sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

[Crítica] 2 Broke Girls - 1x17: And the Kosher Cupcakes


É como olhar em um espelho.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Acho que estou ficando sem adjetivos pra descrever o quanto eu amo essa série. Não quero ser repetitivo, mas às vezes eu sou obrigado. Afinal, na maioria das críticas, uma das coisas que quero dizer é “Ri do início ao fim”. Porque isso é verdade. Com exceção de apenas dois episódios, foi exatamente isso que aconteceu. Meu Deus, como não rir da Caroline e seu jeito positivo pra aceitar melhor a condição de pobre? Ou as tiradas pseudo-infelizes e sarcásticas da Max? Sem falar da nova personagem, Sophie, que toda semana distribui sedução Polonesa naquelas conversas hilárias com o Oleg.

Mas essa semana Sophie não teve muito foco. Ela apareceu na lanchonete, dialogou Polonesamente com o Oleg e depois arrumou um namorado mais gay que a fusão de Liza Minelli com Elton John (Pra quem pensa que esta fusão resulta em Lada Gaga, também é válido). Sim, foi hilário, ri muito com a piada que o Earl contou sobre onde estaria o namorado dele. Só que, foi apenas isso. Algumas caras e bocas, piadas sobre a sexualidade de seu futuro ex-namorado, o resto do episódio ficou por conta de Max e Caroline e a nova tarefa dos cupcakes.

Não é fácil manter um negócio desses, ta? Pode parecer moleza, mas Max passa a noite toda em frente a um fogão da cor do Barney correndo o risco de queimar o bico de seus seios salientes só pra ganhar no máximo 300 dólares. E de quanto elas precisam? 250 mil dólares. Ou seja, quantos eventos elas vão ter que estragar pra poder ganhar um bom dinheiro? Tem gente que diz que elas não seriam broke girls se tivessem um bom capital, mas eu acho quer tudo se resolve indo colocar o dinheiro no banco e almoçar miojo.

Bom, fazendo isso ou não, elas já têm quase mil dólares. Porque dessa vez a tragédia dos cupcakes custou o dinheiro do lucro. Tudo porque os Judeus só comem um tipo de cupcake chamado Kosher. Deve ter haver com fertilidade, porque não vejo mais nenhum motivo pra terem preconceito com os cupcakes normais se não foram feitos por homossexuais (?).

Mas antes que a coisa desse errado de vez, elas enfrentaram muitos obstáculos. Como por exemplo, as crianças judias que pareciam rappers e falavam a palavra “vadia” como se fosse uma oração. Ou seja, crianças que são anjos na frente dos pais, mas por trás deles, levantam a saia da prima. Teve também a vovó judia, um pouco surda, mas também pecadora! Ela adorou um cupcake que não era Kosher! Que absurdo, vai levar 100 chibatadas pelo abuso.

Agora, que foi um episódio bom pra Max, isso foi. Acho que todos nós já sabemos sua história. Ela é solitária, não teve família, nem um namorado que preste, por isso tanto sarcasmo e negatividade. Só que a família judia adorou ela, disseram que era como se olhar no espelho. Cuidaram dela quando ficou com febre, e mesmo tendo feito cupcakes que não eram Kosher, ainda foi tratada como uma filha. Teve até soprinho na sopa, olha que bonitinho gente, cheio de germinho, que legalzinho. Agora, vamos perguntar o que a Oprah achou dessa distribuição de bactérias:

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Comentários
1 Comentários

Comentário(s)

1 comentários:

  1. 2 broke é A melhor sitcom atualmente.Em enredo nem tanto mas é uma das únicas séries que me fazem rir quase o episódio inteiro.
    New girl, por exemplo eu dou uma risada no máximo uma vez por episódio, suburgatory também, new girl também, the Middle também etc.
    Concordam comigo????

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