terça-feira, 12 de junho de 2012

[Crítica] Continuum - 1x02: Fast Times


Voltar no tempo é fácil, o difícil é conseguir se adiantar (?) no tempo

Review:
(Spoilers Abaixo)

Antes de tudo, quero reinvidicar minhas férias também, quem eu tenho que processar? Será que já é minha vez de fazer bullying com o novato e dar as séries que eu não gosto pra ele? Não? Então tá.

Geralmente eu só pego uma série ou duas da Summer Season, porque sabemos que o melhor mesmo está guardado pra Fall, ano passado peguei Pretty Little Liars já em seu segundo ano. Esse ano decidi assistir Continnum, sei lá, foi meio que por curiosidade mesmo. Eu estou de olho em tanta coisa da Fall que eu preferia não ter gostado tanto da série. Assim como ano passado eu me suuprendi com As Maldosas – em tradução livre (?) – eu me surpreendi com Continnum esse ano.

O segundo episódio consegue segurar muito bem a qualidade que a trama canadense apresentou no piloto. Já começa que não tivemos aquele procedural a la Alcatraz, a série me ganhou só por isso. Qualquer coisa que se assemelhe a essa série já citada eu estou passando longe. Tipo muito longe. Tipo a distância daqui pra Amapá (a.k.a. onde Judas perdeu as botas, ou melhor, perdeu a roupa toda e virou um índio).

Sinceramente? Não tenho o que reclamar do episódio. As atuações estavam ótimas, os flashbacks (ou seriam flashfowards?) do futuro, que nem Freud explica, também se encaixaram bem. Acho que a série está conseguindo criar um enredo que pode segurar a trama por muito mais do que uma temporada, e como os números de audiência estão excelentes,uma nova temporada não me surpreenderia.

Vamos ao episódio que essa review já está ficando com cara de um texto de “Primeiras Impressões” ou melhor “Segundas Impressões”. Apesar de não deixar de ser isso mesmo, mas enfim.

Essa semana vimos que o grupo Liber8 foi parar no ano errado, uma vez que o plano deles era voltar apenas 6 anos e ter ido pra 2071. Pra tentar se adiantar no tempo e dessa vez irem parar no ano certo, o grupo precisa de uma fonte absurda de energia, pra que a “A Bola do Tempo” – posso chamar aquilo assim? Sim? Obrigado.  - funcione e os leve pro ano desejado pra que assim eles impeçam que o tal Congresso Coporativo domine o mundo (a Globo manda um “a gente está de olho em você”).

Mas tudo isso não foi o que me atraiu, o mais interessante foi o fato de Kellog, um dos integrantes do Liber8, ter decidido ficar em 2012.Quem quer apostar que a série vai deixar ele de lado, e depois trazer o personagem de volta pra causar uma polêmica? Afinal, alguém que sabe o que vai acontecer antes de acontecer, sempre tenta mudar alguma coisa e faz uma grande cagada. O grupo encontrou a tal fonte de energia em um laboratório de um cientista, para ter acesso a esse laboratório eles sequestram o mesmo. E é nessa hora que entra Kiera.

Assim que Kiera descobre o plano do Liber8, ela decide se juntar a eles, pedindo uma trégua e uma caroninha pro futuro. Pegar o metrô pra andar rápido ninguém quer – a não ser a Soninha (#MuitoLoko) – agora ficar usando uma “Bola do Tempo” (ou Pokerbola, como está conhecida por aí) que faz a energia de todo um estado acabar como se fosse ligar o Playstation 2 na tomada eles querem. E pior que eles tentam, e claro, que eles não conseguiram porque a série não vai acabar um plot em só duas semanas. Foi bem triste ver a decepção da Kiera, quando eles não conseguiram voltar pro tempo deles, que é no futuro (oi?). A explosão que foi causada nessa tentativa inclusive pode ter causado problemas na super roupa justa de couro/plástico (?) da Kiera. Nós agradecemos a atriz que faz o papel da protagonista – e muito bem por sinal - naquela roupa justinha.

Em meio a esse tche rê tche todo que estava acontecendo, Kiera ainda foi desmacarada e sua identidade falsa descoberta. Eu gostei disso, não teve uma enrola muita grande pra ela ser descoberta, afinal a não ser que o sistema policial dos EUA seja muito maluquinho, não teria como essa farsa dela durar. Esse plot nos rendeu desde cenas divertidissimas como Kiera aprendendo a dirigir um carro – “um veículo a gasolina” como sabiamente Alec mencionou.

Aliás, a interação entre os dois está muito boa, nota que mesmo com o pouco tempo, eles já possuem uam grande intimidade. Acho que isso se dá principalmente porque ele é único que sabe quem a protagonista realmente é. Agora, só eu fico curioso pra saber como essa interação entre os dois vai mudar o futuro? Alec com toda sua tecnologia, conseguiu forjar outra identidade pra Kiera, uma que ninguém vai questionar – a não ser a policial ciumenta, Betty, aposto que ela vai criar problemas depois – a de Federal.

Tudo isso em 45 minutos de episódio, onde tivemos: muito humor, mistério – afinal o que anda aprontando Edouard Kagame? Ele também não tinha entrado nessa viagem no tempo? – ação, uma leve tensão sexual entre Carlos e Kiera, emoção e tudo que temos direito. Vou assistir o terceiro episódio, se for tão bom ou melhor que esse, eu SUPER recomendo a série pra vocês. Nos vemos lá!

(Caramba! A review ficou ENORME – potter face!) 
Compartilhe
  • Share to Facebook
  • Share to Twitter
  • Share to Google+
  • Share to Stumble Upon
  • Share to Evernote
  • Share to Blogger
  • Share to Email
  • Share to Yahoo Messenger
  • More...
Comentários
4 Comentários

Comentário(s)

4 comentários:

  1. Muito legal os seus nomes pras coisas do "futuro" rsrs.
    A série está boa, e eu também passo longe com algo que se assemelhe a Alcatraz.

    ResponderExcluir
  2. Também tô gostando de mai da série! Com certeza ela tá se tornando uma das minhas favoritas.

    Achei o episódio 3 ainda melhor que esse.

    Nice Review!

    ResponderExcluir
  3. Edouard Kagame morreu na viajem, que os terroristas disseram, a série é ótimo, eu acompanho, pra falar a verdade estou assistindo o episódio 3 agora.

    e sim, vou chamar a "bola" de bola do tempo - ou seria Pokerbola? kkkk, ri alto.

    ResponderExcluir
  4. AUHSUSHAUSU' euri, enfim, acho que baixarei a série, parece interessante

    ResponderExcluir