segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

[EA] O Diário de Chanta (De João Sampaio) [+18]

Já que sobrevivemos ao fim do mundo, continuamos na busca pelo novo autor desse blog. Quero histórias muito mais doidas e mirabolantes da imaginação de vocês. E claro, temos esse ~corpo~ de jurados pra dizer sim ou não. E vocês claro, delícias de leitores!

Nosso quarto dia de leitura, temos João Sampaio e quem conversa com ele é o João. A vadia mor desse blog.

João Vitor dos Santos Sampaio, tem 18 anos e mora em garrafão do Norte/PA. 

João Lindley: Você, diferente de todos os outros participantes, nos enviou um conto erótico. E estamos curiosos, porque a maioria dos contos desse gênero é baseado nas próprias experiências do autor. Essa regra se aplica também a você ou estamos lidando com um caso de ficção? 
- Kkkkkkkkkkkkk! não. É tudo ficção. Essa história surgiu do nada, eu sempre gostei de escrever e de um rabisco surgiu o enredo. Fazia apenas para ler com os amigos na escola. E a galera sempre pedia pra eu colocar mais erotismo, pois achavam que ficava mais engraçada. 


João Lindley: O que levou você a se inscrever pro concurso? 
- Eu sempre quis publicar minhas histórias e fazer critica de séries/filmes.


João Lindley: Você acha que pode ser um dos melhores? 
- Sim.


João Lindley: Ok, então não nos decepcione. Boa sorte.




SINOPSE DO DIÁRIO
Bem vindos ao diário de Chanta, ou melhor, ao meu diário, estou decidida a relatar momentos marcantes em minha badalada e escandalosa vida. Momentos esses que eu nunca irei de esquecer, sejam bons ou ruins, afinal tenho uma boa memória e ainda lembro-me de cada loucura que já fiz na vida, ainda lembro-me de cada homem que possuiu o meu corpo, pelo o menos aqueles que marcaram minha vida de alguma forma. Preparem-se para descobrirem a magnífica mulher que eu fui, em todos os aspectos, tantos amorosos, quanto sexual, em relação a minha vida, meu cotidiano e ao meu eu. Como prostituta aprendi muito coisa nessa vida, aprendi que a vida pode ser como você quiser, aprendi que é você que faz as regras da vida, mais sei também que sempre haverá uma incerteza no fim de cada caminho, mais também sei que pode haver um caminho que você julgará ser sua felicidade. Os contos que eu irei relatar, todos aconteceram comigo, será um resumo dos últimos anos magníficos da minha vida, contanto o que de mais importante aconteceu na minha vida durante todo esse tempo. Quero mostra quem eu fui, preparem-se para sentirem o fogo que saíram dessas páginas, não é um fogo químico, na verdade será um fogo que sairá de dentro de mim.

PRIMEIRO CONTO
A PROSTITUTA DA BARRA DA LAPADA
Eu era uma mulher pobre, que levava uma vida dura, adorava tudo o que era duro, pois o sabor de amolecer era demais, eu tinha sonhos sem dormir, eu trabalhava em quartos do medo, eu adorava tudo o que me causava pânico, pois a sensação de arrepio me excitava, eu pensava em sexo a todo o momento, eu ganhava dinheiro fácil, pois sexo é a coisa mais fácil do mundo, em qualquer lugar se encontra. Na minha profissão eram quatro ou cinco caras por noite, às vezes até mais, desespero não, prazer sim, eu adorava a vida que eu levava, me divertia “pra caramba” com os meus clientes, era um mundo colorido onde eu escolhia as cores.

Meu nome é Chanta, belo nome para uma bela mulher. Nessa época da minha vida, eu tinha vinte e dois anos, mais com a aparência de uma garota de dezoito, eu era uma prostituta. É uma profissão que não precisa de diploma, basta se quente como fogo. Podemos dizer que nessa época eu era linda, sexy, gostosa, poderosa, desejada, fatal, ambiciosa, absoluta, soberana, apaixonante, deslumbrante e fascinante, traduzindo, eu era excitante.

Era madrugada, então vesti meu uniforme de profissão, que era uma micro saia, uma micro blusa e uma micro calcinha, todas da cor preta, eu adorava a cor preta, pois ela ressaltava a minha super beleza no limite e também era a cor do meu super herói preferido “Batman”. Aquele uniforme apimentava o meu excitado bumbum malhado e deixava os meus super seios mais volumosos, ou seja, me deixava gostosa no limite.

Quando eu chegava à Barra da Lapada, que era o meu ponto de prostituição, eu causava entre as prostitutas, todas tinham inveja de mim, principalmente minha rival número um de ponto, seu nome era Manuella, mais todos a chamavam de Manu. Mais eu não me importava com aqueles olhares de cobiça, o que eu queria mesmo era ser feliz e só para irritar a concorrência, eu começava a desfilar no calçadão da Barra da Lapada, sacudindo o cabelo e balançado o bumbum, eu me considerava a gostosona do pedaço e a concorrência que morresse de inveja, como era bom ser gostosa, com a minha super, mega, hiper, ultra beleza, eu poderia seduzir qualquer homem do mundo, eu era tudo e mais um pouco, eu era o que podemos chamar de mulher do momento. O sexo para mim significava o amor, a poesia, a paixão, a amizade, o paraíso, ou seja, era a minha alegria de viver. Ainda bem que eu era prostituta, aquela profissão era a minha cara, com aquela vida eu poderia consegui as duas melhores coisas do mundo, sexo e dinheiro de montão.

Logo me cansei de desfilar e me sentei na calçada da Barra de pernas abertas, minha calcinha preta fio dental ficou a mostra, adorei aquele ventinho que passou entre as minhas pernas, refrescou o que estava pegando fogo. Eu estava louca por uma boa transa, por sorte logo apareceu um cliente, ele queria contratar os meus quentes serviços, mais eu não gostei do que vi, o cara era ridículo, feio ao extremo, , só de olhar para ele perdi minha excitação, ele era super magrelo, era baixo, tinha uns vinte e cinco anos, era espinhento, usava óculos e aparelhos nos dentes, um verdadeiro nerd que parecia ter uma minhoca entre as pernas. Ele não era nem de longe o meu tipo de homem, eu gostava de homens lindos, altos, musculosos, bem dotados e excitantes só de olhar. Sem pensar duas vezes fui logo dizendo para ele “Não, jamais, eu nunca transaria com você”. Mais logo mudei de opinião, pois a ambição me dominou quando ele me ofereceu mil reais, com esse valor nem pensei duas vezes e topei “é claro”, como diz o ditado, pagando bem, que mal tem. Fomos direto para o motel Rala e paga, onde eu já era cliente freqüente, pois eu sempre trepava por lá com os meus clientes. Chegando ao nosso quarto, logo tirei a roupa e fiquei pelada em cima da cama, pois de tímida eu não tinha exatamente nada. Já o meu cliente magrelo, parecia ser um pouco tímido “eu odiava homens tímidos”. Mais também poderá com um mulherão que nem eu pelada em cima da cama, qualquer homem se intimidava, pois eles achavam que eu era demais para eles. Fiquei pelada na cama, esperando que o magrelo me atacasse com sede de prazer, mais nada disso aconteceu, ele estava se tremendo e logo confessou ser virgem “eu odiava homens inexperientes”. Logo me levantei da cama furiosa com aquele esqueleto humano, eu estava determinada há acabar logo com aquela enrascada que eu havia me metido, então parti para cima do magrelo e tomei a iniciativa, tirei a blusa dele, o corpo dele era pior do que eu imaginava, era osso puro. Logo em seguida tirei a calça e a cueca dele de uma só vez, pois eu estava a fim de acabar o mais rápido possível com aquela desastrosa situação. Quase vomitei quando vi aquele mini pênis, tinha mais cabelo do que pênis, bem que eu gostava de pênis cabeludos, mais pelo o menos o pênis tinha que ser maior que os cabelos, diferente daquele nerd, onde cada cabelo era maior que o órgão sexual dele. Mesmo sem uma gota de excitação, eu me sacrifiquei pela grana “quebrei o pau”, parti para cima do magrelo e fiquei pulando em cima dele, aquela transa nem se quer me fazia cócegas, era uma transar vaga e sem sentido. Logo em seguida, aquele esqueleto tentou me dominar na cama, me passou para baixo e ficou em cima de mim, parecia que tinha um lençol pulando em cima de mim “odiei”, a cada segundo a transa piorava e eu desesperada queria satisfazer logo aquele nerd. Demorou uns quinze minutos para o nerd se afundar de prazer. Já eu estava pelada e zangada, aquela transa não me deu nem um pouco de prazer, mais entrou na lista das piores transas da minha vida.

Depois de receber o pagamento, que foi ótimo por sinal, percebi que aquela transa horrível teve uma justificativa, pois para mim se tinha dinheiro na jogada, não importava o que eu teria que fazer. Para minha felicidade ficar melhor só faltava uma boa trepada, pois eu ainda continuava super excitada. De volta a Barra da Lapada logo encontrei um novo cliente, que era do jeito que eu gostava, lindo, alto musculoso e bem dotado, fiquei excitada só de olhar para ele, não perdemos tempo e transamos dentro do carro dele, liberei geral, trepei feita uma louca, aquilo sim era prazer de verdade “adorei”, aquele homem me fez esquecer do trauma do esqueleto nerd, ele tinha uma boa pegada e em troca eu dei uma boa encaixada nele, parecia que nossas intimidades nasceram uma para outra, pois a dele encaixava perfeitamente na minha, me lambuzei de prazer e me satisfiz por completa.

Depois de uma noite agitada, voltei para pensão onde eu morava e fui direto pagar o aluguel. O aluguel era barato, era só uma transa dia sim, dia não com o dono da pensão.

OBS: Não houve edição na postagem deste texto.


Nefferson: A narração é boa, porém, ironicamente, o que afundou o texto foi a história - ou falta dela. Foi interessante poder ler algo diferente, que não esteja relacionado com o gênero terror/suspense, ainda mais com um assunto que causa polêmica como o mundo da prostituição. Porém, a personagem principal é INSUPORTÁVEL. O narcisismo da protagonista é repulsivo, assim como suas diversas exaltações. Outro ponto negativo que contribui no meu NÃO, foi o fato do texto tratar da prostituição como se fosse uma coisa boa, quando na verdade não é. A ideia que fica é que a protagonista é uma espécie de alterego do autor, por isso deve ser idealizada em todos os momentos possíveis. O mais sensato seria mostrar o tema de uma forma mais sincera, com seus pontos negativos e positivos, sem se deixar iludir por um mundo de conto de fadas do sexo, onde tudo é uma maravilha e a vida é perfeita. Ninguém tem o sonho de ser prostituta. Por isso, hoje meu voto é NÃO

Ricardo: Não sei de onde surgiu essa moda de que ler sobre uma mulher contando suas aventuras sexuais é bacana. Talvez eu que seja das antigas, e prefira o bom e velho pornô, ou talvez seja porque não faço parte do público alvo dessas história. Sinceramente? Me parece apelação de autores sem criatividade, já não basta 10 a cada 11 programas terem mulheres exibindo o corpo, agora elas invadiram os livros também? Isso é desnecessário, o problema não é o sexo, o problema é a história ser só sobre isso. Além do que, confesso, que senti calafrios quando vi que foi um homem que escreveu essa história. Pra mim é NÃO.

Luiz: NÃO. O texto contém muitos erros, falta concordância, acentos, conjugação verbal correta, etc. Enfim, foram muitos erros cometidos ao longo do texto. E antes que pensem que estamos sendo críticos ou exigentes demais, quero ressaltar que aqui no MMA os escritores procuram manter um nível de qualidade nos textos, e o mínimo a se fazer antes disso é revisar o que escreveu, coisa que você não fez.

João: João, meu chará. A boa notícia é que você realmente parece ter um futuro na prostituição, porque como escritor, você provavelmente morreria de fome. Além dos erros gramaticais e e a falta de concordância, o texto inteiro foi redundante, ressaltando de várias formas apenas o quanto seu alterego feminino pode ser considerado a Rainha da Sacanagem. Acho que até mesmo pra um conto erótico precisamos ter os pés no chão. Então, hoje é NÃO.

Mateus: Joãozito, você recebeu 4 Não's, então está fora da competição. Mas não desanima, você ainda poderá enviar mais contos na repescagem. 

Opinião da tia Neidoca:
Batman também diria NÂO pra você, querido KKKKKKKKKKKKKKK












E assim termina mais um Escritor Alternativo. Que nossa semana seja repleta de coisas boas, presentinhos, família, amigos e amores. Um Feliz Natal a todos vocês que passam, viajam, e entram aqui na nossa casa sempre quando uma review é lançada, ou então um novo texto criativo é colocado pra avaliação, uma noite feliz, não só hoje mas todas as que virão!

bêj, até semana que vem.
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Comentários
15 Comentários

Comentário(s)

15 comentários:

  1. Dia 30 minha review. Já estou me preparando psicologicamente para receber 4 NÃO's UHASUHAUHSAUHSAUS

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  2. Concordo com o Nefferson completamente. Que porra foi essa gente? Pelo amor de Deus. A personagem parecia ser a versão masculina do narciso. Sempre exaltando seu corpo de maneira doentia. Na verdade, todos os críticos cuspiram verdade. Esse cara é gay, na boa. Não que isso seja uma ofensa — calma, Mateus Bonez u-u —, mas ele simplesmente criou um verdadeiro alter-ego aí. Pequeno, fútil e volátil. Douglas, somos dois! AHSUAHSAHH Mandei um conto hoje que me avisaram que tinha milhões de erros, quando li a crítica do Luiz chega derramei uma lágrima.

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  3. Não gostei muito do conto. Achei bem apelativo e trata de um assunto pouco interessante. Só uma pergunta: Havia alguma coisa sobre o tamanho dos contos enviados? É que enviei um conto um pouco grande e queria saber se isso vai interferir? =D

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  4. Anônimo: Não. Esse conto aí da Chanta tem 40 páginas, mas só postamos uma parte dele aqui no blog. Na verdade, quanto maior o conto melhor!

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  5. Ah, que ótimo!! Tava ficando preocupado quanto a isso.. KKK, tô adorando o concurso, parabéns pra todo mundo aí do blog =D

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  6. João Lindley é Hitler, e os escritores são os Judeus, porém concordo com tudo, kkkkkkk, que conto mais sem noção.

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  7. A historia é legal mas o conto aff horivel não tem nada de bom
    começando, a protagonista é muito superficial e louca eu acho que nem a bruna sufistinha nos seus melhores momentos queria fazer sexo todo dia, e não vou nem falar dos erros, o pior é as palavras que você usa '' trepada'' é o fim dos tempos

    Queria mandar uma das minhas historias mas estou sem o meu pc e as minhas historias estão nele:'(

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  8. Pergunta. Como vocês escolheram os contos? Esses são só os melhores ou foi por ordem de chegada? Só por curiosidade.
    Se tem explicando isso no primeiro post, sobre as regras, me desculpem mas esqueci e não consigo achar o link do artigo.

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  9. Geedes, por incrível que possa parecer, os melhores foram escolhidos pra serem postados e julgados aqui.

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  10. Mais quantos contos vocês vão postar aqui? Tomara que ainda tenha muitos, tô adorando o concurso =D

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  11. Quando começa outro concurso? Quero participar do proximo.

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  12. Gustavo
    Não contamos os textos pra não dar azar KKKKKK -S

    Jamerson
    Faremos uma repescagem no final dessa fase, você poderá participar =D

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  13. Uhuuu, na repescagem eu entro, vamos ver como vou...

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  14. Sinceramente essa Chanta me irritou,muito superficial pro meu gosto,não gostei da história,espero que ele escolha um conto melhor da próxima vez.

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