quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

[Crítica] Desperate Housewives - 8ª Temporada (Primeira Parte)


Duração: 45 minutos
Nº de episódios: 12 (até agora)
Exibição: 2011 / 2012
Emissora: ABC

Kiss Them GoodBye Ladies!



Crítica:
(Texto com Spoilers)


A última. Uma pena. Esperava que fosse até a décima. Mas também não adianta ficar esticando, esticando e perder o glamour e a essência. É melhor acabar assim quando ainda se tem muita história pra contar.

Começando com uma bomba: Bree recebeu a mesma carta que Mary Alice recebeu lá no primeiro episódio da série. Resta saber agora quem é! Martha não pode, só se ela vier voando diretamente de American Horror Story e aterrorizar a vila. O segredo então que era somente das quatro começa a tomar forma e sair dos eixos. Susan deprime e conta pra Mike. Bree acaba contando pro novo vizinho gostosão com aquele sotaque australiano que eu amo. E claro, na bagagem dele e na mudança ele deve ter trazido algum podre. Ele realmente resolveu ajudar Bree porque sua obra poderia estar em risco, isso foi “nice” da parte dele. Curti.

Nisso Lynnete também contou pra Tom. Ainda mais quando o detetive que levou fora de Bree resolve investigar a fundo e acaba descobrindo QUASE tudo. Depois também de Susan nos presentear com um quadro numa galeria de arte onde apresenta um corpo, o buraco e as quatro amigas. Como uma confissão.

Logo após todas essas confusões, Bree acaba sendo a mais culpada pelas amigas. E nisso ela se afasta totalmente. E volta então a beber. Com isso ela resolve pegar sua arma, uma garrafa de vinho e vai pra um motel longe de Wisteria. Deixa um bilhete e resolve se matar, assim como sua amiga há mais de 10 anos atrás. A cena é simplesmente linda, ela esta ali inconsolável, aflita, triste e de repente Mary Alice aparece com aquele sorriso lindo. Com suas palavras enigmáticas. Deixando Bree um pouco aliviada, sem muito desespero. Mas quem se desespera é Reneé que vai atrás do seu bofe, achando que Bree esta com ele e graças a essa “bitch” Bree não foi a morta da vez. E nunca será, obvio. Uma coisa que Marc diz desde quando conheci a série é que nenhuma das protagonistas nunca ira pro beleléu. Claro, não sei até quando ele vai manter sua palavra.

Até agora a temporada esta perfeita. Um episódio melhor que o outro. Me emocionei muito na sequência de Reneé salvando Bree. E logo após isso, a grande virada. Com todas suas amigas desconfiando dela Bree, resolve ir pra noite. Se jogar. Se tornar uma Edie Britt da vida. Ela então vai um pouco mais fundo e começa a “dar “ pra todo mundo. Ela quer preencher o seu vazio fazendo isso. O vazio de suas melhores amigas.

Fazendo um balanço de tudo, Wisteria Lane tem muita historia pra contar: Câncer, mortes, casamentos, traições, filhos rebeldes, mães rebeldes. Tudo absolutamente que muitas vezes encaixa-se na vida real. Muitos temas vindo da vida real. Quem nunca bebeu pra esquecer? Quem nunca brigou com seu melhor amigo? Quem nunca escondeu um segredinho sujo na lavanderia? Quem nunca lavou roupa suja na frente de quem não precisava ouvir? Quem nunca fez um inferno na vizinhança? Quem nunca colocou fogo em relacionamentos? Quem nunca sofreu por perder alguém especial?

Situações do cotidiano de mulheres como essa e frases sempre conselheiras e muitas das vezes reais que fazem Desperate Housewives ser um sucesso nessa ultima temporada.

A partir de agora eu, Mateus Bonez começo a resenhar os últimos episódios dessa temporada e posso garantir que traduzirei com os melhores sentimentos a quem gosta dessa série. Pois essa segunda parte que vem aí promete ser QUENTE e BOMBÁSTICA.

Vamos acompanhar. 

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