domingo, 28 de outubro de 2012

[Crítica] Switched at Birth - 1x27: The Declaration of Independence

Independência ou morte!


Review:
(Spoilers Abaixo)

 Meio dramático não é? Mas antes de tudo quero pedir desculpa pelo mega atraso nas críticas de Switched at Birth e também das outras séries que eu critico. Meu computador deu defeito, tive problemas com a loja na compra do outro, o tempo está cada vez mais escasso e tudo acabou virando uma bola de neve. Enfim, consegui resolver metade do problema e aos poucos vou postando as críticas. Obrigado aos leitores fieis e pacientes.

Esclarecido isso, vamos à série, as coisas estão esquentando cada vez mais por ali. Primeiro temos Bay, a nova ex-pichadora. Depois de contar aos pais sobre suas peripécias que já vem acontecendo há mais de dois anos, ela ficou em liberdade probatória. É mais ou menos assim: ela não está de castigo, mas também não está liberada para fazer pichação; os pais deixaram que ela usasse seu senso de certo e errado e agisse bem.

Parece até que eles não conhecem os adolescentes. Uma garota rebelde, recém traída e com uma amiga rebelde que mora sozinha num cemitério de trailers não é bem a pessoa mais sábia ao tomar decisões. Mas até que a amiga, a Zarra, deu um bom conselho à Bay: se está cansada de mentir e sair escondida, diga a verdade. E foi o que ela fez, desafiando os pais e impondo-se como pichadora-underground-v1d4l0k4 ela deixou bem claro que essa é ela. Ela será a Kannish que foi treinada pra ser, mas também será a artista de rua que sempre foi.

Já Regina ainda se vê presa ao problema na mão e impossibilitada de usar os sinais para se comunicar com a filha. E, quer queira quer não, isso tem afetado a relação tão próxima das duas. Não bastasse isso, Kathryn, a Super Mãe, aos poucos vem ocupando lugares que antes eram dela. Como a organização da festa no colégio da Daphne. Ela está visivelmente chateada com toda essa situação e espero de verdade que tudo isso melhore logo, pois das mães, Regina é sem dúvida a melhor – ao menos pra mim.

Mas não podemos falar dos pais sem falar de John, que vem tentando, sem sucesso, se reaproximar do filho Toby. Este por sua vez criou uma bolha em volta de sim e a única que parece estar começando a penetrar nela é Nikki, a menina de Deus. Quanto ao John, sempre achei o personagem chato, mas até que deu uma pontinha de dó dele. O mais legal foi vê-lo se aproximando do Travis, o outro garoto surdo. Espero que surja uma grande amizade entre esses dois, até por que o Travis precisa dada a vista todos os maus tratos que ele sofre em casa.


A coisa pegou fogo mesmo foi com a Daphne. A queda dela pelo Jeff não é segredo algum; que a Melody, mãe do melhor amigo dela, está transando com ele também não. Mas agora a coisa se tornou pública, e raios lasers e relâmpagos imaginários foram lançados todo o tempo. Tudo por que Melody quer mais do que sexo com o bonitão e a Daphne finalmente começou a se aproximar dele e balançar-lhe o coração.

Só tem um problema, ela tem dezesseis (ou já fez dezessete?) anos e ainda está no ensino médio. Mas isso também não foi problema algum quando eles se beijaram. O engraçado é que era exatamente o que eu estava esperando e a cena me deixou ofegante, mas também fiquei triste. Pelo Travis, que também gosta dela e que é um ótimo garoto. Não sei com qual dos dois eu quero que ela fique. Ó indecisão, por que me persegues? E ainda tem o Scuba, o cozinheiro, no meio disso tudo.

Enfim, o cenário está montado para grandes brigas. Bay desafiou os pais e Daphne acaba de comprar briga com Melody. Quem levará a melhor: Bay e seu desejo repentino de independência ou a ditadura dos pais? Daphne, a novinha determinada, ou Melody, a mature woman? Aguardem, essa história só acabou de começar.
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