quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

[Crítica] Desperate Housewives - 2ª Temporada


Duração: 45 minutos
Nº de episódios: 24 episódios
Exibição: 2005
Emissora: ABC

Tentador, não é?


Crítica:
(Texto com Spoilers)

Aí o tema de entrada para a loucura que foi a segunda temporada de Desperate Housewives. Sabíamos que uma família nova chegaria na vila. Também sabíamos que seria uma ótima temporada, a única coisa que não sabíamos era que a vida das protagonistas era tão agitada.

Na primeira temporada não se foca muito no “nossa casa, nossa vida intimamente linda”. Foca mais em Mary Alice e também em alguns podres delas, mas nada tão grave como na segunda temporada. Já de cara, Bree mostra sua loucura pela perfeição – ela troca a gravata ridícula que sua sogra pôs nele por uma linda – mesmo ela sabendo que ele o traia, e que a maioria dos sonhos dela ele os esmagou, ela o amava. Acima de tudo, ela o amava. E por isso sabia que ele poderia vir a merecer um “great velório”. Todos ficaram em choque, com razão. Mas Mary Alice com sua deliciosa voz pede pra focarmos na nova família. Os APPLEWHITE.

Eu, particularmente já me apaixonei de cara pela Betty. Adorava aquele olhar de mistério dela. ADORAVA. ADORO. Sou/Amo. Os filhos dela mega problemáticos trouxeram adrenalina a série. Por exemplo: Matthew quando apareceu sem camisa, Danielle (filha de Bree) deixou sua pomba bater palminha. Quando Caleb fugiu do seu “porão escuro” e foi parar na casa da Gaby assustando-a e a fazendo rolar pelas escadas e perder seu bebê, e também Bree apavorando com seus “bons drinks” e mostrando que toda Lady tem seus defeitos.

Também teve a saída do armário de Andrew, deixando Bree em estado de total loucura. George, o farmacêutico que ajudou na morte de Rex e quando Bree descobre ela simplesmente o deixa morrer, lentamente. Apesar que, ele tomou os remédios. Ele se matou; não sei como passou pela cabeça dele que Bree contudo, contudo sendo perfeita ela JAMAIS ia permitir que ele continuasse vivo depois do que ele fez ao seu marido. Tá que Bree não tinha a família perfeita mas ela nunca desejaria que Rex tivesse ido pro inferno antes. JAMAIS. Susan e Mike brigaram muito, se desentenderam mas no final quando tudo ia dar certo, o gancho pra terceira temporada aconteceu. Lynnete voltou pro trabalho e Tom ficou em casa, também rendeu as melhores cenas. Edie tacou fogo na casa de Susan, Gaby e a freira vagaba também tiveram seu fight. O ponto forte da temporada foi quando Gaby engravidou e perdeu o bebê. Então, ela e Carlos resolveram adotar. Mas também não deu certo.

Claro, não foi melhor que a primeira. NUNCA né. Mas, digamos que foi boa. Realmente boa. Todas as cenas foram muito bem planejadas. A sequência que envolve todo o ultimo episódio é fantástica; quando você acha que só ia dar merda, acaba acontecendo algo realmente bom. E tudo se transforma. Porque a gente acabou descobrindo que Betty Applewhite não era uma pessoa má. Ela simplesmente estava defendendo seu filho, sua cria. Porque aquela Melanie além de uma vagabunda, era uma desgraçada sem escrúpulos. E Matthew claro, não ficava muito longe não. Matou a namorada, colocou a culpa toda no irmão e quase FERROU com a mãe. Belo exemplo.

Não houve erros. Pelo menos na minha opinião. Tudo se resolveu, tudo ficou quite e nada saiu do contexto. Rendeu boas cenas, uma delas é Lynnete dançando no balcão da boate mostrando que além de mãe de 4 filhos ela poderia dar conta de tudo sim. Gaby surpreendeu com o desespero de terem tirado uma criança de suas mãos; Susan sempre atrapalhada não casando com Mike AINDA. E Bree saindo da rehab pra salvar a vida da sua filha, já de contra partida deixando Andrew na rua, abandonado. Claro, com um filho desses que “come” o namorado da mãe, não precisa de amiga traíra.

Uma temporada que também recomendo que você termine de ler isso e vá correndo comprar a sua. Os bloppers são sensacionais, e os extras também. Eu tenho e recomendo sem dúvidas.

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