quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

[Crítica] Grey's Anatomy - 9x07: I Was Made For Lovin' You

Um brinde ao destino, e às reviravoltas que ele molda. 

Review:
(Spoilers Abaixo)

São muitos os adjetivos que me vieram à mente depois desse episódio de Grey’s Anatomy, mas vou resumir tudo em apenas um: maravilhoso. É incrível como mesmo depois de nove temporadas a série consegue traçar novos caminhos e apresentar reviravoltas, fugindo do caminho óbvio e deixando aquele gostinho de quero mais em quem assiste. Praticamente todos tiveram mudanças em suas histórias, então, vou separar um parágrafo desse review para cada uma delas.

Começando da melhor maneira possível, o episódio já lançou na mente de cada um a dúvida: April está grávida? Como sempre ela e o Jackson ficam responsáveis pela parte leve do episódio, com cenas calientes e a seguida culpa eterna da April. Achei interessante a possibilidade de ela estar grávida, mas não é o necessário para a história da personagem agora, muito menos do casal que ainda está aprendendo a entender os sentimentos. Bem, pelo menos a April sim. O Jackson já está certo do que sente, o único problema é a April tratá-lo como a maçã do jardim do Éden e ficar se martirizando toda vez que dá uma mordidinha. E assim, com a possibilidade de gravidez dissipada, as chances de o sexo virar algo sério, ao menos por enquanto, estão arquivadas. Sem fricção pra você por enquanto Kepner, já pra clausura!

Outra reviravolta interessante foi a do processo que os médicos lançaram contra o hospital. A empresa contratada para levá-los na viagem já apresentava um histórico de falhas e essa foi a base para o processo. Para se livrar da carga o hospital acabou jogando a culpa nas mãos do Owen, afinal ele é o chefe, ele quem assinou o contrato com a empresa. Mas o hospital não foi bobo. Como em lei a Cristina ainda é esposa dele e uma das autoras do processo, o hospital espera que o juiz alegue conflito de interesses e dê fim ao processo. Se depender do Owen, as coisas não vão ser assim tão fáceis. Na exata hora que a Cristina resolveu abrir o coração e dizer que o quer, ele pediu o divórcio. Afinal, quando esses dois vão se resolver? Não bastasse o drama da traição na temporada passada, será essa mais uma temporada de “se acerta ou não acerta” entre eles? Espero que não, sinto falta do casal.


O melhor mesmo eu deixei pro final: Callzona. Quão grande não foi minha alegria quando eu vi a melhor pediatra da ficção de volta aos corredores do hospital. Minha maior alegria foi ao ver que os roteiristas não optaram pelo caminho óbvio de deixá-la revoltada com a nova condição ou passando por grandes dificuldades. Não podemos esperar a Arizona com a mesma agilidade de sempre, é claro, e o episódio mostrou isso. Mas também não vamos ver uma Arizona revoltada. Pelo contrário, o que vimos – e ainda vamos ver – foi aquela médica bem humorada e divertida que ela sempre foi, só que um pouco mais lenta e sem uma perna.


Mas a história de gravidez não morreu com a Kepner. Pregando uma peça em todos nós, o útero hostil de Meredith finalmente resolveu aceitar a sementinha do McDreammy. Foi bem inesperado e os roteiristas souberam guardar a história de uma forma que ninguém desconfiou durante todo o episódio. Mal posso esperar para ver Meredith de barrigão pelos corredores do hospital. Já o Derek finalmente encontrou a motivação para consertar a mão, e, God bless, logo teremos as cirurgias cerebrais de volta. #GoTeamCallek

Outros destaques do episódio vão para o casamento natalino da Bailey Danadinha. Pro humor negro da Cristina. Pros casos médicos que apesar de não comentados foram emocionantes, o do casal gay em especial. Teve o Alex também, que não sei se vocês notaram, mas está de olho na interna Wilson; como eu bem previ logo vai rolar algo entre esses dois. Por falar em internos, ri muito com a cara de Pus servindo de sombra pra Arizona. Enfim, adorei o episódio e mal posso esperar pelo próximo. E vocês?
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