sexta-feira, 20 de julho de 2012

[Crítica] Chillerama


Direção: Adam Green (The Diary Of Anne Frankenstein), Joe Lynch (Zom-B-Movie), Adam Rifkin (Wadzilla) & Tim Sullivan (I was a Teenage Werebear)
Ano: 2011
País: EUA
Duração: 119 minutos
Título original: Chillerama

Crítica:

O último filme da meia-noite.

Quando falamos de filmes de terror, a primeira coisa que vem à cabeça de muitas pessoas são os saudosos anos 80. Não há dúvidas de que esta década marcou o mundo cinematográfico e os fãs do gore, com produções extremamente sangrentas e divertidas. Atualmente, as produções repletas de computação gráfica não conseguem resgatar o mesmo charme que os filmes antigos. Tendo isso em mente, um grupo de diretores conhecidos do gênero se juntou para dar a vida a Chillerama, uma verdadeira homenagem aos fãs de trasheira.

A história gira em torno de um grupo de pessoas que estavam em um estacionamento para assistir a última sessão drive-in de um estabelecimento. Enquanto acompanhamos contos bizarros dos mais diversos temas, a trama dentro do estacionamento vai se desenvolvendo, prometendo um final tão terrível quanto os personagens dos contos.

Wadzilla é o primeiro conto exibido e conta a história de um cara que toma um medicamento não aprovado para que seu esperma se fortaleça, mas, erroneamente, o comprimido faz o esperma do cara crescer monstruosamente, a ponto de se tornar um monstro gigante solto pela cidade. Bem, eu não preciso dizer nada sobre a temática, certo? Simplesmente absurda e trash até a alma. É cada cena tosca, é que impossível não se divertir. TOSQUEIRA-MÓR: O esperma gigante comendo a estátua da liberdade e o banho de p*rra. Corram por suas vidas!

I was a Teenage Werebear também é um conto non-sense. É a história gay de um garoto que é mordido por um homem-urso e, toda vez que fica excitado, se transforma em uma criatura peluda sadomasoquista. Acreditem se quiser! E, para completar a loucura, este é um conto musical. Destaque para Love Bit me on the Ass. E, claro, não posso deixar de comentar que o protagonista é Sean Paul Lockhart, popularmente conhecido como Brent Corrigan, um famoso ex-ator pornô gay. TOSQUEIRA-MÓR: Homem é atravessado por um pênis.

The Diary Of Anne Frankenstein é o terceiro e último conto exibido no drive-in. É bem mais fraco que o anterior, mas temos algumas cenas engraçadas, como o momento em que um personagem demora para morrer e os outros ficam gritando eternamente. Mas, assim como alguns personagens disseram no decorrer do filme, não houve peitos e nudez o suficiente. Na verdade, considerarmos não houve mulher o suficiente em todo o filme. TOSQUEIRA-MÓR: Neste conto, em si, não houve nada de muito extraordinário, mas teve uma sequência de cenas depois disso, tendo o cocô como tema central. É extremamente nojento.

Como último, temos o Zom-B-Movie, que é a continuação da trama de zumbis que se desenrola enquanto os filmes são exibidos no drive-in. E não são zumbis quaisquer... Eles têm sangue azul florescente e são zumbis ninfomaníacos (!!). É isso mesmo que você ouviu. Essa sequência final é a mais empolgante do filme. Temos diversas cenas sem noção, muito massacre, gore e sexo. Quem havia reclamado de nudez antes, não tem do que reclamar... Se bem que não dá para ver quase nada direito, só todo mundo gritando e sendo estuprado/esquartejado pelos zumbis ninfomaníacos. TOSQUEIRA-MÓR: Zumbi--ninfomaníaca arranca o pênis do cara e o chupa. MUITO LOUCO!

O final termina da maneira mais idiota possível, como já era esperado. É óbvio que este filme é recomendado apenas para aquelas pessoas cretinas, que não ligam para nada e não se importam em ver algo tão trash, ridículo e mal-feito como as histórias apresentadas neste filme. E, convenhamos, é só ler as sinopses desses curtas para saber se é a sua praia ou não. Eu simplesmente não me importo com esse tipo de idiotice, super me diverti assistindo e recomendo. Mas, antes que dê uma chance, não se esqueça que é ridículo e tosco até a alma. Muito obrigado pela compreensão. PS. Eu ia dar nota para este filme, mas simplesmente não sabia qual dar, então permanecerá um mistério.

Trailer:

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