto de criar meu próprio Mundo Alternativo (trocadilho básico KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK) Mas já tentei fazer um conto de terror e suspense. Supermassive Black Hole é primeiro capítulo de uma fan fiction original que estou postando no Nyah!, um site já especializado nesse tipo de coisa. Espero sinceramente que possa satisfazer os internautas de plantão.

João Lindley: Avaliando os textos anteriores, acha que pode ser um dos melhores?
- Tenho que confessar que minha autoestima não é muito alta. Mas pelo que li, Valdir Luciano se destacou bastante e eu fiquei surpreso com o conto dele. A única coisa que sei é que me dediquei bastante para fazer esses contos e que gostaria de ganhar. Quem não é ganancioso no mundo? E pfvr, gif da Britney na minha crítica u-u

João Lindley: Hahahaha! Pode deixar, Mateus. E boa sorte.

Supermassive Black Hole
Sinopse:
Samantha Vance não é o tipo comum de heroína, é o tipo de garota manipuladora, interesseira e mentirosa cujo ninguém quer ter ao seu lado. Em uma de suas incontáveis noites trabalhando num bordel, ela conhece um homem inusitado com roupas antigas e sotaque britânico. 

Porém, ele não era um cliente comum. Samantha mal podia imaginar que o homem com quem ela dormia é um vampiro com mais de um século de idade. Mas esqueça aquele tipo de vampiro benevolente que se apaixona pela mocinha, Eric J. Fell é o tipo de vampiro que busca poder, sexo e sangue nas sombras nas quais foi condenado a viver. 


Agora que despertou de seu sono milenar, Eric está com uma fome insaciável e busca por vingança aquela que o aprisionou. Embarque nessa história onde não existem mocinhos, mas sim vilões. Onde não se pode confiar em ninguém. Onde só o que importa, é sangue e sexo.


Capítulo I
The Awakening

Eu abri meus olhos e fitei o escuro a minha frente. Por alguns segundos fico imóvel. Esqueço-me de respirar e isso me deixa incomodado. Mesmo que eu não precise desse hábito humano, faz com eu use o órgão responsável por essa tarefa, por isso, sinto como se estivesse vivo. Solto uma risada abafada por pensar assim. 

Vivo. Palavra engraçada quando é falada por alguém como eu. 

Tento abrir meus braços, mas percebo que o local onde fui preso era determinadamente pequeno demais para aquele movimento. Sinto-me preso e isso acaba me enfurecendo. Que diabos eu estava fazendo no meu caixão? Um som gutural é produzido em minhas entranhas, porém é abafado ao longo de minhas cordas vocais enquanto o repreendo. 

Tateio o local a minha volta percebendo a forma do lugar onde eu estava preso. Sim, era realmente um caixão. Trincando os dentes, fecho a mão em punho e desfiro um soco na porta do caixão. Percebo que o caixão está lacrado. Cuidadosamente coloco minhas mãos na porta e tento empurrar. As correntes que prendem a porta parecem se enroscar ainda mais no caixão. 

— Mais o que... — comecei a falar enquanto mil xingamentos me vinham à cabeça. 

Então eu lembrei-me daquela bruxa indígena cujo não dera importância o suficiente para saber seu nome. Era uma mulher da tribo patawomecks — dizem que essa tribo tinha o dom de se transformar em enormes bestas peludas e de aspecto grotesco na lua cheia. 

— Vadia... — xingo. 

Respiro fundo mais uma vez e me concentro. Com uma linha sucessiva de socos a porta do caixão começa a se rachar. Com um último soco, minha mão atravessa a madeira facilmente e um jorro de terra adentra o caixão. Posso sentir as partículas de terra penetrarem em meu nariz. Paro de respirar imediatamente e franzo o cenho. Tento me erguer, mas sinto como se meu corpo inteiro estivesse enferrujado. Posso sentir meus ossos rangerem. 

Enfio minha mão pela cratera que criei na estrutura do caixão enquanto o jorro de terra mancha minha camisa e encontro uma densa parede de terra inquebrantável. Tento me agarrar a algo, mas sinto somente uma pedra. Fecho ela entre meus dedos e a comprimo transformando-a em pó. Continuo apalpando e quanto mais faço isso, mais terra adentra no caixão. Sem pensar duas vezes, estico os músculos rijos de minhas pernas e me jogo para cima. A porta do caixão vira estilhaços agora afogados por uma onda de terra. Continuo tentando subir. A terra cai em meus cabelos e em meus lábios. Começo a cuspir tentando tirar o excesso de areia da língua. O sabor é horrível. Consequentemente. Desde quando terra é bom? Desde quando qualquer coisa a não ser sangue se tornou saboroso para mim?Ah, não vamos esquecer-nos das mulheres. Desde quando sangue e sexo não se tornaram as únicas coisas as quais me proporcionavam prazer na vida? 

Depois de alguns minutos em minha tarefa árdua em busca da superfície e da liberdade, consigo enfiar minha mão por uma fresta de terra. Tento encontrar algo para que possa me agarrar, mas não encontro. Continuo apalpando até que encontre o que parece ser uma pedra. Continuo tateando até que percebo seu formato. Era uma cruz de mármore. 

Agarro-me a um dos seus braços e com um esforço mínimo, consigo me erguer. Aproveitando a liberdade sugo uma lufada de ar. 

— Estou livre. — murmuro satisfeito. 

Olho em volta. Estou no cemitério de Deepvalley, porém... Está diferente. Existem ainda mais lápides que o comum. A única coisa familiar naquele local sombrio era o velho carvalho retorcido. Agora ainda maior e ainda mais sombrio. Seiva seca escorria pelas fissuras de seu tronco e seus galhos se agitavam pelo ar como dedos contorcidos tentando alcançar a lua. O silvo de suas folhas voltívolas era o único som que pousava sobre aquele lar dos mortos. Fios de névoa dançavam e cobriam as lápides de modo sinistro se arrastando lentamente até mim. 

Ouço passos atrás de mim e me viro. 

Encontro um velho desengonçado. Provavelmente o coveiro. Ele vestia-se com um macacão desbotado com um suspensório de couro surrado. Vestia uma camisa branca e suja de terra. Era calvo e tinha olhos rasos e cansados. Olheiras roxas como hematomas cercavam seus olhos. 

Lanço-lhe um sorriso diabólico e a sinfonia de seu grito cortante invade meus ouvidos o que aumenta — ainda mais — minha excitação e minha sede. 

Eu podia imaginar como eu estava. Meu rosto, provavelmente estava sujo de terra e meus olhos da cor vívida de azul elétrico — tão elétricos que chegavam a ter um tom preternatural. Finos e quase imperceptíveis vasos sanguíneos se espalhavam por meu rosto. E naquela situação, deveriam estar ensoberbecidos sobre minha pele fina. Meu cabelo dourado na altura do ombro deveria estar embaraçado. E minhas vestes... Preciso mesmo falar? 

— Como... Ér... Como isso é possível?! — questiona ele com o olhar amedrontado. 

Eu alargo ainda mais meu sorriso. 

— Se eu fosse você, questionaria... Existe algo impossível? — falando isso avanço em sua direção como um raio atravessando o céu noturno. Rapidamente coloco minha mão em seu maxilar e empurro seu rosto na direção contrária expondo suas veias azuladas sobre a pele branca. Sorrio e avanço sobre a veia carótida ferozmente. 

Imediatamente o jorro de sangue quente invade minha boca. Uma sensação de prazer se apodera de meu corpo. O coveiro lutava intensamente contra mim. Mas meus esforços eram inúteis. Ele tentou afastar-me segurando meu braço fortemente. Aquilo só dificultava aquela experiência. Quando a vítima cede ao nosso poder, costuma ser bem mais delicioso beber. Porém, quando a vítima fica agonizada e agitada, chega a ser irritante e quase traumático para vampiros recém-criados. Por isso leitores, lhe peço, se estiverem sendo sugados por uma criaturas das trevas, por favor, mantenham a calma. 

Depois de sugar todo o líquido que corria pelas veias do coveiro, joguei seu corpo sobre a relva e limpei o sangue que escorria por meu lábio inferior. Sorrio enquanto um som semelhante a o ronronar de um gato preguiçoso escapa entre meus lábios. 

Olho em volta, aparentemente ninguém havia visto aquela cena. Flexiono os ombros ajeitando a camisa afogada ao meu corpo e ando pelo cemitério até o enorme portão de ferro. Uma corrente enferrujada e um ferrolho fechavam o portão. Afastei-me um pouco e chutei. Imediatamente as grades foram arremessadas para a avenida fazendo o tinir do ferro contra o asfalto ecoar pela rua vazia. 

A luz de um poste proporcionava pouca iluminação e aquilo me deixou ainda mais a vontade. O beco estava vazio — excluindo o fato dos gatos e dos ratos correndo pra lá e pra cá entre as lixeiras postas em um canto afastado. 

Andei calmamente pelo beco e me encontrei em uma encruzilhada. Observei o perfil da pequena cidade que fundei junto com John Smith quando viemos pelo mar a bordo do Mayflower. A cidade havia mudado de modo significativo. Perguntei-me quando tempo passei adormecido naquele caixão. Maldita bruxa. Quem ela pensava que era? Cerrei os dentes e continuei observando tudo com meu olhar minucioso. 

As partículas de poeira espiralavam sobre as luzes dos postes. O concreto da encruzilhada ainda estava umedecido e um cheiro de terra molhada e orvalho ainda impregnavam o ar. Chovera recentemente, era o que meu olfato me dizia. 

Então, meu olhar captou algo encostado no passeio ao lado de um prédio que parecia ser um bar ou algo parecido. À medida que eu me aproximava, percebi que não era “algo.” Eram várias carruagens de ferro com o formato estranho. Eram estranhamente arredondadas. Percebi que não era puxada por cavalos! O que era aquilo? Um cavalo de ferro com vida própria? Observei suas pernas. Eram redondas e curtas, com o interior trabalhado em ferro. Observei com curiosidade aquela especiaria rara e logo percebi que havia algo ao seu lado. Era mais esbelto e fino, com pernas maiores. Logo, percebi a semelhança entre aquela roda de ferro e as rodas de uma carruagem. 

Apressado, pulei sobre a carruagem de ferro quadrangular. Pude sentir o frio do ferro misturado com os pingos de água sobre minha pele fria trespassando a calça de linho. Estava com as coxas umedecidas. Agarrei com força algo que parecia ser a fronte da carruagem. Minhas unhas arranharam o vidro produzindo um zunir pavoroso. 

Fiquei encarando o dorso daquela criatura. Procurei por algo que pudesse estimular a fera a se movimentar, mas nada encontrei. Então, desferi um soco no dorso da criatura. Imediatamente o ferro se contorceu em volta de minha mão e a criatura começou a ganir. Um som estridente ecoou pela avenida. 

O som foi tão alto que nem pude mais ouvir o som do vento passando por meus ouvidos ou meu sangue recém bebido passeando por minhas veias. Rapidamente, pulo do dorso daquela criatura de metal até o muro próximo e me empoleiro lá. Logo, um homem saiu do edifício o qual pensei ser um bar e examina a criatura de ferro. Ele vestia roupas estranhas. Sua camisa não tinha colarinho nem botões. Sua calça não era de linho, ou de couro fervido. Parecia ser de um tecido mais grosso. E ao invés de gibão ou algo semelhante, ele usava algo que parecia ser um fraque de couro. 

Ele não percebe o entalhe no dorso do seu animal, ao invés disso, puxa algo do bolso e comprime um botão. O animal para abruptadamente de guinchar. Ele dá umas batidas na lateral de sua montaria e entra no bar. 

Encarei aquela cena com curiosidade. Como esse animal poderia ser controlado de modo tão fácil? 

Tratei de afastar essas dúvidas de minha mente e voltei ao meu objetivo: voltar até meu castelo, Greenhill e descobrir quanto tempo fiquei adormecido. E é claro, me vingar daquela vadia. 

Apuro meus ouvidos a fim de ouvir o relinchar de algum corcel que pudesse me transportar até meu castelo. Claro que teria que subir pela encosta sozinho no final de contas, mas estava muito fraco para atravessar a cidade até a colina Greenhill. 

A imagem do enorme castelo me vem à mente e involuntariamente abro um sorriso. Mesmo que aquele edifício tivesse sido marcado da trágica morte de minha mulher e de minha filha, era o meu lar. Lembrando disso, olho na direção da colina a fim de ver as torres do castelo se erguendo por entre as nuvens. Porém, pude ver que não havia nenhuma luz acesa nas torres. Cerro os olhos tentando enxergar melhor, talvez a falta de sangue estivesse danificando minha visão. Um só corpo não era o suficiente. Eu tinha que beber mais sangue que quisesse voltar ao meu ritmo comum. A idéia me pareceu tentadora. Mas a imagem do castelo preencheu novamente minha mente. 

Meus escravos iriam ver. Será que teriam abandonado a senzala depois de minha ausência provisória? Sem pensar mais sobre isso, pulo até o prédio vizinho e começo a pular de um prédio ao outro rapidamente tornando-me quase invisível. As lufadas de ar contra meu corpo faziam que meu coração palpitasse. Algo que não acontecia há tempos. Podia até imaginar o movimento ritmado do coração tomado por teias de aranha e poeira. 

Um relincho. 

Olho na direção de onde penso ter ouvido o som e fico paralisado esperando por uma confirmação. Então, outro relincho. Talvez fosse uma manda largada correndo por qualquer campina. Mudo de direção agora correndo até os cavalos. Depois de um minuto, chego até um campo límpido. O mato era tão denso e alto que parecia que eu estava num campo de trigo do outono. 

Ando pela mata até avisar um celeiro com a tinta desbotada. Corro até o celeiro e abro as portas. Os cavalos estavam presos em cubículos. Havia no mínimo dezenas de corcéis. Sorrio e escolho minha montaria. Quando me aproximo de um garanhão negro e alto, ele começa a relinchar e por fim empina. Rosno para ele exibindo meus dentes. 

Grande erro. 

O cavalo somente ficou ainda mais agitado. Ele se virou e desfechou um coice no ar. Tentei agarrar seu casco, mas não consegui. Se tivesse um chicote, iria castigar aquele animal açoitando-o até a beira da morte. Logo, pude ouvir um clic sonoro a alguns metros do celeiro. E depois, o som de uma bota pesada quebrando os galhos secos espalhados sobre o chão. 

— Quem está aí? — ouvi a voz antes que pudesse sentir a presença do fazendeiro. 

Virei-me para ele com um sorriso debochado e puxei os lábios sobre os dentes rosnando. O homem pareceu congelar. Aproveitando aquela deixa, pulei habilmente sobre o dorso do cavalo e golpeio-o na lateral com minha bota. Pude ouvir o som da costela do animal se partindo. Agoniado, o cavalo quebrou a porto do estábulo e correu em direção ao fazendeiro. O homem pulou para o lado antes que o animal passasse por cima dele. 

Parece que vocês, humanos, têm um nível elevado de inteligência para asnos. 

O animal galopava selvagemente. Podia sentir o impacto do chão contra seus cascos percorrerem seus músculos. Sua respiração estava cadenciada. Segurei ainda mais forte em sua crina e a instiguei a continuar. Um tiro disparou e passou rente a anca do garanhão. O coração do cavalo martelou e eu olhei para trás. 

O fazendeiro ainda segurava seu rifle e o apontava em minha direção. 

Esqueça o que eu disse, vocês humanos realmente são asnos. 

O garanhão continuou em sua corrida desvairada e pulou a cerca da propriedade se afastando do alcance dos tiros do fazendeiro. Só me dei ao luxo de respirar e relaxar sobre o dorso do animal quando somente o que nos cercava eram as árvores espaçadas de Deepvalley em seu bosque profundo e escuro. 

Os galhos se estendiam pelo céu como uma teia de areia formando um teto sobre nossas cabeças. À medida que o corcel adentrava mais fundo no bosque, a luz lunar foi reduzida a fios de luz prateada que escapavam pelas frestas. 

Depois de alguns momentos de cavalgado, eu pude perceber que as árvores estão ficando ainda mais espaçadas e que havia um pequeno aclive se formando aos poucos. O cavalo começou a fincar seus cascos mais fundo na terra esforçando-se para continuar. 

Assobio e jogo meu corpo para frente estimulando-o. O cavalo começa a trotar e sobe a ladeira até que eu finalmente possa avistar meu enorme castelo de pedra se erguendo para o céu majestosamente. Logo, a ladeira se tornou mais íngreme e o cavalo começou a se desequilibrar. Desci do dorso do animal e lhe dei uma palmada nas ancas, o animal virou-se e correu trotando de volta ao bosque. Olho para frente e abro um sorriso. 

Greenhill sempre fora algo lindo de se ver. A arquitetura do local possui um estilo arquitetônico pitoresco e vitoriano. O castelo fica próximo a um precipício, cercado por um bosque que muda de cor ao longo das estações deixando suas pedras cor de caramelo em contraste com o local. O enorme pináculo fica acima das nuvens, no qual repousa uma águia de mármore branco com as asas abertas. A ave fora especificamente trabalhada para que fosse exposta ali. As cores dos blocos de pedra eram semelhantes ao tom marrom-canela, mas com um toque suave de dourado. Torres e torrezinhas circundam o pináculo como se fosse uma escada decrescente. Porém, percebo que algumas delas agora estão destruídas e com os blocos enegrecidos e sujos de fuligem. Houve um incêndio no meu castelo? Com esse pensamento de torcer os testículos cerrei os dentes. 

Subi a ladeira e parei em frente ao portão de ferro. O portão de ferro tinha arabescos florais como detalhes e emanava honra em seu ferro bem trabalhado. Mas agora, o portão estava enferrujado e retorcido com videiras se enroscando em suas grades. Havia somente uma rotura entre as duas grades. 

Com um chute forte fiz com que os portões se abrissem de modo brusco arrancando as dobraduras da parede. As grades voaram alguns metros no ar e caíram no chão com um tinir metálico enquanto faíscas eram lançadas contra o ar. Atravessei o pátio e ignorei o chafariz de mármore esquecido e tomado por trepadeiras. 

Ando lentamente até a porta de ébano e abro. Por dentro, a situação do meu castelo era ainda pior. A luz do luar atravessava de modo impiedoso os vitrais quebrados de modo impiedoso fazendo com que o vidro despedaçado fosse semelhante a uma boca denteada. Pequenos fachos de poeiras flutuavam sobre o ar espiralando apenas a alguns centímetros do chão empoeirado. Assim que dei o primeiro passo, o chão de madeira rangeu sobre meus pés. Tudo a minha volta cheirava a mofo. Zelando por meu bem-estar, interrompi um fluxo de ar rapidamente impedindo que o cheiro entrasse em minhas narinas. Encontrei pelo chão móveis revirados, taliscas quebradas, quadros rasgados, colgaduras empoeiradas na parede, cacos de vidro espalhados pelo chão e manchas escuras no piso de madeira. Falando nisso, o piso de madeira agora estava apodrecido por causa de uma infestação de cupins. O meu enorme lustre com penduricalhos de cristal agora jazia caído no chão assumindo um aspecto medonho com teias de aranha e poeira. O fogo que crepitava tão alegremente na lareira já não estala criando aquela melodia ritmada que preenchia o cômodo à noite. 

Confesso que senti certo ódio por encontrar meu majestoso castelo naquele estado deplorável. 

Porém, reprimo minha raiva e continuo andando. 

Minha audição capta algo. Parece como um chicote cortando a barreira do vento em menos de um segundo. Como um estalo alto de algo se quebrado. E é nessa deixa sonora que o fantasma aparece. 

Recuo assustado encarando aquela criatura de semblante sombrio e fantasmagórico — trocadilhos a mil queridos asnos. De seu corpo emanava uma luz prateada e com um tom preternatural. Era uma mulher baixinha. Tinha cabelos encaracolados e presos em uma toca. Vestia um vestido simples. 

— Bem vindo ao manicômio de Greenhill. Onde os loucos são os normais. — afirma ela abrindo um sorriso excêntrico. 

— Manicômio? — repito a palavra como se fosse uma palavra encarando aquela mulher. 

— Sim. 

— Tu és louca? Esse castelo é minha propriedade. 

Ela ri. 

— Então bem-vindo Mr. Fell... — fala ela em tom brincalhão. 

Faço uma cortesia. Quando a encaro novamente, ela parece estar assustada. De todos os cantos do castelo, fantasmas emergem das sombras e se aproximam de mim. Não tive a oportunidade de contar, mas pareciam ser dezenas. Algumas figuras inusitadas foram as que mais me chamou atenção. Um deles estava em chamas — literalmente. Uma fumaça fantasmática emergia de seu cabelo chamuscado. Outro sujeito tinha sua cabeça em seus braços. Outra enfermeira trazia suas entranhas sendo arrastadas pelo chão. E outro estava totalmente nu e pingava. Provavelmente morrera no banho. Porém, a maioria deles parecia ter morrido em um incêndio. 

— Então quer dizer que incendiaram meu castelo? — provoquei encarando-os. 

Aquele que trazia a cabeça nos braços flutuou até mim e tentou colocar sua cabeça de volta no lugar. Ele encaixou cuidadosamente e então falou. 

— Não. O incêndio foi acidental. Ocorreu por causa de uma falha no sistema elétrico. Por isso a energia elétrica aqui foi cortada meu caro, para impedir que outro acidente venha a... — em seguida sua cabeça caiu e rolou até o chão. — Aqui... Direita. Não! A sua direita... Ó, retardado! A sua direita... Isso... Mais pra cá... — tagarelava guiando seu corpo até sua cabeça. 

— Você é mesmo Eric Jonathan Fell? — quis saber outro. 

— Sim. — afirmei. 

— Como pode estar vivo? — questionaram alguns na multidão. 

Sorri e falei sem nenhum ouvinte específico. 

— Meus caros, sou um vampiro. 

—☩— 

Eu estava totalmente equilibrado enquanto me agarrava naquele pináculo. Encarava as extensões de minha pequena cidade Deepvalley com o olhar minucioso. Escondida em algum lugar dessas vielas escuras e frígidas, estava à bruxa que me aprisionou naquele caixão e lançou uma maldição sobre mim. Não pense que sabe algo sobre minha história, por que minha história ainda não começou. 

[Continua] 

OBS: Não houve edição na postagem desse texto.

Nefferson: É uma pena ver uma das histórias mais promissoras desse concurso me decepcionar. Eu amo os vampiros, e gosto de absolutamente tudo que tem a ver com esse universo, mas sua história infelizmente foge a regra. Apenas a sinopse me agradou, e nada mais. Então, aconselho você a ler um pouco mais para aperfeiçoar suas técnicas e tentar outra abordagem pra narração não ficar tão complicada. Hoje é NÃO.

Ricardo: NÃO. Algo no texto, na trama, alguma coisa não me desceu. Provavelmente foi a escolha do tema, vampiros de novo? DE NOVO?! Eu realmente mereço mais uma história de vampiros? Por melhor que o autor seja, existem outros temas pra serem trabalhados, né? George R.R "Muito Amor" Martin está aí pra provar que hoje em dia ainda se pode fazer sucesso sem falar de vampiros.

Luiz: O autor não pôde opinar, pois estava com problemas em seu computador.

João: Ricardo, o problema não são os vampiros. É covardia dizer que uma história não é boa devido ao tema escolhido, quando todos sabemos que o importante mesmo é a maneira como ele é desenvolvido . O problema é a narração sonífera do autor, que combinada a uma musica da Lana Del Rey, pode fazer qualquer ser humano vencer a insônia em menos de dois minutos. Uma história precisa ter emoção, instigar o leitor desde sua primeira linha, e claro, ter referências aos grandes clássicos pra provar que o autor entende do assunto. Mas não houve nada disso. E também não acho que o tempo verbal escolhido para narrar foi o mais inteligente. Enfim, Mateus, não foi dessa vez. Você nos enviou mais alguns textos, então quem sabe no próximo você consegue. Hoje é NÃO.

Mateus: Matt, você recebeu 3 Não's, então continua fora da competição. Mas cabeça erguida, viu bebê? Ainda temos dois textos seus concorrendo, é só cruzar os dedos.

Despedida do Cee Lo Biba: Bem, assim fechamos com chave de vitória nosso ano. Um ano que trará surpresas, séries novas, gente nova, trabalho, e mais trabalho. Que possamos ser prósperos, felizes e continuarmos com nossa leve e doce opinião (nem sempre nessa ordem) e que isso seja o que atraia os holofotes pra nós. Nossa sinceridade e nossa perspectiva de poder dizer sim e não. Não somente pra textos, mas sim pra aquilo que nos faça realmente enxergar o que nos trará coisas boas. Que dois mil e treze seja um ano de realizações, conquistas, e que com muita fé possamos fazer um PUTA ano. A cada um dos leitores um carinho, um bêj e um cheiro. Seja na sua boca ou em qualquer outro lugar que você prefira.

Feliz dois mil e treze, feliz novidades, feliz tudo de bom que a vida possa oferecer. Não são só meus votos, mas sim de todos os escritores desse blog bom.

Uma ótima semana pra nós!

bêj.

Opinião de Sinceraney Spears:
Gente me joguem num black hole...









               
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Comentários
25 Comentários

Comentário(s)

25 comentários:

  1. Desculpe o que eu vou dizer mas o seu conto me deixou entediado não acontece nada de mais só paragrafos que poderiam ser cortados que ninguém iria sentir falta
    mas o seu texto foi melhor do que o diaria de uma vaca

    Feliz ano novo para vocês ai do blog e antes que eu vá quando vai ser lançado os melhores do ano e que horas?

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  2. KKKKKKKKKKKKK Confesso que ri. Eu realmente concordo com as opiniões dos críticos. Como disse, vou aproveitar as críticas. Espero que gostem dos próximos contos! ^^

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  3. o diario de uma vaca - morri kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk / sim, o conto foi bom... só n foi ótimo

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  4. O escritor é gatinho! :O
    Valdir Luciano, Mateus Antony e João Chaves bem que poderiam fazer um surubão O.o KKKKKKKKKKKKKKKKK

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  5. João Lindley... Falhou dessa vez! Foram injustos demais com o garoto. Quais são os requisitos dessa competição mesmo? A narração dele é parecida com a de Stephenie Meyer e eu amei isso.

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  6. Críticos burros... HISTÓRIA é uma matéria. Isso é uma HISTORÍOLA. Se vocês soubessem tanto assim de português quanto aparentam, saberiam essa diferença sucinta. Vim aqui me declarar mesmo que anônimo, para defender esse garoto. O diário de uma vaca iria narrar um dia de tua mãe... Geedes, concordo contigo. Foi bom, mas não ótimo. E essa é a questão. Esse Matheus Antony escreve de maneira quase profissional. Alguns erros aqui e ali, mas tudo bem. Todos erram. Agora vamos analisar Valdir Luciano... O garoto com um conto meia-boca que narra a história do demônio num porão e todos fizeram aquele alarde. Se o prêmio desse concurso fosse dinheiro, apostaria que existe suborno aqui. João Chaves vem com uma cópia de Gossip Girl e Pretty Little Liars e todos derretem aos pés do garoto. Nefferson foi o único com que concordei, deu conselhos pro garoto e tals. Achei que a crítica dele estava andando para um sim, mas ok. Então Ricardo... Você afirma que histórias com vampiros são horríveis e que George Martin nos provou isso. Agora eu dou risada de sua cara e mando você ir ler a versão original de Bram Stoker e comparar. Drácula mandou um oi. Lindley, pelo amor de deus! Tu fazes uma junção de Pretty Little Liars e Pacto Secreto, escreve uma história muito meia-boca com uma narração decadente e ainda tem coragem de fazer essas críticas? Pfvr, quando tiver imaginação para criar uma história original, me avise. Só quero ver se Matheus Antony realmente vai aceitar tudo isso desses críticos!!! Na crítica de “Forget Me Not” Nefferson disse algo que me chamou a atenção. “Ironicamente, eu gostaria de poder ver um filme desses onde a mocinha morresse no terceiro ato, deixando a vadia divertida como a verdadeira protagonista. Neste caso, seria uma jogada surpreendente e divertida, mas que nunca acontece.” Pela sinopse, a personagem principal é uma puta. Sei que não tiveram a oportunidade de conhecer a personagem, mas mesmo assim... Poupe-me ao dizer que essa história não tem potencial. Acho que esse garoto pode deixar todos eles boquiabertos de modo épico. Desabafando... Matheus Antony, a capa ficou tosca! Sorry sweetie KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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  7. Anônima aí de cima... Se você amou uma narração semelhante a da Stephenie Meyer boa, você deveria ler J.K. Rowling e ver o que realmente é literatura.

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  8. Querido anônimo, eu tenho o direito de ler o que eu quiser. Portanto, vá se foder.

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  9. Elena, primeiramente eu te agradeço por me defender. Mas também irei te ofender um pouco aqui, ok? Você tinha todo o direito de me defender e ir contra a opinião dos críticos, mas não de modo tão agressivo. Você esnobou Valdir Luciano e João Chaves e isso é errado. Se eles tem mais potencial do que eu o que posso fazer? O blog é do Nefferson e ele que manda. –s
    Então, por mais revoltado que eu fique não poderia interferir em suas opiniões. My Last Lie foi baseada em PLL e O Pacto Secreto e possui sim traços sutis, mas nada que possa ser considerada como plágio. Se fosse assim à maioria dos autores de fantasia medieval iriam ser acusados de plagiar Tolkien ou Lewis, já que para mim foram os Pais da Magia. Existiu o clichê após eles...
    Eu sei que a capa é tosca... KKKKKKKKKKKKKKKKKK Mas agradeço a você por me defender, mas também quero que peça perdão aos críticos! Não quero que ache que sou mal agradecido, mas por outro lado não queria que minha HISTORÍOLA criasse esse mal estar.

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    1. Matheus Antony faça-me rir! Pelo amor de deus, eu pedir desculpas a pessoas que não sabem analisar se uma história é boa ou ruim e ainda tentam humilhar as pessoas? Renan Pacheco deve ter tentado se matar milhares de vezes depois do que esses “críticos...” (permita-me rir do uso da palavra inadequada nesse caso) falaram da narração dele e das histórias. Se Renan estar lendo isso daqui eu quero dizer uma coisa a ele: Esnobe-os também, por que pelo ou menos você foi criativo! Não plagiou uma história de quatro meninas mentirosas perseguidas por uma pessoa anônima. Matheus, eu sinceramente estou tentando decidir quem dá o cu pra quem. Quem é o passivo nesse caso, tu ou Linley? RSRSRSRSRSRS

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    2. Elena, você acha mesmo que nos importamos com o que você pensa? Neste exato momento estamos rindo de você e da situação de baixo nível que você criou. Porque de algum jeito, você acha que vir aqui usar seu vocabulário favelado e aproveitar a liberdade de expressão pra ser uma mal educada vai mudar algo em nossas vidas, mas não vai. O Concurso vai continuar, nós continuaremos avaliando textos do nossos jeito, e continuaremos fazendo críticas de nosso jeito. Ou seja, você apenas perdeu seu tempo mostrando a nossos leitores o quanto um ser humano pode ser tão desprezível. Ofendendo nossas críticas, nossos Web-Livros, nossa vida pessoal, e o blog aqui, crescendo a cada dia. Bom Elena, sinta-se a vontade para provar que pode fazer melhor. Até lá, fique longe do meu Blog. That was nice to metting you.

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    3. Por isso que eu gosto do João KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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    4. Se não se importam gatinho, deviam. Baixo nível? Queria eu ser digna de criar uma situação de baixo nível, mas a educação que meus pais me deram não permite. Vocabulário favelado? Pfvr, cresce garotinha! Quantos anos você tem, 15? E eu realmente quero que continuem com essas criticas injustas e meia-boca, continuem kiridinho. Seus leitores? Acha realmente que ler uma obra cheia de falhas e furos faz de pessoas INTELIGENTES suas fãs? Matheus está aí pra provar, facilmente manipulado por sua laia escrota. Quando você tiver uma obra lançada - se isso acontecer, no máximo será um acordo com a Rocco, que aceita qualquer história para adolescentes -, let's talks. E por favor, feche o google tradutor na aba vizinha ^^

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    5. Então minha querida, pegue sua educação e retire-se do nosso Blog. Pare de se comportar como uma selvagem, vá cuidar da sua vida, e trate de honrar o diploma que diz ter. Porque me desculpe, mas a palhaça que está escrevendo esses comentários não me parece servir nem pra garí.
      Acho que quem deve crescer é você, sabia? Alguém com a idade avançada e mente antiquada igual a sua deveria ter mais o que fazer ao invés de vir dar uma de possuída nos comentários de um Blog que não curtiu. Faça-me o favor, sua besta quadrada. Te acho uma BOSTA de pessoa e não vou no seu perfil dizer isso, então, acho que você deveria fazer o mesmo. Você pode ir pro inferno agora =D

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  10. Sai dai elena ninguem liga pra vc

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    1. Vai fritar ovo no cu de Satanás.

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  11. Quem é essa Elena que surgiu do além pra criticar todo mundo? Isso é um concurso, gata, se você não aguenta ver as pessoas sendo criticadas, não vem até aqui criticar o trabalho de outras pessoas. E outra, querida, o meu nome é Lucas Chaves, e se os autores deste site, que por sinal faz muito sucesso, acharam que a minha história é boa, quem é você pra me criticar, querida? Foda-se se eu me inspirei em séries, filmes e o caralho pra fazer minha história, pelo menos eu fui elogiado, recebi QUATRO sim e aceitei as críticas que recebi de boa. Agora, pfvr, se quiser vir dar liçãozinha do moral, quero ver seu diploma de PHD em letras ou alguma coisa assim, beijos e um feliz ano novo pra você, sweetie :*

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    1. Se eles têm o direito de criticar, eu também tenho. A internet é livre, ok KIRIDINHO? Sucesso? Ok, faça-me rir. Sucesso que dói. Encontre uma pessoa na rua e fale desse blog, o máximo que ele pode falar é “Conheço sim.” Jesus, Maria e José! Esse blog só possui críticas amadoras. O próprio Nefferson falou que criou esse blog para criticar as séries do seu jeito. Com o seu OLHAR AMADOR, O OLHAR DE UM ADOLESCENTE. Leia as críticas de Linley sobre a tal aclamada e cheia de conteúdo saga Twilight e depois conversamos. Lógico que você foi elogiado kiridinho! Roubou a ideia de pessoas profissionais e com um currículo invejável, Marlene King lhe mandou dois bjs, ok? Essas críticas nesse blog de amadores vão te levar para aonde? Na verdade eu tenho diploma de letras, sou professora aqui em Itaquera, só pra calar tua boca.
      “Sweetie”? Nossa. Já vi que qualquer um que já participou desse blog ou teve contato com ele é viado né? Caralho... Matheus-Cu-Mal-Comido já me provou ali em cima.

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    2. Você fala como se alguém se importasse com o que você diz.

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    3. Elena, faça um favor para todos nós, aperte alt+f4 no seu teclado e poupe-nos de seus comentários medíocres que só servem pra denegrir a imagem de pessoas que obviamente você não consegue superar.
      Não gosta do nosso Blog? Acha que nenhum de nós tem talento? E acha que entende do assunto porque tem diploma e é professora numa cidade esquecida por Jeová? Ótimo, parabéns pra você, campeã. Agora pare de perder seu tempo num blog que você tanto despreza e deixe-nos em paz com nossa mediocridade e falta de talento. Que me desculpe, mas dezenas de leitores discordam. Passar bem =D

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  12. Elena, tenha a santa paciência. Vá transar, vá fazer algo produtivo da sua vida, ou vá pro diabo que te carregue que todos aqui vão agradecer. Não me interessa sua opinião sobre o que postamos aqui. Nem te conheço, não paga minhas contas, não ajuda em porra nenhuma, então fica calada que liberdade de expressão não é motivo pra ser mal educada.
    E não me interessa o que você acha da minha HISTÓRIA (Sim, pode pesquisar no Google, porque está certo). Os leitores adoraram, assim como adoram todas as outras histórias que eu posto. Sem falar que minha vida inteira ouvi elogios sobre minha escrita, então, não espere que eu acredite na opinião da primeira mal comida que pensa o contrário.
    E pra sua informação, chamar alguém de viado é preconceito. E preconceito só é cometido por pessoas ignorantes. Então, aconselho você a rasgar seu diploma e voltar pro ensino fundamental. Porque você sabe, aprender apenas as regras da língua portuguesa não vale, precisa aprender a não se comportar como um animal e não se intrometer naquilo que não lhe diz respeito.
    Se tiver alguma duvida, fale comigo, terei prazer em lhe ensinar como expor sua opinião de maneira decente e sem baixar o nível. =D

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    1. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Elena mereçe uma Carminha na vida dela.

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  13. Concordo com os jurados,adoro histórias sobre vampiros mas essa precisa de mais ação,estava tudo muito parado,boa sorte na próxima vez.Sinceramente essa Elena Marques não tem o que fazer,além de ser mal educada e preconceituosa ainda tem coragem de dizer que é professora,uma adulta que não consegue criticar sem usar palavrões e denegrir os outros,e se ela não gosta do MMA nem deveria ter entrado pois não fazemos questão da sua desagradavél presença.

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