terça-feira, 19 de junho de 2012

[Crítica] Saving Hope - 1x02: Contact

"Contato humano é mais forte do que se imagina... Contato te mantém firme. Ele te traz de volta."

Review:
(Spoilers Abaixo)

É galerinha, já saiu o segundo episódio de Saving Hope, e já deu pra sacar mais coisa nesse e criar várias teorias. Então se você ainda não viu o Piloto corre pra baixar, aproveita e lê a crítica da semana passada. Mas vamos ao que interessa então? O episódio dessa semana.

Bem, o episódio começou bem bonitinho, Alex na cama de Charlie dando bom dia para ele, e ele respondendo em espírito. Tá aí uma coisa que eu estou gostando na série, a interação do espírito de Charlie com o mundo real, mesmo que o mundo real não note. Sabe aquela história de que fantasmas do passado volta e meia ressuscitam? Pois é, mas o fantasma dessa vez não é o Charlie, e sim a ex-mulher dele que veio se debruçar em lágrimas nos braços do ex-marido em coma e ainda dizer a Alex que ela não estava fazendo tudo que podia por ele, dando muitas sugestões de terapias e medicamentos. OI? Ninguém explicou a ela que ela é ex? Imagina seu(ua) noivo(a) em coma e de repente chega um ex pra se lamentar e esfregar o dedo na sua cara dizendo que você é incompetente? Se fosse comigo já rolava fight lá mesmo. Mas Alex tem classe, levou a situação na melhor maneira possível e no fim acabou concordando em uns pontos com a outra, até procurou o neurocirurgião para fazer perguntas.

E o que estava faltando em Saving Hope? A vilã e a pegação de personagens, claro. Contact teve tudo isso. Com o chefe da cirurgia em coma teria que chegar alguém, e claro que ela teria de ser uma vadia cretina à primeira vista. Ela não gostou do fato da Alex estar recebendo – aparentemente – tratamento especial por ser noiva do chefe. Se não fosse a Alex ter ido ao escritório dela colocar a vadia contra a parede e perguntar se elas teriam problema, bem, ela teria feito da vida dela um inferno. E eu ainda acho que isso vai acontecer.

Vamos aos casos médicos? Essa semana tivemos dois. O primeiro de uma mulher com uma fratura exposta, precisando de cirurgia, mas que não aceitava transfusão de sangue por motivos religiosos. Assunto polêmico. Os médicos responsáveis pelo caso foram o ex da Alex e a residente atrapalhada. Mas no final, ao ver que a esposa ia morrer o marido acabou assinando o consentimento e fizeram a cirurgia. E o que os médicos foram fazer depois da cirurgia? Fazer vuco-vuco no quarto é claro.

 O caso de maior destaque foi o do garoto com a doença misteriosa. A cada parada cardíaca que ele tinha ele se encontrava com Charlie no outro mundo, e em um desses encontros Charlie explicou pra ele como que ocorre essa vida espiritual dele. Todas as pessoas que morrem no hospital ficam um tempo vagando por lá sabe? Sem rumo, se esbarrando nos corredores, trocando papo, enfim. Como o Charlie está no meio termo ele fica nesses dois mundos, sabendo do que se passa lá e cá. Ele até pediu pro garoto dizer para Alex que ele ama ela, mas quando finalmente descobriram o que ele tinha e fizeram a cirurgia, a única coisa que ele conseguiu foi fazer um desenho do cara de smoking e gravata borboleta sem nó, e que ele não sabia quem era.

Eu ainda desenvolvi uma teoria nesse episódio, sobre os casos amorosos. O psicólogo do hospital gosta da interna atrapalhada, que por sua vez gosta do médico bonitão e novato, que ainda é apaixonado pela Alex, que por sua vez é apaixonada pelo Charlie. Nossa, acho que ainda sai um triângulo amoroso desse meio, e muito ciúme também. É esperar para ver. Até próxima semana galera, com mais notícias desse e do outro mundo.

E só pra finalizar, antes que eu esqueça, o que eu adorei no episódio foi a reflexão do final, era isso que eu estava esperando e que o episódio trouxe. E tivemos também a primeira reação do Charlie, ele mexeu um braço. Todos comemora. Agora sim. Acabei!
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