quarta-feira, 20 de junho de 2012

[Crítica] Touch - 1x09: Music Of Spheres



Pasmem! Não, eu não esqueci de Touch! (Na verdade foi o chefe que me lembrou, mas quem se importa?)

Review:
(Spoilers Abaixo)

Pra todos que pediram, aqui estou eu com as reviews de Toque – em tradução livre (?) – de novo. Quer dizer, como se alguém estivesse mesmo pedindo as críticas dessa série. Nunca vi uma série de 12 episódios ser tão parada. Parece que quem escreveu a série foi Oscar Nyeimeir que tem, literalmente, todo o tempo do mundo pra contar a história. Eu sei que até tem gente que curte a “tartaruguisse” (como é que essa palavra pode estar correta segundo o corretor?)  da série, mas sinceramente não estou fazendo parte desse grupo.

Me desculpem vocês que acham que a série é genial. Mas tédio definiu esse episódio de Touch. Foram 45 minutos da minha vida que eu considerei perdidos. Quer dizer, estamos na reta final da temporada e qual a trama concreta da série até agora? N-A-D-A. Simples assim, já foram nove episódios e a série simplesmente não nos contou nada. Tivemos um mistério ou outro, poucas respostas e as que tem são bem explicadas quanto a existência da Gazeta.

Será que para Martin está ótimo ficar se metendo na vida dos outros igual uma vizinha fofoqueira, simplesmente porque seu filho autista com um dom “mandou”? O cara parece uma mosca-morta: não tem vontade própria, nem curiosidade pra procurar entender mais do assunto, principalmente agora que o Arthur está morto.  Se eu estivesse nessa situação estaria por aí no mundo tentando descobrir como acabar com o dom que faz meu filho sofrer, por causa dos problemas de outras pessoas. Aliás, isso nem deveria ser chamado de “dom”. Porque tá muito mais pra uma maldição.

Tudo que tem aparecido em relação à trama principal nós devemos a Clea, desde que a personagem decidiu se movimentar e ajudar Martin, ela tem descoberto informações e mais informações. Mas mesmo assim são fatos desconexos, que servem pra montar toda uma história, mas se faltando apenas três episódios pra finale, eles ainda julgam que só isso que foi apresentado até agora é suficiente… Quer dizer que eles vão jogar tudo pro último episódio e nos encher, absurdamente, de informações e deixar tudo pra segunda temporada.

Nesse episódio, Clea ficou investigando o centro de pesquisas do Arthur, e acabou conhecendo o melhor amigo do personagem que dividia o lugar com ele, quando o mesmo ainda era vivo: Abrham. Mas até então tudo que o personagem trouxe pra história foi o conhecimento de que Jake faz parte de um grupo de 36 pessoas, chamado de os “36 justiceiros”. Desses já conhecemos 3: Jake, Amelia e o Príncipe Invisível. E de acordo o personagem Deus só permite que o mundo exista enquanto esses 36 justiceiros estiverem andando pela Terra  acabando com o sofrimento alheio. Oi? Essa é mesmo a mitologia da série? É por isso que eu esperei por dez episódios?

A trama paralela e o plot central foram um tédio total, não sei se tem haver com o fato de que a maior parte da trama paralela se passou no Brasil. Sério, eu achei aquilo extremamente tosco. Pelo menos eram brasileiros que se dignavam a falar português, apesar que o sotaque de um deles era ridículo e deixava as cenas mais engraçadas que dramáticas, apesar de aparentemente ter um suposto motivo para o sotaque, o qual não prestei atenção (me julguem). As duas tramas no final acabaram se conectando, de uma maneira óbvia que a gente consegue descobrir já na metade do episódio.

O que dizer quando nem a trama paralela, que antes era tão bem mais interessante, hoje já é sem graça? Acho que eu deveria ter ouvido vocês quando falaram que Tim Kring iria afundar essa série num chatice sobre pessoas com mais do mesmo. Bom, só me resta ver os próximos episódios pra saber se a premissa super interessante que a série tem vai ser trabalhada (#ounão).

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Comentários
4 Comentários

Comentário(s)

4 comentários:

  1. Também não vi nada de mais nesse episódio, engraçado que no site TvDependente este episódio está com a maior nota dos outros episódios.

    O português no episódio pra mim foi legal, trouxe uma coisa diferente, o engraçado era ver as legendas em inglês embaixo. .-.'

    O episódio não esteve com ritmo lento, TODA A SÉRIE TEVE, é apenas você que não percebeu, mas pra mim isso não fez problema, porque a série me interessou. E prefiro mil vezes Touch lento do que Alcatraz com cheio de "ação".

    Vou parar de tentar defender Touch no MMA, eu sei que ela não é genial, mas é boa e não entendo essa sua implicância com ela.



    P.S: Apesar de você não ter feito as reviews de Sherlock, vc assistiu a série? Se sim, diga o que achou \ô

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  2. Touch é ruim demais. Quase empata com Alcatraz(impossível)

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  3. Douglas,gosto muito de ler suas opiniões sobre a série,por mim pode continuar defendendo ela sempre ;D

    Eu não implico com Touch,a questão é que a série tem sido - como você mesmo admitiu - muito devagar. Principalmente porque só tem 12 episódios, eu esperava muito mais da série quando comecei a assistir.

    E sim, eu assisti Sherlock, e minha opinião você só vai saber quando ler as críticas...MUAHAHAHA cof cof.

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  4. Ok, só vou saber sua opinião sobre Sherlock quando tiver 53 anos...

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