domingo, 7 de outubro de 2012

[Crítica] Switched at Birth - 1x26: Tree of Forgiveness

Tudo se encaminhando a baby steps 


Review:
(Spoilers Abaixo)

Antes de tudo, eu sei que o drama central da série é o drama das meninas, mas todos brindando comigo o destaque do Toby na série. Já era hora produção, o coitado mais parecia um peso morto. Gostei do destaque dele e espero que o personagem seja mais explorado. Sem mais, vamos ao episódio que mais uma vez não decepcionou.

Nessa semana, Switched at Birth centrou-se em pelo menos quatro histórias e outras paralelas desenvolvidas a partir daí. Primeiro tivemos a Bay com o pai, John, ainda batendo naquela mesma tecla do grafite. Essa revolta dela é até compreensível, os pais nunca ligaram pra arte dela e mesmo quase sendo presa uma vez, os pais nem imaginavam que a filha estava pichando muros às tortas e às direitas. Foi só depois de ser pega pela polícia junto da amiga Zarra e pedir conselhos ao Emmett que ela revelou tudo aos pais.


Por falar em pais, um que não tem sorte mesmo é o Angelo. Semana passada a Bay conseguiu colocá-lo em problemas, e agora, apesar dos esforços constantes ele não consegue o perdão da filha Daphne. Mas as coisas começaram a melhorar entre eles, mesmo que um pouco. Por ironia, após um pequeno acidente dele ela que o levou ao hospital, e lá eles expressaram os sentimentos. É um bom começo, quero que eles façam logo as pazes e ver essas duas famílias unidas por completo. Depois de muito drama, é claro.

Regina, por sua vez, começou uma amizade inusitada com Simone. Apesar de eu não gostar da personagem foi válido explorarem o problema dela com bebidas. E quem melhor que uma ex-alcoólatra para ajudá-la com isso? Já estou ansioso pelos momentos dessas duas.

Mas o que gostei mesmo, como já comentado, foi o destaque que o Toby ganhou nesse episódio. Depois de perder o melhor amigo, a banda, e ser traído pela namorada com o cunhado, ele não tinha outra escolha a não ser isolar-se. Mas fiquei feliz da Kathryn perceber isso e do jeito dela tentar ajudar o filho. E foi graças ao dueto de mãe e filho que ele finalmente começou a se soltar e conheceu aquela que pode sarar todas suas feridas, a Nikki. Já imaginei o casal formado e espero por mais Toby nos próximos episódios.

Ainda tivemos Regina morta de ciúmes pela enfermeira que forneceu as informações ao Angelo sobre o hospital. Foi bonitinho, e esse casal com certeza ainda vai se entender, são daqueles meant to be. Outro casal, mas esse não sai do ponto morto, é Bay e Emmett, é melhor ela se apressar em perdoá-lo, já chegou concorrência, e me perdoe Bay, mas ela é bonita, surda e gosta de motos. Pode demorar, mas ela vai acabar pegando o Emmett.


Mas um drama que eu espero poder colocar um ponto final, é o do julgamento. É uma história que se desgastou e acabou virando um drama esquecido. Só quando histórias surgem, como a enfermeira que forneceu informações ao Angelo, é que eu lembro que essa família enfrenta mais que os dramas da adaptação e vem carregando um processo nas costas. Mas não é nada que prejudique a série, pelo contrário.

Assim, a baby steps, Angelo e Daphne começam a se entender; Toby se reconecta com a música e acha uma garota legal; Regina encontra uma amiga inesperada; e a Bay, bem, a Bay continua fazendo pichação. Aguardem, logo teremos mais dramas, espero vocês.
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