segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

[EA] Distúrbio (De Valdir Luciano)

Oi geit, sou eu de novo, o Cee Lo Biba dessa loucura urbana. E como prometido, estou aqui novamente para dar continuidade a busca pelo novo autor do MMA.

Nesse segundo dia de leitura, nossos jurados estão com os olhos bem arregalados e com a língua afiadíssima para deixar suas respectivas opiniões. Hoje o texto é do Valdir Luciano e espero que esse lindo receba um sim. Ou não.

João, faça as honras!



João Lindley: O nome do nosso próximo concorrente é Valdir Luciano. Ele tem 19 anos e mora em Itaquaquecetuba, São paulo. Foi um dos primeiros a nos enviar um email, e está concorrendo com duas histórias.

João Lindley: Então, Valdir Luciano. Me diz, o que levou você a fazer a inscrição?
- Bom, foram vários os fatores que me levaram a me inscrever nesse concurso. Porém, o que mais me motivou a enviar minha história foi o fato de que meu trabalho -  e hobbie - estariam se expandindo e, consequentemente, eu estaria sendo aos poucos reconhecido pelos leitores e internautas de plantão. Vendo o sucesso do site "Meu Mundo Alternativo" e a quantidade de internautas que rondam por lá, vi que seria uma ótima oportunidade de mostrar um pouco do que gosto de fazer. Tenho dezenove anos agora, mas ainda sonho em publicar um romance que será lido por muitos e reconhecido nacionalmente. Esse é meu sonho, esse é meu objetivo, e até a morte eu percorrerei este caminho, pois é isto que me motiva a viver.
Não quero ser famoso. Rico. Apenas reconhecido. E não há lugar melhor para ser reconhecido do que um local onde pessoas comuns - como eu e vocês - frequentam diariamente. E é neste site que eu vejo a minha oportunidade, a minha chance de fazer valer a pena tudo o que eu tenho escrito desde os sete anos.
João Lindley: Por que você acha que merece ganhar?
- Eu creio que mereço ganhar este concurso pelo fato de que venho batalhando arduamente deste pequeno, fazendo algo que gosto e me promove prazer. Eu escrevo e imagino cenas de seriado, filmes e telenovelas. Aprofundo-me em minha própria história, rabiscando cada linha e criando mais e mais parágrafos, ansioso para concluir um final nem mesmo imaginado por mim.
Creio que não vencerá o melhor, porque todos somos bons no que fazemos, e não existe ninguém melhor do que ninguém. Creio que aquele que ganhar, será por sua determinação, por sua boa escrita e pelas oportunidades que vocês, do site, conseguirem enxergar futuramente nesta pessoa.
Mantenho a minha humildade, minha sinceridade e desde já estou feliz por participar deste concurso. Mais feliz ainda estarei se puder contribuir com as magníficas histórias do site, fazendo parte deste grupo de pessoas comuns que, assim como eu, também possuem sonhos e objetivos.
O meu, claro, é de ser um escritor reconhecido. E sei que com a ajuda de vocês, conseguirei subir alguns degraus a mais e futuramente, quem sabe, concluir meu objetivo.
Desde já, obrigado!

João Lindley: Uau, já vi que você é um forte concorrente, espero não me decepcionar. Boa sorte.


                                   Prólogo
Tarde de sol. O vento soprava pouco, mas fora o suficiente para empurrar o balanço de madeira em um playground. O brinquedo ia e voltava, emitindo um som de ferrugem que incomodara a quem estivesse por perto. Mas ninguém estava ali.

De longe, ouviam-se passos que corriam rapidamente. Passos pequenos, desajeitados, de criança.

O balanço, de repente, parou exatamente no centro, como se o tempo parasse. Como se percebesse a aproximação da menina.

A velocidade dos passos diminuía conforme a aproximação ao brinquedo.

Meg parou a alguns metros de distancia do balanço, olhando para frente como se estivesse paralisada. Sua cabeça girou lentamente para o assento do brinquedo, sorriu e disse:

- Vamos Rebeca. Está na hora do Jantar.

Ela estendera sua mão para o vento, como se fosse segurar a de alguém, e caminhou em direção a saída do parque, perguntando a alguém que não se podia ver:

- O que você vai querer comer hoje no jantar?

Distúrbio
O farol quase lhe cegara os olhos, mas Janet pudera pressentir que aquele era o carro escuro e silencioso do doutor Logan Bryan que, ao descer do automóvel, aproximou-se tirando o chapéu preto para cumprimentá-la.

- Boa noite, senhora Janet.

- Boa noite, doutor – disse ela, num tom apreensivo, de aparência um tanto preocupada e amedrontada. Algo houvera ocorrido e Logan já sabia o que era.

Os diálogos foram poucos e, rapidamente, os dois adentraram a pequena casa – de dois cômodos e um porão – localizado no meio de uma medonha estrada tomada de matagais e árvores, apenas iluminada pelo brilho do luar. Mas, naquela noite, o céu estava fechado e frio, e tudo era tomado por uma densa e baixa névoa.

O ranger da porta de madeira indicou que os dois já haviam entrado.

A porta se fechou.

Do lado de fora, a luminosidade das poucas velas acesas refletiam pela única janela de vidro da frente e, detrás das cercas de arame – que dividira a casa da estrada – dava-se a impressão de que o lugar era abandonado, pois não houvera energia elétrica.

Colocando o casaco preto e o chapéu na velha e estreita mesa de vidro da cozinha, Logan supôs:

- Ela piorou de vez?

- Eu já não a reconheço mais, doutor – disse Janet, emocionada com o que dissera a ponto de querer chorar – Os remédios já não estão fazendo mais efeito.

O doutor observava o sofrimento da mãe, que continuava a relatar os distúrbios de sua filha, Meg.

- Ela urina na cama, vomita propositadamente, arranca bolos de cabelo com as mãos, corta os pulsos com facas e unhas... Ela já quebrara três dentes com um martelo que roubara do porão... Está completamente descontrolada. Eu não sei mais o que fazer! Ah, meu Deus...

Pelo que Logan sabia, Meg sofria de distúrbios mentais. Ele já a examinara várias e várias vezes, indicara-lhe inúmeros remédios que não adiantaram. Meg estava pior do que antes e o motivo ele ainda não sabia. Por enquanto.

- Deixe-me vê-la. Onde ela está. No quarto?

O silêncio da mulher e o revirar de seus olhos para o vazio deixou-o intrigado: Ela está escondendo-me algo – pensou.

- Senhora Janet! – Um aumento no tom de voz despertou-a e a verdade veio à tona:

- Ela... Ela fugia do quarto e corria para a estrada. Eu temia que fosse atropelada, seqüestrada ou estuprada. E suas loucuras estavam passando dos limites e me deixando louca também. Eu não tive outra escolha a não ser... Trancá-la no porão.

Ele não estava impressionado com aquele ato, já que não haveria outro lugar para prender alguém que estivesse à beira da loucura naquela pequena residência. Era o melhor a se fazer, pois nunca se sabe o que um louco pode fazer quando está desorientado.

O porão era a alguns metros de distância da cozinha, com algumas escadarias em direção abaixo. E antes que o doutor fosse para lá, Janet lhe avisou:

- Logan, eu a prendi há três dias. E durante esses três dias eu desci para alimentá-la e deixar os comprimidos. Ela está lá, eu posso sentir seus passos, sua respiração... Mas não consigo ver seu rosto, nem seu corpo.

Logan acatou aos avisos da mulher, mas o que ela lhe dissera não o assustava. Ele era um especialista em tratamentos psicológicos e já presenciara casos piores do que aquele. No entanto, a mãe da menina não terminara de avisá-lo:

- Mesmo levando uma vela acesa para lá, algo faz com que a chama se apague. Eu não sei o que há naquele porão, além de minha filha. Por isso, eu lhe suplico: Tome cuidado!

Aquele caso parecia aprofundar-se ainda mais no mistério, e a história das velas que se apagavam causou um frio na barriga do homem. Mas não era de se amedrontar. Não existe um porão que não assuste, cause arrepios. É um lugar escuro, e nossa imaginação se aproveita para criar monstros, vozes e imagens através de nosso medo. Eu já sou bem maduro para ter medo do escuro e Janet já está perto dos sessenta. Velhos se assustam com qualquer coisa, pensou ele.

Retirando uma seringa com sedativo do bolso, Logan foi em direção aos degraus, dizendo suas últimas palavras a Janet:

- Não se preocupe. Tudo vai dar certo. Eu prometo.

O homem desceu lentamente e silenciosamente as escadas, emitindo um baixo ranger da madeira dos degraus. As paredes estavam pretas e manchadas pelo mofo e, no fim daquele estreito caminho, uma velha porta finalizava o trajeto. Enquanto Janet observava de cima, Logan acendia uma vela e encaixava a chave – concedida por Janet – na fechadura, girando-a pouco a pouco.

Um barulho do lado de dentro: O susto. A paralisação nos movimentos cautelosos do doutor para abrir a porta fora de imediato. O som era semelhante a ferramentas caindo no chão. Sim. Ela está lá dentro, pensou atencioso a qualquer barulho emitido detrás daquela porta.

Por fim, ele a empurrou e, ao fazer isso, deparou-se com um mundo de extrema escuridão. Escuridão essa que nem a chama de uma mísera vela poderia iluminar.

- Consegui Janet! – exclamou ele, satisfeito por conseguir abrir uma simples porta (na verdade, estava tentando obter companhia e diálogo com a mulher, para que não se sentisse tão sozinho naquele mar negro que era o porão. Sim. Ele estava começando a sentir medo) – Janet! Janet... Janet?

Ele dissera aquilo simplesmente ao vazio do lugar, ou as escadarias, ou a ele mesmo, pois Janet já não estava mais por perto. Desaparecera repentinamente, tão silenciosa que ele nem percebera sua ausência enquanto abria a porta.

Onde estaria ela? A mãe desesperada pelo socorro da filha. Que ligara ao homem suplicando que a ajudasse. Onde estaria?

Na cozinha, sentada à mesa, a mulher saboreava uma refeição. A sopa descia como um calmante para seu corpo. Seus olhos eram decaídos e sem foco. Os chamados de Logan não a incomodavam, nem tampouco despertava-lhe interesse de saber o que estava acontecendo.

A energia fria e negativa arrepiava o corpo de Logan. Seu coração batia mais forte e acelerado. A respiração era mais forçada e a fraqueza o tomava. Suas pernas tremiam.

Meu Deus do céu! Que presença é essa? - Questionava-se enquanto tentava enxergar algo. Ele tinha que ver alguma coisa. Qualquer coisa. Aquela obscuridade apenas aumentava o medo e o temor de quem poderia estar ali, além de Meg.

- Meg? Meg, você está aí? – dizia ele, movimentando a vela para clarear algo que pudesse ver. Mas, quanto mais ele se aproximava adentro do porão, mais escuro parecia estar.

Enquanto chamava pela garota, uma leve e fria brisa empurrava a porta lentamente, sem que ele percebesse.

Um estrondo: A porta se fechou.

Um sopro demoníaco: A vela se apagou.

O desespero o tomou por completo. Sua expressão não pudera ser vista através daquela escuridão maldita, mas sua voz berrante, alta e trêmula definia o medo que estaria sentindo.

Ele não poderia enxergar absolutamente nada. Não podia ouvir qualquer som. Não conseguia se mexer pelo fato de temer tocar em algo indesejável.

- Meg. Meg! Apareça! – Seus gritos eram para aliviar-se do próprio medo. A porta já não era mais visível – Senhora Janet! Janet! Desça aqui! Ajude-me! Abra a porta! Socorro!

Janet continuava a tomar a sopa, independente do que conseguia ouvir.

Um sussurro indecifrável soou aos arredores do porão.

- Meg? Meg! – Exclamou ainda mais alto, agora movimentando os braços ao vazio, para tentar tocar em Meg, mas a voz parecia sair de um lugar distante. Uma voz suave, aguda, de criança exausta, cansada – Por favor, toque em mim se estiver por perto. Meg toque em mim!

Logan preparava sua seringa para sedá-la quando, de repente, uma série de risos tomou o porão. Risos agudos que iam ficando cada vez mais graves até chegar a um tom descomunal, inacreditável, assustador, não-humano.

- MEG VOCÊ TROUXE O QUE EU QUERIA?! TROUXE CARNE FRESCA?! – disse a voz desafinadamente baixa, parecendo estar vindo das profundezas do inferno.

Aquela não era a voz de Meg, nem tampouco a própria menina.

- Jesus... Quem está aí? Quem é você? Cadê a Meg?! – questionou Logan, trêmulo e tropeçando nas palavras, deixando cair a seringa ao chão. O medo estava em seu limite e seu coração pulsava demasiadamente, a ponto de sair pela garganta.

Desesperado, ele procurou um fósforo, ou um isqueiro para acender e iluminar o local e ver, de uma vez por todas, o ser que poderia estar na sua frente, ou ao seu lado, ou em qualquer outro lugar daquele porão escuro e diabolicamente assustador.

Ele encontrou o isqueiro em seu bolso. A primeira tentativa foi em vão: A chama não acendeu e apenas uma faísca surgiu no objeto.

Segunda tentativa: novamente uma faísca.

O coração batendo cada vez mais forte, a respiração forçada, o suor escorrendo da testa, a tremedeira. A sensação de que alguma coisa não-humana estaria com ele. Poderia ser parte de sua imaginação. Eu estou imaginando coisas, pensou ele, tentando se concentrar em ascender novamente o isqueiro. Eu estou tendo apenas alucinações. Tudo isso é mentira. É pura imaginação. Não existem coisas do outro mundo. Nem fantasmas, nem espíritos... Deve ser apenas Meg tentando me assustar. Ela é louca... Louca. Louca!

Naquele momento, era de se esperar que o doutor já estivesse ficando louco: Não podendo enxergar nada, nem se movimentar, sem nenhuma companhia amigável, apenas na companhia do medo.

A terceira tentativa de acender aquele isqueiro – e, ao mesmo tempo, o ouvir de uma voz infernal soltando uma série de gargalhadas desafinadas e graves.

Ele puxou o gatilho do objeto: A chama se acendeu e mostrou, de repente, de frente para Logan, a pura face do demônio: Um rosto desfigurado, apodrecido drasticamente. Olhos extremamente negros e dentição afiada. Ela sorria para o doutor, que estava paralisado ao presenciar tal imagem de horror. Sua voz não queria sair. Ele não conseguia gritar.

A chama em sua mão se apagou, trazendo a pura escuridão novamente. O grito descomunal e altamente berrante pudera ser ouvido a quilômetros de distância através do eco.

Da cozinha, Janet sorria, ainda tomando a sopa, enquanto a menina Meg surgia, sentando ao seu lado, descabelada, rosto sujo e dentes quebrados. Ela estava na verdade, todo esse tempo, em seu quarto. A interpretação de assustada e desesperada de Janet fora o suficiente para fazer com que Logan entrasse no porão e servisse de jantar para alguém que lá vive. Na verdade, algo.

- Pronto, Meg, eu fiz o que você queria. Agora Rebeca está jantando – disse Janet, sorrindo satisfeita para a menina.

- Obrigado, mãe – agradeceu Meg, com uma voz suave e encantadora de menina inocente. Ela parecia não ser louca, mas era. E a surpresa: Sua mãe também era.

Os gritos agonizantes de Logan ainda podiam ser ouvidos e, junto deles, o som irritante e angustiante da carne sendo rasgada e ossos serem quebrados. Mas aquilo não incomodava as duas mulheres. Para elas, era apenas o jantar de mais uma moradora daquele lugar maldito. Um ser, um bicho, um monstro, demônio.
Sim. Era o demônio.

Epílogo
Janet discou desesperadamente os oito dígitos para se comunicar com o instituto psiquiátrico. Os distúrbios de Meg estavam piores do que antes.

- Instituto Psiquiátrico. Podemos ajudar?

- Socorro! Por favor, preciso de ajuda imediatamente!

- Com quem eu falo, por favor, e o que aconteceu?

- Meu nome é Janet e eu tenho uma filha que sofre de distúrbios mentais. Ela piorou, não fala mais, urina quando está andando e quebra tudo o que encontra pela frente. Não sei mais o que fazer! Preciso que me mandem um médico para examiná-la!

- Senhora, enviaremos um médico o mais rápido possível. Mas, diga-me: Onde a senhora a deixou neste momento?

- Ela está muito agressiva... Não tive outra escolha a não ser... Trancá-la no porão...

FIM

OBS: Não houve edição alguma na postagem desse texto.



Nefferson: É notável como a competição subiu neste segundo dia. O conto foi muito bom e a narração muito bem executada. Os detalhes fizeram toda a diferença, assim como a reviravolta na história, enriquecendo ainda mais o texto. O autor ainda conseguiu provar que um conto pequeno - quando bem trabalhado - não fica devendo nada para as histórias grandes. SIM, fácil.

Ricardo: Todo mundo leu o texto, né? Se sim, acho que nem preciso justificar muito meu voto. Antes de falar do texto, quero só comentar que assim que comecei a ler, começou a tocar Sweet Dreams (versão Sucker Punch) aqui no meu computado, e super encaixou com a história, #medo. Simplesmente a trama já me ganhou pelo Prólogo. Sem erros ortográficos, um enredo que te prende e com um final que chega até a te surpreender um pouco. Como já diria Britney, "Definitely Yes", ou para os menos bilíngues, definitivamente SIM.

Luiz: Gostei da história, foi bem desenvolvida e bem detalhada. O tema demônios é bem batido mas a partir do prólogo você já me ganhou, sou fissurado nessa coisa de amigos invisíveis e crianças possessas. Uns erros ínfimos, mas que não comprometem a narrativa. Parabéns! Meu voto é SIM

João: Não quero me precipitar, mas provavelmente estamos olhando para o futuro vencedor dessa competição. Achei seu texto brilhante, você soube conduzir muito bem a narração, fez as escolhas certas e ainda terminou com um final de dar inveja a muitos profissionais. Não tem como não amar seu texto, é sério, você é um escritor com muito potencial e talvez exatamente o que estamos procurando. Definitivamente SIM.

Mateus: Valdir, seu lindo, você recebeu 4 SIM's, ARRASOU! Seja muito bem vindo ao Escritor Alternativo!

E você? Preparado pra se tornar um jurado e comentar ali embaixo sua opinião sobre esse texto? Acho que sim. Quem nunca esta preparado pra uma boa crítica?

Boa semana pra todos nós!

bêj.
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Comentários
18 Comentários

Comentário(s)

18 comentários:

  1. Nossa, maravilhoso, amei o conto, narração impecável e deliciosa, fiquei apreensivo quando ele estava entrando no porão e fiquei surpreso quando Janet mostrou quem realmente era, contos de terror são os melhores e, não sei se já é possível mais eu sou #TeamValdir, haha até amanhã, espero que as próximas histórias sejam boas, ou se não, polêmicas né? esses contos estão deixando minhas noites mais interessante. Mais uma vez parabéns para o MMA por criar esse evento, por isso que eu amo, sempre que ligo o PC e abro o navegador, MMA está entre os primeiros sites que entro.

    _______________________________________

    Juízes divando, pfvr. - Quem é aquele da foto lá em cima?

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  2. Valdir querido, antes que você comece a me odiar pela última ressalva no comentário, te amo e adorei seu texto tá? rs Não sei o que vai vir por aí, mas de longe você já ganhou todos do blog como comentado acima. Boa sorte!

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  3. É o menino que escreveu a história Geedes.
    Eu não posso cortar pra lado nenhum mas AMEI o prólogo e o epílogo desse texto. Quero beijar na boca desse menino na próxima etapa UAHUAHAUHAUA.

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  4. Isso sim que podemos chamar de conto. É perceptível a qualidade do texto. O conto conseguiu nos convencer da história proposta. Cheio de detalhes, com diálogos importantes, com personagens que conseguimos conhecer em tão poucas palavras. Realmente o Valdir tem potencial e que ele possa investir nisso.. Parabéns pelos SIM's

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  5. Simplesmente arrepiado. Depois do conto de ontem eu perdi um pouco a empolgação. Mas agora eu simplesmente acho que como Lindley disse, podemos estar lendo o conto do vencedor dessa competição. Confesso que a partir do trecho onde a vela apaga, eu me arrepiei. E como alguns dos jurados disseram, a pequena e sutil reviravolta nos últimos parágrafos é fascinante. A narração é deliciosa e leve. Não se torna cansativa em nenhum momento. Em somente alguns parágrafos ele conseguiu produzir um bom conto de terror (Stephen King manda um olá amistoso). Espero realmente que se ele enviar outro conto, não perca a qualidade! E parabéns ao MMA por essa alternativa. Influenciar as pessoas a praticar a leitura e a escrita são coisas ótimas.

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  6. Narrativa muito boa, apesar do enredo batido. Tem potencial.

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  7. Realmente um escritor com potencial de verdade... A história me deixou muito apreensivo com se estivesse no lugar do Dr. Logan, é a escrita perfeita.

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  8. Adorei o conto,me arrepiei com essa história,adoro esses tipos de reviravoltas quando você pensa que é uma coisa e na verdade é outra completamente diferente muito bom parabéns Valdir espero que você ganhe :D


    PS:Ricardo,vc tem toda razão essa música combina muito com a história.

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  9. Galera do MMA, vocês vão analisar e postar TODOS os contos enviados?

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  10. Anônimo
    Recebemos um número altíssimo de contos, seria quase impossível avaliar todos aqui. Então, pense nos posts desse concurso como um resumo da seleção. Já avaliados outros textos em off pra não ter um número absurdo de posts por aqui, mas todos foram reprovados. Então, não perdemos nada =D

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  11. Hum =D então esses textos que estão no canto marcados para o dia 22 e 23 serão o únicos que vocês vão postar aqui no site? Os que não estão lá foram reprovados?

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  12. Nossa ficou muito bom mesmo, confesso que no começo fiquei com preguiça de ler tudo, mas muito valeu a pena.

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  13. Autor realmnte tem potencial, uhuu adoreeeeei, e ele é lindo mt mt gostoso, tocendo por eleeee ;x

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  14. Vocês receberam algum fanfic bom? Adoraria ler um fanfic de alguma série aqui ;)

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  15. Muito bom você esta de parabens eu nao vou falar mais nada pois os outros ja fiseram isto mas ate agora você ja esta na rente para ser o novo escritor

    Ansioso pelo proximo texto tomara que seja tão bom quanto este

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  16. Simplesmente, amei. Simplesmente, perfeito! =D

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