sábado, 15 de dezembro de 2012

[EA] Banquete de Vísceras (De Renan Pacheco)

 
Boa noite, eu sou Mateus Bonez, o Cee Lo Biba dessa loucura urbana e eu que vou conduzir você leitor nessa nova empreitada pela busca de uma pessoa mais criativa, doida e que deixe sua imaginação fluir. Recebemos textos ótimos. Textos péssimos também. Mas aqui quem manda é você leitor. E claro, os jurados. 

E falando neles, deixa eu falar um pouco de cada um.

João Lindley, autor de diversas histórias e livros do blog. Resenha séries polêmicas, crítica com seu jeitinho brasileiro e paraibano e tem uma leva de leitores que o adoram, e claro me encaixo na categoria de super fã também.

Nefferson Ribeiro é o chefe master da loucura. Também escreve histórias malucas, e tem uma compulsão  por filmes de terror. Me seduziu com seu ar de gentleman e me corrompe a gostar mais e mais de terror. Espero que isso não me complique.

Ricardo Sodré é o mais novo de todos nós e o mais experiente em séries musicais. Já vi sua finésse e postura em uma briga de bastidores e claro, vamos ver se ele é tão bonzinho assim quanto demonstra.

Luiz Lamenha me ganhou com sua amizade e lindeza. Resenha uma das séries de mais sucesso da ABC Americana, Grey's Anatomy e claro, vocês sabem quem deu esse presente pra ele não é?

Isso são pequenos detalhes desses grandes escritores e doidos do Mundo Alternativo. Agora sim, vamos aos textos! O primeiro se chama "Banquete de Vísceras" e foi enviado pelo autor Renan Pacheco. Vamos conhecer um pouquinho mais dele?



Renan de Souza Pacheco, tem 20 anos e mora em São José do Rio Preto – São Paulo.

João Linley: Então, Renan, como você descobriu nosso Blog?
- Estava pesquisando no Google resenhas da serie Supernatural e encontre o MMA.

João Linley: Você escreve há muito tempo?
- Há uns cinco anos, mas meus primeiros contos se perderam, além de serem bem fracos hauah. Ai fui escrevendo historias maiores e mais complexas  a uns 2 anos

João Linley: Tem algo a dizer sobre sua primeira história, "Banquete de Vísceras"?
- Eu tentei trazer os vampiros de volta ao terror, transformar eles em criaturas carnívoras e assassinas que caçam em grupos organizados, nada de vampiros apaixonados e frequentando escolas.

João Linley: Ok, boa sorte. 


Sinopse: Essa é a primeira parte de Banquete de Vísceras onde os hospedes de um resort em uma ilha ficarão sem energia elétrica e totalmente no escuro e longe da costa. Mas o pior é que vampiros vão aproveitar esse breu para se banquetear. Os hospedes terão que sobreviver até a 6h:00 da manhã quando o sol nasce no local e terão toda uma noite para tentarem ficar vivos numa corrida contra o relógio. O banquete começa e o relógio parece andar mais devagar.


Banquete de Vísceras (Capítulo 1)

O dia tinha sido muito bom pra Fernando. Nunca tinha ido a praia e foi logo de cara na ilha de tubarão Bonito. Considerado um dos lugares mais lindos do Brasil. Sua namorada Carla também estava amando o local. Mas já era 22h15 e foram jantar na pousada. Seu primo Cassio ja estava lá. Mas não por fome, desde a hora que chegou ele estava dando em cima de Arielle, que trabalhava no local. "Ela dá bola pra mim" falava ele. "É o trabalho dela ser gentil com todo mundo" dizia-lhe Fernando. Todos os hospedes estavam ali, na mesa ao lado encontrou Seu Gumercindo e dona Joana, o simpático casal de velhinhos do quarto em frente ao seu. Antes de servirem a janta teve um divertido show do transformista Cátia Tempestade, que dançou e brincou com todos. "Cadê o Transformers que falaram que ia tê?", gritou uma criança no fundo do restaurante que fez todos rirem. Em seguida Paulo Paulera, gerente do local apareceu com o chef de cozinha Eduardo Vivancio pra dar inicio o banquete.

23h00

Pouca pessoa ainda estava no local. Muitos foram caminhar na praia, outros direto ao quarto dormir. Felipe e Tatiane, um casal de amigos que estava com Fernando e Carla os chamou pra ir dar uma volta na praia. Cassio preferiu ficar.

 - Parece que aquele garoto está de olho em você Arielle. - disse Pedro, vulgo Cátia Tempestade.

 - Quem não fica de olho nessa coisinha linda. - falou André, outro jovem trabalhador dali.

 - Ai André, seu bobo. Tá com ciúme é?

 - Ciúme? Eu lá tenho ciúme de seus rolos de um fim de semana.

 - Até quando vocês dois vão ficar nessa? Ou vai ou racha esse namoro. - disse Pedro.

 - Namoro o que. Tá doido Tempestade. A gente é amigo...com alguns benefícios, mas só amigos.

 - Eu não entendo os jovens de hoje. Isso não é muito normal.

 - Falou o homem que se veste de mulher. - respondeu André.

 - Olha, eu te processo por homofobia. - disse rindo Pedro.

 - Homofobia nada, e eu lá tenho medo de sabão em pó. - respondeu André, e todos gargalharam.

 - A luz do galpão tá acessa por quê?

 - Sei lá, alguém que esqueceu. João, vai lá desligar a luz.

 - Tudo eu, tudo que tem que andar sou eu que tenho que fazer.

 - Se quiser eu vou com você, só nós dois sozinhos lá. - falou Pedro.

 - Vai dá o toba pra outro Pedro.

 O garoto João chegou ao enorme galpão onde se guardava varias das coisas usadas na ilha além de ser abrigar toda a parte elétrica do local. Chegando lá ele reparou no fundo varias ferramentas no chão. "Vou fingir que não vi isso, eles que guardem amanhã". Apagou a luz, nesse momento viu varias luzes vermelhas no meio dos geradores de energia. "Que porra essa?". Acendeu novamente a luz e foi verificar o que era, escutou uma barulho vindo de uma das salas do local. "Deve ser algum animal, me deixa espantar esse bicho". Ele abriu a porta do quarto escuro, mas quando passou perto do gerador principal viu de relance algo estranho e resolveu olhar novamente. "Essa porra é uma bomba". Ja estava preparado pra correr quando algo puxou seu pé e o derrubou no chão. Era um homem pálido e sem orelhas, lhe deu um chute na cara mas o homem o puxou ora dentro da sala, tentou lutar mas paralisou quando viu os quatro caninos do homem crescerem, os dois de cima e os dois de baixo.

 - Soco... - tentou gritar, mas o homem abocanhou sua garganta e lhe arrancou um bom pedaço, a dor tomou conta de si e a ultima coisa que viu foi a criatura rasgando seu peito com os dentes.

Felipe e Tati iam mais a frente se agarrando,  e Fernando e Carla estavam mais ponderados. Carla falava da lua que estava atrás das nuvens e sem luz, os postes perto a praia se apagaram, a pousada também ficou no escuro, a unica luz que se tinha era do fogo da explosão. O local estava em breu total, até o sol aparecer pela manhã.

00h00

Todo os hospede se reuniram no saguão principal. A luz de celulares ilumina o lugar. André foi buscar algumas poucas lanternas que estavam guardadas ali, as outras estavam no galpão destruído. Arielle estava tomando conta do pessoal. Paulo e Camila, outra funcionária, foram até o galpão atrás de João.  Pedro desceu até o ancorador pra pegar algumas lanternas que estavam nos barcos.

  - Pessoal, ficamos sem telefone, o celular de vocês tem sinal? - perguntou Arielle aos hospedes.

 "O meu não tem"."O meu nem emergência". "O meu também"."Eu nem tenho celular".

 - O que tá acontecendo aqui? - Disse André voltando com quatro lanternas.

 - Nenhum celular dá sinal. Mas a torre é separada, não tem nada a ver com o galpão que explodiu. Só quatro Dré?

 - Só. As outras ficaram nos barcos de passeio.

 Paulo e Camila adentraram o local e chamaram Arielle e André para a sala dos fundos.

 - Não acamamos o João. Talvez ele causou isso e fugiu. Ou talvez, Deus do céu, ele esteja no meio dos escombros. Ta tudo danificado, nada tem salvação lá - disse Paulo.

 - Pelo jeito ficaremos sem luz até alguém chegar - falou Camila.

 - Não tem telefone fixo e os celulares ficaram sem sinal - disse Arielle.

 - O que tem a ver os celulares com o galpão? É o que me faltava. Tamo fudido no escuro e sem comunicação. Cade a bicha? - falou Camila

 - A bicha tá aqui - respondeu rindo Pedro entrando no local. - Não tem nenhum barco lá embaixo, talvez o Carlinhos deixou lá no de cima pra facilitar o passeio amanhã.

 - Então vá verificar o de cima. - disse Paulo

 - E passar pela floresta nesse breu? - falou Pedro

 - Sim. Va agora.

 Pedro foi até o ancorador de cima pela floresta, que não era tão densa, suas arvores era longe uma da outra, o que fazia com que não era uma mata fechada. Pedro escutou um barulho nas arvores. "Macacos, devem ser os macacos". Mas por via das duvidas apressou o passo. De repente viu um vulto ao longe saindo de trás de uma arvora para outra e escutou mais barulhos entre os galhos, como se algo estivesse atrás dele pela copa das arvores. Começou a correr, mas logo se deparou com a figura de uma homem parado a uns 15 metros a frente encostado em um tronco de arvore caído. "Que merda". Deu meia volta e começou a correr de volta a pousada, mas de trás das arvores começaram a surgir varias pessoas, mais de dez pode contar. Começou a correr para o lado, apesar dessa direção dar em uma barranco com o mar logo abaixo. Percebeu que as pessoas ficaram imoveis, e escutou mais barulhos nas arvores a cima e algo caiu em cima de Pedro e lhe mordeu a perna. Pedro se virou e viu que era um homem com quatro dentes enormes na boca, quis gritar, mas o homem lhe sufocou com a mão em seu pescoço. A mão dele era enorme e lhe apertava a garganta inteira. Estava ficando sem ar quando viu que os outros estavam ali em volta deles. Varias pessoas altas, de uns dois metros e meio e pálidas. Uma mulher avançou e disse algo que não se dava pra entender, como se fosse o sibilar de cobrar, na verdade ele quase não abria a boca e todo o som sai do movimento da linguá. A mulher disse algo ao homem que estava sufocando Pedro e este o soltou, para em seguida rasgar seu estomago. Pedro já estava morto, o homem abriu seu peito com a boca e com a mão lhe arrancou o coração e deu para a mulher comer. Quando acabara de se banquetear com o coração humano ela se postou no centro do grupo.

 - Trisric hrish ontric raska on tre prionprit pryat pre risk vroum bi proscfgrk (Esta noite vamos banquetear do sangue e da carne humana,  vamos logo antes que o sol apareça)

01h00

Continua...

OBS: Não houve edição alguma na postagem desse texto.


Nefferson: Percebe-se que o autor é um grande fã de filmes de terror, tendo inclusive, se influenciado em 30 Dias de Noite para escrever. Porém, acho que a história ficou devendo em muitos pontos. Um dos principais é a narração, é claro. Parece que o autor estava narrando um filme que tinha visto no dia anterior, só apresentando os fatos básicos, sem entrar em detalhes. Os personagens não tiveram qualquer construção e o único que se destacava, morreu. Hoje é NÃO.

Ricardo: Não achei que já fossemos começar assim, sinceramente, não esperava que logo no primeiro já ia sofrer com a indecisão. Logo de cara o título me chamou muita atenção (comentei até pelo Twitter) e isso é uma coisa boa. O Renan (por favor, intimidade) acertou na escolha da trama, é bom ver os vampiros comedores de corações e chupadores de sangue de volta e principalmente, nenhum deles envolvidos em triângulos amorosos. Mas a verdade é que tudo aconteceu muito rápido, mal somos apresentados aos personagens e eles já estão presos numa ilha sem energia e comunicação (parece até um roteiro de J.J.Abrams). Mas esse não é o maior problema. O principal é que o autor não dá foco nem pros personagens que são os primeiros a morrer, fica uma coisa corrida e que não passa nenhuma emoção pras primeiras mortes. Muito pelo contrário, fico com aquela sensação de "queria ter visto mais desse personagem ou daquele". O enredo conseguiu aguçar minha curiosidade, fiquei com muita vontade de ver mais, só que ao mesmo tempo não tenho certeza se ele está preparado. Não sei se foi nervosismo, falta de tempo, ou outro fator que atrapalhou o autor de conseguir atingir o potencial máximo na história, e por causa disso, pra mim, hoje é NÃO.

Luiz: Adorei o tema, o nome da história, e a sinopse, mas não achei que você fez bom uso de tudo isso. Como disse o Ricardo, as coisas ficaram corridas, sem emoção, e um livro de verdade é exatamente ao contrário. Meu voto é NÃO

João: Renan, espero que você não leve meu ponto de vista como uma afronta. Mas preciso dizer. Não vejo você como um escritor. Você cometeu erros gritantes durante o texto inteiro, e não do tipo que podemos relevar, mas do tipo que compromete a narrativa inteira. Não vou citá-los aqui, pois meus amigos já fizeram isso. Só queria que você soubesse que ser escritor não é por aí. Você tem que ter os pés no chão, ser detalhista, narrar como um livro, não como um roteiro informal. Espero que os outros textos que você enviou sejam diferentes, pois acredite, o que eu mais quero nisso aqui é dizer Sim pra alguém. Então, boa sorte da próxima vez, e espero que um dia você consiga ser um grande escritor. Hoje meu voto é NÃO.

Mateus: Renan, você recebeu 4 NÃO's. Não desanima não gato, ainda temos outros textos seus para avaliar, então cruze os dedos. 

E assim termina o primeiro dia do nosso Concurso Escritor Alternativo. Foi dada a largada pra conhecermos o novo autor desse blog. Não esquecendo que amanhã temos mais um encontro. NÃO PERCA. Essa loucura tá só começando.
Compartilhe
  • Share to Facebook
  • Share to Twitter
  • Share to Google+
  • Share to Stumble Upon
  • Share to Evernote
  • Share to Blogger
  • Share to Email
  • Share to Yahoo Messenger
  • More...
Comentários
11 Comentários

Comentário(s)

11 comentários:

  1. (vou dar um de jurado)
    Quando foi annunciado o titulo do conto eu fiquei ansioso ate qando o joao postou a critica de uma serie eu perguntei quendo iria se lancado fiquei mesmo ansioso
    Mas como tudo na vida não são flores eu fiquei um pouco perdido na historia que li duas vezes para entender os personagens, e não to querendo ser um jurado mas sem ofensas é a minha opnião
    uma coisa que eu gostei é que você escreve o livro daqui do Brasil muito bom quando eu escrevo nunca conseguir fazer um sobre o Brasil parabens

    Jurados que eu adoro tem alguma garota concorrendo por favor respondam?

    ResponderExcluir
  2. O título chamou muito minha atenção, porém a mesma coisa com os jurados, os personagens foram muito forçados e não mostrou a fundo a personalidade de ninguém, os erros estão bem claros, acho que uma revisada nele antes de enviar e você poderia concertar todos.

    ------------------------------------

    Gostei muito do primeiro dia, ainda bem que amanhã tem mais, me arrependendo de não ter mandado um conto em 3...2...1

    ResponderExcluir
  3. Geedes, não se preocupe. Após todos os contos serem analisados vamos fazer uma repescagem =D

    ResponderExcluir
  4. As idéias era boas mas a execução nem tanta, vou fazer umam analise tmb. Gostei dos vampiros ter quatro caninos e comerem as pessoas, nada de só chupar o sangue, gostei tmb do capitulo final, talvez seja por eu ter medo de floresta que fiquei apreensivo. Mas o resto achei abaixo da média, e não sei pq naõ teve o resto, talvez concertaria os erros dessa parte, quando li a segunda vez fiquei me perguntando se o autor não fez uma piada proposital comigo, personagens rasos e desinteressantes, e o único que o autor deu destaque morreu logo no começo. Me pareceu intencional o autor dar enfase numa personagem que iria morrer logo em seguida, talvez os outros seriam detalhados nos capitulos seguintes, mas como eles não vieram, hj é NÃO. Mas não achei tão ruim, bom texto, mas não a nivel de escritor, a nivel de blog pessoal apenas.

    ResponderExcluir
  5. Não gostei também, faltou muitos detalhes e precisão na trama.

    ResponderExcluir
  6. Concordo pensamento com a visão de todos os jurados. Os personagens são rasos e não tem personalidade definida. Os diálogos são momentâneos e desprendidos da trama. Não consegui reconhecer o traço dos personagens e por isso não identificava qual fala pertencia a quem. Além da falta de descrição, tudo aconteceu muito rápido. Em somente algumas linhas se passaram mais de três horas! Ele poderia estender mais esse capítulo. Achei que os vampiros carecem de detalhes... Quando li “Sem orelhas....” fiquei tipo... What the fuck? Além disso, parecem mais wendigos... Seria legal pessoas numa ilha abandonada sendo perseguidos por wendigos (os Winchesters mandam um oi).

    ResponderExcluir
  7. A narrativa dele é muita fraca e simples, faltou mais detalhes. De bom mesmo só o titulo, pos a história é ruim.

    ResponderExcluir
  8. Também quero ser critico kkkk

    Enfim, gostei da premissa de vampiros em uma ilha sem energia. Porém, achei muito mal desenvolvida, com diálogos tão rasos quanto os personagens que foram mal apresentados. A maioria dos diálogos acho desnecessários. A falta de descrição do lugar em que estão, das características pessoais de cada personagem, das situações que poderiam ser melhores desenvolvidas... penso que faltam muitos elementos para serem melhorados. Mas é bom acrescentar que você não desista, pois sua ideia foi boa, porém você precisa pensar melhor como desenvolver essa ideia sem entrar no obvio e ao mesmo tempo sem deixar a história rasa demais..

    ResponderExcluir
  9. Vou dar uma de jurado também.. kkkk, é o seguinte: a idéia do texto é ótimo, mas foi extremamente mal executada. Você não sabe nada sobre os personagens, como eles são, como eles chegaram naquele lugar, enfim. Talvez se ele estendesse o capítulo, poderia descrever melhor as coisas ;) Mas não desanima, a prática leva a perfeição.

    ResponderExcluir
  10. Bom vou dar uma de jurado 2, quando olhei o título fiquei ancioso, me decepcionei pois a história e sem profundidade, ñ tem um personagem q foi mostrado de forma profunda... A ideia central achei maravilhosa, mas a falta de profundidade e o modo de narrar comprometeu a história inteira, parecia que estava contando um filme para alguém, ancioso pelo próximo encontro.

    ResponderExcluir
  11. Concordo com os jurados 100%,a história ficou muito corrida,e os diálogos ficaram misturados não dava para identificar quem estava falando,a idéia é muito boa e gostei do nome mas faltou os detalhes do local do acontecimento,a elaboração dos personagens e aonde já se viu vampiros sem orelhas? achei um tanto absurdo esse detalhe mas não desanime,elabore um texto melhor e não se esqueça de revisar várias vezes antes de mandar assim você poderá corrigir erros que ficaram desapercebido da primeira vez.Boa Sorte :D

    ResponderExcluir