sexta-feira, 28 de setembro de 2012

[Crítica] Switched at Birth - 1x25: The Shock of Being Seen


Afinal, todos querem ser notados...


Review:
(Spoilers Abaixo)

Pois é, quem nunca desejou receber um pouquinho de atenção? Todo mundo, com certeza. E nessa semana, em Switched at Birth, todos buscaram atenção à sua maneira. Então, prontos para embarcar mais uma vez no mundo das famílias mais enroladas do momento?

Com o final do último episódio e a promo desse, as expectativas estavam voltadas para o que a mudança do Angelo para a casa dos Kannish acabaria gerando. Bem, o episódio dessa semana mais uma vez não decepcionou, e centrou em três histórias principais envolvendo Kathryn & Regina. John, Bay & Angelo. Daphne & Jeff.

Kathryn ainda está colhendo o sucesso do livro sobre a troca. Até foi convidada para uma entrevista junto da Regina, e a mãe que sempre viveu à sombra do marido não poderia estar melhor sendo o centro das atenções. Mas não por muito tempo. Parece que a história da mãe rica que teve a filha trocada não é tão interessante quando a da mãe pobre, sozinha e com uma filha surda pra criar e ela acabou sendo ofuscada pela Regina. Senti o ódio estampado na cara dela e ela não se engalfinhou com a Regina por que estava ao vivo. Fato!

Já Daphne fazia de tudo para ser notada pelo Cheff Jeff, não só como uma excelente cozinheira, mas também como uma possível namorada. Essa foi uma cena interessante, eu adoro a personagem e ver que ela está se dando bem ao menos na cozinha é bom. Finalmente o Jeff percebeu que a deficiência dela não a limita em nada, até achei que rolaria algo entre os dois, e não foi o único, ela se arrumou toda para receber as mães e a amiga no restaurante e para ele, é claro.

Angelo, por sua vez, transformou-se num verdadeiro estranho no ninho. Sempre parecendo um fardo para os Kannish. John, que até agora era o único detentor da atenção das filhas também estava visivelmente incomodado com toda a situação. E quem tinha de fazer algo para deixar as coisas piores? Bay, é claro.

Não satisfeita em bancar a artista rebelde e que não faz os trabalhos escolares ela usou da boa vontade em agradar do Angelo para persuadi-lo a acobertá-la numa fuga para encontrar-se com os amigos pichadores. Nada contra a arte dela, pelo contrário, acho até bonita. Mas ela sempre escolhe a hora errada para entrar em ação.

Quando John descobriu o que aconteceu ficou uma fera, e com razão. Apesar de a Bay ter se aproveitado do Angelo ele não deveria ter cedido, afinal, ele não está ali para ser amigo dela, e sim pai, o que inclui dizer não às vezes. Achei muito legal essa “briga” dos dois pais e por último o John ter esfregado na cara da Bay que eles transformaram a vida deles numa bagunça pra ELA ter a chance de ficar perto do pai biológico.

Infelizmente Daphne interpretou mal os sinais dados pelo Jeff e quem acabou fisgando o bonitão foi a Melody, mãe do Emmett, para uma noite de muita fricção, se é que vocês me entendem. Fiquei um pouco decepcionado, pois esperava que ele ficasse com a Daphne, mas dei boas risadas com a Melody se insinuando para ele no restaurante. E Daphne não ficará sozinha. Quem não tem chefe caça com ajudante/cozinheiro, não é? E já tem um na fila, o Scuba.

O episódio ainda contou com a volta da temática do julgamento e também do advogado que com certeza balançou o coração da Kathryn. Com certeza ainda vai rolar algo entre eles, nem que seja um sarro muito louco. E, por acaso, numa visita ao hospital depois de encher a cara Kathryn e Regina descobriram quem é a fonte de informações de Angelo no hospital.

Mal posso esperar por mais cenas dessa história. Aliás, já temos e ainda essa semana a crítica estará aqui no Meu Mundo Alternativo. Vejo vocês meus queridos, até a próxima.
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