quarta-feira, 30 de maio de 2012

[Crítica] Touch - 1x08: Zone Of Exclusion



Uma é rica e mora na França, mas é infeliz. A outra trabalha como empregada nos EUA,  mas é feliz. Globo é você?
Review:
(Spoilers Abaixo)
Um episódio bom e um mediano, um episódio bom e um mediano e assim sucessivamente. Sério, parece que Touch também está seguindo um padrão. Esse episódio foi um dos bons, eu gostei, mas a sensação de que falta alguma coisa não passa.
Antes de falar da história em si, só eu fico impressionado com os pensamentos de Jake no começo e no fim? São sempre frases que me parecem tão…corretas. Não é o termo certo, mas é o melhor que me veio na cabeça agora.“Quando dois pontos precisam se unir e uma conexão direta é impossível, o universo sempre acha outro caminho.”  Temos que dar créditos para os roteiristas, mesmo quem não acredita em destino e essas coisas que a série tenta passar, fica impressionado como a frase se encaixa perfeitamente na trama.
Falando nela, nessa semana quase não tivemos uma movimentação significativa no plot, mas o enredo paralelo foi excelente. Tivemos um #NovelaMexicanaFeelings e a história girou em torno de duas irmãs gêmeas (e a família delas) que não se conheciam porque uma delas foi vendida ainda na maternidade. Esse tipo de coisa me deixa revoltado, vender uma pessoa como se fosse uma bala, não dá pra aceitar. Ainda bem que a série costuma trazer finais felizes. Sendo assim, Martin pegou o traficante de crianças, que estava COINCIDENTEMENTE (ou não)  no táxi do pai das gêmeas. Toda essa conexão pra chegar na felicidade das pessoas me deixa maravilhado, tudo vai se encaixando ao londo do episódio. Palmas pra Martin e Jake que estão se tornando verdadeiros heróis anônimos.
Outra parte da trama paralela foi a de Gio, um astronauta italiano, que estava fora do foguete e perdeu sinal com a base e corria risco de vida uma vez que o nível de CO2 tinha aumentado. Sem ter como falar com ele, sua parceira de missão, Allegra, teve que usar um lunático (sem trocadilhos) locutor que mal tinha dois ouvintes, pra avisar Gio do seu perigo de vida. Amei!!! Só pra pontuar no final, claro, tudo dá certo pros personagens.
Pra fechar o episódio com chave de ouro, Clea além de mentir pra Shelby ainda a questiona sobre O Quarto N°6 – falando assim parece título de filme de terror clichê – o que fez com que a mesma fosse afastada do caso do Jake. Eu estou gostando muito mais da personagem agora. O que não posso dizer de Shelby está claro que ela esconde alguma coisa, eu suspeito inclusive que ela esteja relacionada com a morte de Arthur. Quem me prova que ele morreu de causas naturais?!
A série tem sido ótima pra assistir enrolado nas cobertas nas tardes de Domingo (ou nas noites de Segunda, quando acompanho pela FOX Brasil) mas até agora ainda não estou ansiando pelos episódios como faço com outras. A emissora já renovou a série, mas não sei se na segunda temporada vou acompanhar como agora, acho quem estou muito mais inclinado a fazer uma maratona quando a segunda temporada terminar. Bom, mas isso fica mais pra frente, quem sabe o que nos aguarda nos próximos episódios possam me fazer mudar de ideia...

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Comentários
2 Comentários

Comentário(s)

2 comentários:

  1. Eu acho que se Touch não fosse um procedural e não tivesse tantos episódios fillers funcionaria melhor. A trama principal de Touch é boa mas os fillers são ruins

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  2. Ah, eu gosto de Touch, não é a melhor série do mundo, mas é muito boa.

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