segunda-feira, 5 de março de 2012

[Crítica] The River - 1×05: Peaches


Eu te amo, pêssegos!

Crítica:
(Spoilers Abaixo)

Essa semana o querido apresentador de tv ainda não apareceu. E isso já ta irritando porque a maioria são pistas falsas, que não levam o telespectador a lugar algum e que acaba enjoando.

Nessa semana não aconteceu nada de tão extraordinário. Mas o gato do Kurt mais uma vez subiu no meu conceito. Graças ao deus grego da Amazônia que sacou a moral do pessoal ajudante do barco “Êxodos”, foi lá e coitado ainda foi jogado no buraco pra virar fantasma. Tá, mais pera aí, como assim? Também não curti. Que história é essa de fantasmas gente? Ai pelo amor do por favor. Os cegos foi legalzinho, o bicho lá entrando na menina e trazendo Emmet por alguns minutos também, o menino pendurado na corda sendo quase engolido pela alma doida também curti muito. Mas fantasmas? Ninguém merece. Ou então, ninguém meguece como diz uma louca aí da minha cidade.

Enfim.

O único lugar que chegamos com esse episodio foi que Leninha linda já pode voltar pra casa. Porque seu pai, o lindo do ator Lee Tergesen ( que eu curtia MUITO em OZ!) que aqui se chama Russ esta mortinho da silva. E o melhor de tudo, ele mesmo conta pra ela. Ela nem sequer percebeu, movida pelo amor claro. Mas vamos aos detalhes:

Tess pede ajuda feito louca e enfim alguém aparece. Alguém não, porque alguém deriva de “um” correto? Ou uma pessoa! Nesse caso foram várias pessoas. Quatro no total. Cinco quer dizer. Com o pai morto. Bem. Geral ali é fantasma. Eu cheguei a pensar que eles fossem enviados de algum demônio para perturbar e tals, mas não que fossem exatamente fantasmas. Achei patético. Fraco. Acho eu que a Lena por ser uma das protagonistas não merecia mesmo ter um ending na trama assim. Porque pra mim agora ela é coadjuvante. Vai ficar ali vegetando como os que estão sendo pagos. E outra coisa que fiquei puto que é porque a promo enganou legal. E não curto isso. Por isso não vejo promos. Vi semana passada e tomei legal. Porque pensei que seria algo relacionado ao cemitério de bonecas ou a crianças mortas. Olha, até zumbi se aparecesse ia dar mais ação. E sexo? Cadê? Quero ver sim o Lincoln, a Lena e o Jonas num ménage. E não me critiquem.

Até a Jahel minha deusa tava apagada nesse episódio. Só curti o respeito dos fantasmas com os dois. Porque eles não ousaram tocar neles. E pra quem ainda não viu, deixa eu tentar resumir mais uma vez: Esse barco Êxodo trouxe fantasmas até o Magus, eles armaram o encontro e tudo para pegarem quatro pessoas e jogarem nesse buraco. Jogando nesse buraco o que se sucede? Eles virariam fantasmas e libertariam os que estavam ali. Mas claro, não foi dessa vez. O Kurt conseguiu arrombar a porta, Jonas conseguiu o sinal da câmera e Jahel a diva, mandou por rádio a localização do barco. Nisso, Lincoln nosso herói salvou o mundo mais uma vez. Claro, graças também aos “foguinhos” lá.

Outra coisa que eu achei extremamente babaca. Os fantasmas apareciam na câmera, só quando eles abriam a boca que o negocio falhava. Acho isso patético. Nem em atividade paranormal eu curto. Acho que esse tipo de “força” não devia “aparecer”. Enfim, quem sou eu né Steven? Seu lindo.

Aí o fogo queimava os bicho. Nada a ver também.

Mas gente, posso contar um spoiler aqui? Eu juro que não sabia, se alguém dos comentários sabia e não me contou ficarei magoadinho :( A diva de atividade paranormal esta prestes a desembarcar na Amazônia; Como? Não sei. Vou continuar assistindo porque infelizmente já me apeguei aos personagens e vai ser difícil eu desgostar. Porque eu gosto desses clichês. Mesmo sendo muitas vezes totalmente fora do contexto. E claro, o Kurt e seus braços fortes movem minha ansiedade toda semana por um episódio novo. Ah, e o Lincoln também. E a Jahel é a razão mais forte né? HAHAHA.

Beijos pra quem não curtiu!
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Comentários
2 Comentários

Comentário(s)

2 comentários:

  1. Pior seria se eles achassem um jeito de salvar o Russ, achei esse episódio morno até uns 25 min. só então depoisque eu gostei

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  2. Melhor do que o episódio, só mesmo a diáletica de quem escreveu a crítica. Por falar nisso, sem querer ofender, o autor da crítica é homem ou melhor?
    Usou termos engraçados, eu faço críticas mais sérias. Por isso "não curti". ahahah. Zuando. Gostei do blog e da crítica.

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